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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

OS PLEIADIANOS CONFIRMAM: O Reino de Khazares - A verdadeira origem dos judeus sionistas, ou Illuminatis e do livro "Os Protocolos dos Sábios do Sião"





Ao começar a leitura da matéria "O Reino de Khazares", publicada pelo Blog Thoth3126 e transcrita abaixo, começamos a receber inúmeras revelações dos nossos irmãos Pleiadianos que confirmam esta incrível história que vamos postar aqui em nosso blog. 
Estas informações extremamente reveladoras nos ajudam a entender o Holocausto, o massacre que se abateu sobre os judeus na II Guerra Mundial e outros fatos que aconteceram ou que estão acontecendo em nosso planeta, como também sobre a origem do livro "Os Protocolos dos Sábios do Sião".
Dizem que o livro apócrifo, Os Protocolos dos Sábios do Sião é uma fraude feita na Rússia pela Okhrana (polícia secreta do Czar Nicolau II), que culpava os judeus pelos males do país. 
Foi publicado privadamente em 1897 e tornado público em 1905, por Serguei Nilus em seu livro "Velikoe v Malom" (Os Grandes e Os Pequenos). 
Afirmam que este livro foi copiado de uma novela do século XIX (Biarritz, 1868) e que este livro traz o relato dos planos de uma cabala secreta judaica que conspira para conquistar o mundo.
Mas se lermos atentamente o livro vamos ver que ele é mais atual do que nunca e que reflete exatamente tudo o que está acontecendo no mundo hoje. 
Será isto uma simples coincidência? Será que ele é mesmo apenas uma fraude? 
Não será este livro apenas a revelação de um plano muito bem arquitetado para a implantação do governo da Nova Ordem Mundial, que já está em curso?
Quem teria na verdade escrito este livro e o que ele teria a ver com os illuminatis e com o Khazares, ou a Khazaria, objeto deste post?
Quem são verdadeiramente os Sábios do Sião?
Quem arquitetou todo este plano que esta contido neste livro?
Teria sido realmente escrito pelos judeus?
Mas por quais judeus? 
Teria sido pelos judeus semitas (da palestina) ou os novos judeus, os sionistas ou caucasianos (na verdade arianos, originários do Cáucaso, região localizada ao sul da Rússia e descendentes do Reino dos Khazares, ou Khazaria, que existiu naquela região)?
Alguém sabe sabe qual a diferença entre estes dois grupos de judeus?
Alguém já ouviu falar deste Reino?
Pois este Reino dos Khazares, ou Khazaria, existiu e abaixo trazemos uma reportagem sobre este povo que vão ajuda-los a entender melhor tudo o que está acontecendo no planeta no momento atual.


Antes porem de entrarmos neste artigo queremos que vejam estes vídeos abaixo, um deles de David Icke que também fala sobre o assunto.





David Icke Expõe a Mentira sobre a história de Israel - A FRAUDE MAIS CRUEL





Publicado a 27/07/2014

David Icke expoe a verdadeira história de Israel com fontes e dados.
Na descrição abaixo tem 2 links para download dos livros citados no vídeo:





O Fruto do Sionismo dos falsos "judeus" Ashkenazi (Os Iluminados)






Publicado a 01/07/2012

A TV nunca vai te mostrar esta verdade, pois toda a mídia é deles, dos falsos judeus ashkenazi, sionistas "Illuminati"






O Reino dos Khazares (Parte I)



O Reino dos Khazares
Embora muito pouco conhecido no Ocidente (e também MUITO pouco divulgado), e sobre esse assunto, pouco conhecido até mesmo para aqueles que atualmente ocupam suas terras ancestrais, o reino KHAZAR tem sido responsável pela formação substancial da história e da paisagem política da Europa atual e, especificamente, da Ásia Ocidental, mas também é responsável a um notável grau pela totalidade dos acontecimentos humanos neste planeta, principalmente os atuais.



Filho do homem, dirige o teu rosto contra Gog, terra de Magog, príncipe e chefe de Meseque e Tubal (Thubal estrela da constelação de Draco, ou o Dragão), e profetiza contra ele.”  Ezequiel 38:2 


Introdução

"Em 948 D.C., ou seja, mil anos antes da criação do moderno Estado de Israel, existia um reino judeu na margem oriental da Europa, à montante dos rios Volga e Don.” 

Assim começa uma tese do autor judeu Kevin Alan Brook. O reino de que ele fala parece, em primeira consideração, ser composto por quase muita desinformação, “mito” de informação, e curiosamente, nenhuma informação, porque não há fato histórico real demonstrável.

Ainda que sob escrutínio, este reino conhecido como Khazaria, ou o Reino dos Khazares, é claramente revelado em um vasto corpo de evidências históricas, muitas das quais veio à luz somente nas últimas três a cinco décadas. 

Este reino misterioso, que contribui grandemente para moldar o nosso mundo moderno a um espantoso (e preocupante) grau, uma vez que ocupava uma imensa área de terra de mais de um milhão de milhas quadrados que se estende do oeste da Hungria / Áustria, a leste com o Mar de Aral, ao norte com o rio Volga, e sua região que se estende para o sul, a Cordilheira do Cáucaso, entre o mar Negro e mar Cáspio, foi naquela época, literalmente, o maior país do mundo. 

Foi somente nas últimas décadas de nossos dias, no entanto, que a maior evidência documentada de manuscritos antigos veio à luz e revelou a surpreendente e verdadeira história deste antigo reino e a sua ligação com as origens do moderno estado de ISRAEL. 




Mapa do Império Khazar no início do século 10.



Embora pouco conhecido no Ocidente, e desconhecido até mesmo para daqueles que atualmente ocupam suas terras ancestrais, o reino Khazar tem sido responsável pela formação substancial da história e da paisagem política da Europa e, mais especificamente, da Ásia Ocidental, mas também é responsável em elevado grau pela totalidade dos acontecimentos humanos neste planeta.

Arthur Koestler (ele próprio um judeu askhenazi), o autor do livro A Décima Terceira Tribo, com certeza o trabalho mais expansivo e único sobre o assunto, afirma: A história do Império Khazar, começa a emergir lentamente do passado parecendo o mais cruel embuste que já foi praticado na história.” (1)


Esta é a história de um reino de povos beligerantes, guerreiros nômades caucasianos, da raça BRANCA ARIANA, não tendo nenhuma ascendência ligada com qualquer coisa deste lado israelita de Noé, ou raça semita, ainda, que adotando o judaísmo talmúdico e tornando-se dominante – e praticamente a única – força atual do Judaísmo Internacional no século XXI.

No decorrer deste trabalho, fatos e as questões mais marcantes, serão apresentados sem uma dependência demasiado extensa da documentação histórica, no entanto, considerando a delicadeza do assunto – especialmente nesta era moderna, onde as divergências de agendas de determinados assuntos “politicamente correto” podem resultar em epítetos de racismo ou de anti-semitismo – e por razões óbvias de precisão, a documentação é razoável e abrangentemente necessária.

O que, em circunstâncias diferentes, poderia revelar-se um seco tratado da história judaica do Leste Europeu é, se analisada de perto, na verdade, uma narrativa de eventos que tem estabelecido um caminho sequencial, e até mesmo mais do que isso, conduz até a destruição do New York World Trade Center, em 11 de setembro de 2001. Esta linha de tempo histórica foi corrigida no seu curso atual, que, por todas as aparências e de uma forma mais inesperada, é que culminam com o cumprimento das profecias bíblicas do Livro das REVELAÇÕES/Apocalipse, de João e a Guerra do ARMAGEDOM.

Mas então, sempre foi assim com a profecia. O aspecto mais consistente na natureza do cumprimento profético é que é sempre surpreendente Deus, que sempre trabalhou para completar seus desejos, profeticamente, de maneira que por não ter sido entendido, até revelou em retrospectiva em função dos acontecimentos reais.

Nisto, será mostrado que o grito de “anti-semitismo” lançados contra aqueles que se opõem a ações internacionais de uma parte dos seres que se autodenominam judeus, seria muito mais como um escocês emigrado para a América decidir viver em uma reserva indígena Apache, vindo a dominar a sua política e economia, e em seguida, alegando que quem discordar com a sua agenda política e social é racista e anti-Apache em suas crenças.


Uma Perspectiva Histórica


Pouco depois da morte de Maomé em 632 D.C., de acordo com o professor da Universidade de Columbia, D.M. Dunlop, exércitos árabes iniciaram uma campanha para o norte da Arábia Saudita de hoje, a varrer “com o naufrágio de dois impérios e carregando tudo à frente deles até que encontraram a grande barreira montanhosa do Cáucaso.



A Cordilheira do Cáucaso, entre o Mar Negro (esquerda) e o Mar Cáspio (direita).



Observa Dunlop, esta barreira, uma vez superada, o caminho estaria aberto para as terras da Europa do Leste e o sul da hoje Rússia.” Se tivesse o Califado (o exército do califa muçulmano) atravessado a barreira geológica imensa e inconquistável, que é as montanhas da Cordilheira do Cáucaso, a história da Europa e, de fato, do resto do mundo judaico-cristão teria sido muito diferente do que é hoje.

Foi no Cáucaso, no entanto, que os árabes encontraram os khazares, iniciando uma guerra que durou mais de um século e que efetivamente impediu a Europa de se tornar islâmica. Como Kevin Alan Brook diz em seu trabalho, "tão poderosos, social e militarmente, foram os khazares, os judeus da Khazaria, que um imperador dos bizantinos do século 10 (Império Romano na atual Turquia), Constantino Porphyrogenitus, enviou correspondência aos khazares marcadas com um selo de ouro com valor de 3 solidi - mais do que o 2 solidi, que sempre acompanhava as cartas endereçadas ao Papa de Roma, ao Príncipe dos Rus (ancestrais dos Russos) e ao príncipe dos húngaros".






O Professor Peter Golden, da Universidade de Rutgers, referido por Brook como “uma das principais autoridades sobre os khazares”, escreveu, a "todas as crianças do Ocidente tem sido ensinado nas escolas que se não fosse por Charles Martel e sua vitória contra os muçulmanos na batalha de Poitiers, poderia haver uma mesquita onde a catedral de Notre Dame está agora." Golden enfatiza ainda que poucos eruditos estão cientes de "que se não fossem os khazares Orientais, a Europa poderia muito bem ter-se tornado uma província do Islã." (4)
 
(N.T.: A Batalha de Poitiers, também conhecida como Batalha de Tours, travou-se entre o exército do Reino Franco, liderados por Carlos Martel — prefeito do palácio de Paris, da dinastia Carolíngia, governante de fato do reino Merovíngio — e o exército do Califado de Córdoba, liderado por al-Gafiqi, governante de Córdoba, em 10 de outubro de 732. Esta batalha é citada como sendo o marco do final da expansão muçulmana na Europa medieval. O exército franco postou-se junto a cidade de Tours, para sua defesa. O ataque muçulmano foi rechaçado, com a morte de seu comandante, junto a cidade de Poitiers.)

As forças de cavalaria khazarianas, com uma tropa de origem principalmente turcas e pagãs, podiam por vezes, e quando atacadas, mostrar um ardor desastroso e muita crueldade para com os inimigos de Khazaria. Eles também foram provavelmente os mais disciplinados taticamente e estrategicamente, o poder marcial/militar mais potente naquela época e naquela região. A prova de que eles eram extremamente calculistas na sua abordagem às questões internacionais reside no fato de que, em contraste com a sua brutalidade, funcionários Khazares eram freqüentemente consultados como emissários diplomáticos e os mediadores por todas as forças políticas em torno da Khazaria. Os Khazares e seu império eram naquele momento da história da idade média, altamente respeitados e temidos – e com muita razão. (5)


No auge de seu império, acredita-se que o khazares tinham um exército permanente, que poderia ser quantificado em torno de cem mil guerreiros e controlavam ou exigiam tributo, surpreendentemente, para mais de trinta diferentes nações e tribos que habitavam o vasto território entre o Cáucaso, o Mar de Aral, os Montes Urais e as estepes ucranianas (parte da antiga rota da seda). (6), (7) 

Durante seu apogeu, a Khazaria abrangia completamente às terras do que são atualmente as regiões de Astrakhan, Kalmykia, Daguestão, Volgogrado, Rostov, Inguchétia, Kabardino-Balkarsk, Ossétia do Norte e a Chechênia. “Em sua extensão máxima (no século IX), Khazaria não abrangia apenas o norte do Cáucaso e o delta do Volga, mas também foi alargado a oeste até Kiev, hoje Ucrânia”, disse Brook. (8)




O auge do Império Khazar e seu domínio de uma vasta região na Europa central e do Leste


O arqueólogo Soviético M.I. Artamonov afirma que, durante um século e meio, os khazares eram os comandantes supremos da metade sul da Europa Oriental (a leste da hoje Áustria e Hungria) e apresentou um baluarte praticamente impenetrável, bloqueando o portão natural entre os montes Ural e o Mar Cáspio, rota natural da Ásia para a Europa central e ocidental. Durante todo esse período, os Khazares detiveram o avanço das tribos nômades do Oriente (Ver mapa acima). (9)


Até recentemente, uma grande parte do problema com o não conhecimento histórico do antigo território Khazar pelo mundo moderno, existiu mais pelo fato da antiga área geográfica do país ter feito parte da antiga União Soviética, que insistiu na interpretação dos dados arqueológicos “no âmbito do materialismo histórico marxista.” (10)  

Esta versão da Cortina de Ferro de revisionismo histórico, causado pelos soviéticos para interpretar os dados, foi de tal forma, a apresentar-se como um fato bem fabricado mas errado.
Esta raça peculiar e obscura que habitava aquela terra foi descrita com olhos azuis e pele muito clara. Comumente eles tinham longos cabelos avermelhados e foram relatados como muito grandes de estatura e ferozes de semblante. (11) 

Outras fontes acrescentaram observações que havia “khazares negros ” e “khazares brancos”, notando que estes últimos eram “de pele clara e bonita, enquanto os anteriores eram de pele escura”. Isso tem, no entanto, sido bastante refutado pelos estudiosos que estabeleceram que a distinção não era racial, mas social. O “Negro” ou “Kara” khazares constituíram o estrato inferior ou casta, enquanto o “branco” ou “AK” khazares eram das classes nobres ou reais. Este tipo de distinção de classe era bastante comum na Europa Oriental como evidenciado pelos termos mais comumente conhecido como “Black Russian” e “White Russian”, indicando a cor da classe, mas não da pele. (12)


Em seu livro Uma Introdução à História dos Povos turcos, Peter Golden afirma que os crônicas chinesas de T’and-shu descreve os khazares, em geral, como “… de alta estatura, com cabelos vermelhos, rosto corado e de olhos azuis. cabelo preto é considerado um mau presságio.” (13)




Mapa da península da Criméia, que avança no Mar Negro (Hoje extremo sul da Rússia) durante a era Khazar.



Khazares na conquista e na GUERRA

Da ferocidade e tendências guerreiras dos khazares há pouca dúvida nas evidências históricas e muito mais, tudo apontando para uma raça de pessoas tão violentas em suas relações com outros homens que eles eram temidos e detestados acima de todos os povos desta região do mundo. O cronista árabe Ibn Said Al-Maghribi escreve, “Eles estão ao norte da terra habitada para a sétima região, tendo sobre a cabeça a constelação do arado (a Constelação da Ursa Maior). Sua terra é fria e úmida. Consequentemente sua tez é branca, a cor dos seus olhos azuis, seus cabelos soltos e predominantemente avermelhados, seus corpos grandes e sua natureza fria, seu aspecto geral é selvagem.“ (14)


O monge Druthmar, da Aquitânia (França Medieval), do nono século, no seu comentário sobre Mateus 24:14 na Expositio in Matthaeum Evangelistam, afirmou que os Gazari ou cazares, habitaram “as terras de Gog e Magog“. (15) 

Lendas e histórias não faltam, algumas das quais são verdadeiras de acordo com o monge da Aquitânia acima citado, que giram em torno de Alexandre, o Grande e sua tentativa de cercar os khazares e colocá-los sob quarentena, já no século III a.C., devido à sua natureza violenta e bárbara, em relação ao mundo civilizado. Este esforço de Alexandre aparentemente falhou e eles escaparam, alegou Druthmar. Algumas lendas ainda afirmam que eles eram canibais. (16)


Após a conversão do reino para o judaísmo, o termo “judeus vermelhos” entrou em uso na superstição medieval dos alemães, que equiparava o seu cabelo e barbas vermelho e sua natureza violenta com dolo e desonestidade. Também é bem documentado que eles tributavam fortemente todos aqueles que passassem por suas terras, pois ninguém ousava recusar pagar-lhes os tributos. (17)


De acordo com Benjamin H. Freedman, ele próprio um judeu e de longa data um adjunto e aparente confidente de presidentes e estadistas dos EUA, em um fórum apresentado em 1961, no Hotel Willard, em Washington, DC, disse que os khazares eram tão beligerantes e hostis que eles acabaram por migrar para fora da Ásia e dispersaram-se entre as nações da Europa Oriental. Heinrich von Neustadt, em 1300, escreveu a respeito deles como "o  aterrorizante povo de Gog e Magog." (18)


O território dos búlgaros, que foram lendários pela sua ferocidade na batalha, foi conquistado pelos khazares em 642 D.C.. Uma parte deles então fugiu para o oeste, para a região do Danúbio, nos Bálcãs e formaram o que agora é a moderna Bulgária. (19) 

Mesmo nos tempos modernos, a história muçulmana recorda as invasões dos Khazares e o terror dos que habitam essa terra. Até hoje eles chamam o mar Caspio, de Bahr-ul-Khazar - “O mar dos Khazares”. (20)


Não é difícil determinar alguns dos fatores que motivam a lendária ferocidade Khazar na guerra. “Quando o bek (o chefe militar Khazar e segundo no comando apenas em relação ao próprio Kagan, o chefe supremo) envia um corpo de tropas para lutar, não se retiram do campo de batalha em nenhuma circunstância. Se forem derrotados, cada um que retornar para casa é morto. Às vezes, eles cortavam a cada soldado derrotado em dois e crucificavam-nos e por vezes eles eram enforcados em árvores.” (21)


Logicamente parece que isso provavelmente nunca aconteceu mais de uma vez, desde que esse motivo revelava até mesmo ao soldado mais recalcitrante, que a derrota nunca seria uma opção. Tal prática teria igualmente contribuído com um forte impulso para a lenda de ferocidade Khazar uma vez que, quando confrontados com a escolha de ser vencedor na batalha, ou que enfrentam a pior morte em casa, caso derrotado, as opções – e as respostas racionais para eles – eram dolorosamente distintas.

Todos esses fatos, misturados com as semilendas de Alexandre o Grande e suas tentativas de cercar os Khazares judeus vermelhos e isolá-los, levou a numerosa mitologia da vinda da fuga, no final do tempos, de Gog e Magog estar delimitado pela área das montanhas do Cáucaso. Isto como diz as lendas, a fim de cumprir a profecia bíblica na destruição final do mundo. Na verdade, mesmo lendas como essa, o Islã tem em sua mitologia.




Estas 6-letras (lidas da direita para à esquerda, como o hebraico) formam a palavra Khazar em alfabeto Rúnico e significa “Eu li [ele/isto]“. Foi escrito no fundo da Carta de Kiev, um documento escrito pelos judeus de Kiev (possivelmente Khazares) no início do século 10. As assinaturas na Carta de Kiev são de origem hebraica (ex: Yitzhak, Sinai, Yehudah) misturados com o turco e eslavo (ex: Manas, Gostata), indicando aparentemente que a conversão ao judaísmo em Khazaria foi estendida apenas a sua elite.


Em um escrito do Imam Ibn Kathir, ele afirma que o profeta Mohammed alegou, “Todo dia, o povo de Gog e Magog esta tentando cavar uma saída através da barreira (as montanhas do Cáucaso). Quando eles começam a ver a luz solar, através dela, quem está no comando deles diz: Volte, você pode continuar a escavação amanhã, e quando voltam, no dia seguinte, a barreira é mais forte do que era antes. Isso continuará até que venha o tempo em que Deus deseje enviá-los à frente, para cumprir seus planos." (22)

Como será mostrado, os muçulmanos ao sul do reino Khazar tinham boas razões para anexar essas lendas aos seus ferozes vizinhos do norte.  No entanto, nenhuma nação pode sobreviver por muito tempo, por ser exclusivamente beligerante, não importa o quão forte seja militarmente e os khazares não eram uma exceção a esta regra (como hoje os EUA não o são, inclusive porque estão sob o controle de KHAZARES MODERNOS). Como um complemento vital para a sua brutalidade nativa de que eles estavam possuídos, a sabedoria de saber ser calculista, como quando um jogador diz que, “quando a presa esta cercada precisa saber dar o bote final”.

Este sentimento calculista em política tornou-se evidente nos seus encontros diplomáticos com os romanos. O Imperador Heráclio, em 627, formou uma aliança militar com os khazares para tentar uma derrota final dos persas. Após a primeira reunião do rei Khazar, Ziebel, com o Imperador romano, os khazares exibiram, uma completa habilidade, da sua competência na bajulação diplomática – habilidades que iriam atendê-los bem e não iria desaparecer com o fim de seu reino, conforme percebemos ainda hoje. Ele, o Rei Khazar “com os seus nobres desmontaram de seus cavalos”, diz Gibbon, “… e caiu prostrado no chão, para adorar o manto púrpura de César”, o imperador romano. Tão apaixonado e impressionado ficou o imperador bizantino com essa exibição de obediência que acabou culminando com a oferta, junto com muitas riquezas, da filha de César, Eudóxia em casamento. (23)


Essa união nunca ocorreu devido à morte de Ziebel enquanto Eudóxia se deslocava para seu casamento na Khazaria. No entanto, após a derrota final dos projetos do Islã no Reino do Norte no ano 730, um casamento entre uma princesa Khazar e o herdeiro do Império Romano Bizantino resultou em uma descendência que há de governar Bizâncio como o Rei Leão, o Khazar. Assim, o “Rei do Norte”, dos Khazares, os judeus vermelhos, tinha habilmente conseguido colocar-se no trono do Império Romano. (24)


Após a derrota dos persas um novo triângulo do poder surgiu, que consiste no “Califado Islâmico, em Bagdá, o Reino Cristão, em Bizâncio e ao recém-surgido Reino Khazar do Norte. Coube a este último a suportar o peso do ataque árabe muçulmano em seus estágios iniciais, e para proteger as planícies da Europa Oriental, contra os invasores.” (25)  

Devido à sua localização geográfica única no cúspide criada pelo Mar Cáspio e o Mar Negro em ambos os lados, e a barreira montanhosa de pedra da terrível Cordilheira do Cáucaso ao longo da sua fronteira sul, defender a sua terra foi um feito consideravelmente mais fácil para os Khazares. Esta situação de geografia foi, segundo os historiadores, um dos principais fatores na formação da história da Europa Oriental, o continente europeu e, finalmente, do resto do mundo ocidental.




A Cordilheira do Cáucaso situa-se no Sudoeste da Europa, entre o Mar Negro (esquerda) e o Mar Cáspio (Direita), separando a Europa da Ásia. O ponto de maior altitude é o Monte Elbrus, que com os seus 5.642 metros constitui o ponto mais elevado de todo o continente europeu. Acima da cordilheira hoje é a Rússia e abaixo a Geórgia e o Azerbaijão.


Os Khazares tiveram, durante anos, se aventurado adiante para o sul, em suas incursões e saques dos países muçulmanos ao sul do Cáucaso. Então, no início do século VII, o Islã veio para o norte através do mesmo Paço de Kasbek que os khazares tinham usado, e começaram uma longa guerra com o “Reino do Norte.” A tentativa dos grandes exércitos muçulmanos para tomar o controle da Transcaucásia veio em 622, enquanto Mohammed (o Profeta Maomé) ainda estava liderando o Islã. Eles conquistaram a “Pérsia, Síria, Mesopotâmia, Egito, e cercaram o coração Bizantino (a atual Turquia), em um semi-círculo mortal, que se estendia desde o Mediterrâneo até o Cáucaso e a margem sul do Mar Cáspio”.

Com isso começou uma longa série de guerrilhas de incursões por ambos os lados, um contra o outro (Khazaria contra o islamismo), que durou mais de trinta anos. Estas guerras, viram os árabes serem derrotados a cada avanço, finalmente, terminando em 652 com a morte de quatro mil soldados árabes, incluindo o seu comandante, Abdal-Rahman Ibn-Rabiah, e os exércitos árabes debandar em completa desordem.

Essa incapacidade de atravessar as montanhas do Cáucaso, com sucesso, tornou logisticamente impossível para os exércitos muçulmanos criar um cerco eficaz contra a capital romana de Constantinopla, capital do império bizantino. “Se eles tivessem sido capazes de atingir a capital em Bizâncio indo através do Cáucaso e dando a volta pelo norte do Mar Negro”, diz Arthur Koestler, “O destino do Império Romano, provavelmente teria sido selado.” (26) 

Foi esta situação fortuita, juntamente com a barreira militar apresentada pelos khazares em si, que impediram a Europa de estar sob o símbolo da lua crescente do islamismo e criando uma história muito diferente do que foi verificada mais tarde. 

Após esta expulsão dos árabes da pátria Khazar, o Reino do Norte começou novas guerras por mais território, em vez de lutar por saques e espólios, incorporando os povos conquistados em um império com uma administração estável, governado pelo poderoso Kagan [o título dado ao rei Khazar, às vezes soletradoKhagan], que designou seus governadores provinciais para a administração e cobrança de impostos nos territórios conquistados. “No início do século VIII, seu estado estava suficientemente consolidado para os khazares tomarem a ofensiva contra os árabes “, em vez de apenas se defenderem contra os ataques muçulmanos. (27)




O monte Elbrus com seus dois picos gêmeos em imagem tridimensional, o ponto mais alto da Europa com 5.642 metros de altitude, uma barreira intransponível na Cordilheira do Cáucaso.


Houve um breve período de incursão muçulmana na Khazaria onde o califa Marwin II, em um ataque surpresa, em duas vertentes de ataque, empurrou os khazares para trás em sua própria terra até para a região do Rio Volga. Seus termos para a paz foram apenas que o Kagan e seu povo Khazar se convertessem para a “Verdadeira Religião” – O Islã – com a qual o rei Khazar concordou, mas, aparentemente, apenas o tempo suficiente para que o califa muçulmano se retirasse completamente com suas forças militares de todo o Cáucaso.

Este incidente precedeu em apenas alguns anos a conversão definitiva do rei/monarca Khazar (e todo o seu povo) ao Judaísmo (Talmúdico). A maioria dos historiadores concorda com a motivação por trás da retirada do califa. O governante muçulmano, aparentemente, percebeu que, ao contrário dos persas mais civilizados, armênios e georgianos, os khazares eram tão bárbaros que não poderiam ser mantidos sob regime militar, a tal distância de Bagdá, sua capital. 

Como mencionado anteriormente, a maioria dos relatos históricos “oficiais aceitos por eruditos (???)” dão crédito a Charles Martel e seus guerreiros Francos “por terem salvado” a Europa do Islã. Esta versão favorável da história aos europeus, seja por ignorância ou feita propositadamente, não considera o fato de que a defesa francesa da Europa Ocidental, teria sido inútil se os khazares não tivessem parado a ofensiva muçulmana pelo leste.

O resultado histórico impressionante de tudo isto é que o reino Khazar podia, eventualmente,  criar e depor um imperador do trono de maior poder de decisão na terra naquela época, o Império Romano / Império Bizantino. (28) 

Isto, aparentemente, foi apenas o começo, embora os registros da antiguidade, até recentemente, em grande parte perdem de vista (convenientemente) esta raça de judeus vermelhos Khazares, historicamente obscuros, mas imensamente influentes

Uma nota interessante para a ferocidade legendária dos khazares novamente revela sua natureza brotando como consumados negociadores e políticos, um talento que só se intensificou com a adoção do judaísmo talmúdico. Em A Décima Terceira Tribo, Arthur Koestler fala do imperador bizantino Teodósio II (401/450), que tinha a intenção de assegurar a amizade do guerreiro da raça Khazar”, mas o chefe Khazar ganancioso, chamado Karidach, considerando o suborno oferecido a ele pelos romanos inadequado, lutou ao lado dos hunos que cercavam o império romano em 447. 





Medalha da época do renascimento com a inscrição “Atila, Flagelum Dei”



Átila (406 – 453, cognominado o flagelo de Deus) derrotou os caciques rivais de Karidach, instalou-o como o único governante da Akhatzirs (um nome dado aos "khazares Brancos"), e o convidou a visitar sua corte. O rei Khazar Karidach agradeceu profusamente pelo convite, e passou a dizer que «seria muito difícil para um homem mortal (no caso ele mesmo) olhar para o rosto de um deus (nesse caso, Átila). Pois, como não se pode olhar para o disco do Sol, menos ainda se podia olhar para o rosto do deus maior, sem sofrer ferimentos. Átila deve ter ficado satisfeito, pois ele confirmou Karidach em seu posto de governo."


(Átila, o Huno (406 – 453), também conhecido como a Praga de Deus ou o Flagelo de Deus, foi o último e mais poderoso rei dos hunos. Governou o maior império europeu de seu tempo desde 434 até sua morte. Suas possessões se estendiam da Europa Central até o mar Negro, e desde o Danúbioaté o Báltico. Durante seu reinado foi um dos maiores inimigos dos impérios romanos Oriental e Ocidental: invadiu duas vezes os Bálcãs, esteve a ponto de tomar a cidade de Roma e chegou a sitiar Constantinopla na segunda ocasião.
Marchou através da França até chegar a Orleães, antes que o obrigassem a retroceder na batalha dos Campos Cataláunicos (Châlons-sur-Marne) e, em 452, conseguiu fazer o imperador Valentiniano III fugir de sua capital, Ravena. Ainda que seu império tenha morrido com ele e não tenha deixado nenhuma herança notável, tornou-se uma figura lendária da história da Europa. Em grande parte da Europa Ocidental é lembrado como o paradigma da crueldade e da rapina. Alguns historiadores, por outro lado, retrataram-no como um rei grande e nobre, e três sagas escandinavas o incluem entre seus personagens principais.)

A morte de Átila, o huno, entretanto, precipitou o colapso do império huno e deixou um vácuo de poder na Europa Oriental, que os khazares finalmente preencheram. Eles passaram então a dominar todas as outras tribos em torno de seu país, na medida em que, pouco tempo após sua derrota, essas tribos foram praticamente esquecidas em relatos históricos posteriores. Os Khazares simplesmente tragaram-nas, historicamente falando. O momento mais difícil que encontraram em suas conquistas foi a partir do choque com os búlgaros, que foram “esmagadoramente derrotados” por volta do ano 641, com um grande número migrando para o oeste em direção ao Danúbio e, como mencionado anteriormente, eventualmente, estabelecendo o que é hoje o moderno estado da Bulgária. (29) 



Estes símbolos de uma tribo turca (chamado “tamgas”) foram inscritos em língua judaica em pedras desenterradas em Tmutorokan (Fanagória). Estas mesmas pedras também retratam os 7 braços-ramificados do castiçal menorah. (Fonte: Abraham N. Poliak, Kazariyah: Toldot mamlaxa Yehudit be’europa. Tel Aviv, 1943/1944).


A CONVERSÃO DO REINO KHAZAR AO JUDAÍSMO 


“Uma nação de judeus turcos guerreira deve ter parecido aos rabinos ocidentais tão estranhos quanto um unicórnio circuncidado”.  “A. Koestler”


De acordo com Benjamin Freedman a conversão dos khazares ao judaísmo foi precipitada pela aversão de seu monarca do clima moral em que seu reino tinha descido. Freedman alegou, e outros historiadores confirmam que os rituais khazares  eram”primitivos” e engajados em formas de adoração extremamente imoral das práticas religiosas, entre elas o fálico. O sacrifício de animais também foi incluído em seus ritos pagãos.

A estrutura Khazar religiosa centrada em torno de um xamanismo conhecido como Tengri, que incorporou o culto aos espíritos e do céu, bem como zoolatria, a adoração de animais. Tengri era também o nome de seu Deus “imortal que criou o mundo”, e entre os primeiros animais nos sacrifícios feitos para esta divindade estavam os cavalos. (30)


A mecânica real de transformar o reino Khazar ao judaísmo foi, e a maioria dos historiadores concorda, muito bem pensada – a partir de uma perspectiva humanista, pelo menos – em vez de forma aleatória e caprichosa como alguns acreditavam.

De acordo com George Vernadski, em seu livro A História da Rússia, em 860 D.C., uma delegação de khazares foi enviada para Constantinopla (hoje conhecida como Istambul), que era então o que restava da antiga capital do antigo Império Romano de Bizâncio, que se tornou cristão sob o imperador Constantino. 
Sua mensagem foi:
Conhecemos Deus, o Senhor de tudo (referindo-se aqui para a divindade pagã Tengri) desde tempos imemoriais… E agora os judeus estão incitando-nos a aceitar a sua religião e costumes, e os árabes, por sua vez, chamam-nos para a sua fé, prometendo-nos a paz e muitos presentes. (31)




Impressões assemelhando-se a estrela judaica de David foram descobertas em dois locais Khazar, um ao longo do rio Donets no leste da Ucrânia e os outros ao longo do rio Don, no sul da Rússia. Este à esquerda é um disco de metal circular, interpretado pelo professor Bozena Werbart, da Universidade da Umea, como judeu, mas visto por outros como xamã ou pagão. A natureza circular do disco pode representar o sol, e os 6 pontos podem representar os raios do sol. Estudiosos inclinam-se para atribuir o disco para o xamanismo do deus Tengri devido ao fato de que há também exemplos conhecidos de discos de sol khazarianos com 5 ou 7 pontos, ao invés de consistentemente 6. Alguns dos judeus turcos em sepulturas Chelarevo no que costumava ser parte Hungria contem gravuras da Estrela de Davi e se acredita que pertencem aos migrantes Khazar Kabar. No entanto, a alegação de que a Estrela de Davi primeiro se tornou um símbolo do nacionalismo judeu em Khazaria não é de forma certa. 



Este recurso, em todas as suas implicações, foi, obviamente, com a finalidade de trazer o Império Romano cristão para o debate com um olho, talvez, para um argumento equilibrado entre as grandes religiões monoteístas. Brook faz a observação de que “esta declaração mostra que os judeus estavam procurando ativamente converter a região Khazaria em 860.” Ele acrescenta ainda que “no ano de 860, (ano Cristão) São Cyrilo e Methodius foram enviados como missionários para os khazares pelo imperador bizantino Miguel III. Desde que os khazares solicitaram que um erudito cristão viesse a Khazaria para debate com os eruditos judeus e muçulmanos “. (32)


Na medida em que o mundo tem raramente (ou talvez nunca) testemunhado que entre todas as culturas, as pessoas mais hábeis na arte de debate religioso são os judeus rabínicos, a conversão do Khazar para o judaísmo talmúdico não é um resultado surpreendente, dado que um fórum de debates seria um fator de determinação na sua escolha final, ao invés de percepções puramente espirituais. O resultado foi ainda mais garantido pelo fato de que os representantes cristãos no debate vieram de uma igreja nos últimos anos de formação do Sacro Império Romano, no qual, por esse tempo, a sensibilidade espiritual tinha-se tornado algo raro ou quase extinto. (como na igreja católica de hoje)
Foi nesse período de tempo (cerca AD 740) que o rei Bulan da Khazaria tinha a reputação de ter se convertido ao judaísmo. No debate entre os mullah islâmico, o sacerdote cristão e o rabino judeu, cada um apresentou ao rei as vantagens e as verdades de seus próprios preceitos da fé. Este rei, entretanto, de acordo com alguns relatos da história, tinha a sua própria lógica para determinar qual religião devia abraçar. Ele pediu que cada representante, por sua vez, falasse qual das outras duas fés ele considerava superior. O resultado foi que o muçulmano indicou o  judaísmo sobre o cristianismo, o padre cristão escolheu o judaísmo sobre o Islã. O rei então concluiu que o judaísmo, sendo o alicerce sobre o qual ambas as outras religiões monoteístas foram construídas, seria o que ele e seus súditos deveriam abraçar. Os Khazares, eles mesmos também sendo monoteístas tinham, aparentemente, manifestado reservas sobre a natureza politeísta da doutrina da Trindade dos cristãos. (33)


De modo a não excluir a visão islâmica destes eventos, o seguinte é tomado pelo pesquisador D.M. Dunlop, de al-Bakri do século XI, do trabalho: Livro dos Reinos e Estradas:




Amuletos desenterrados em cemitérios do Império Khazar.



“A razão para a conversão do rei dos Khazares, que anteriormente tinha sido um pagão, ao judaísmo foi a seguinte. Primeiramente ele tinha adotado o cristianismo. Então, ele reconheceu o erro de sua crença e começou a falar com um de seus governadores sobre o preocupação com o qual ele foi tomado. O outro disse-lhe, ó rei, o povo do livro forma três classes. Peça-lhes para obter informações delas, em seguida, então siga a que estiver de posse da verdade. Então ele solicitou aos cristãos um bispo.

Agora ele não era como o rabino, um judeu hábil no debate, que disputava com o bispo, pedindo-lhe, O que você diz sobre Moisés, filho de Aarão, da Toráh, que foi revelada a ele? O outro, o bispo cristão respondeu, Moisés é um profeta e, a Toráh é verdadeira. Então, disse o judeu ao rei: Ele admitiu a verdade do meu credo. 

Pergunte-lhe agora em que ele acredita. Então o rei perguntou-lhe e ele respondeu, eu digo que o Messias, Jesus, filho de Maria, é a Palavra, e que ele deu a conhecer os mistérios em nome de Deus. Então os judeus disseram ao rei dos Khazares, “Ele confessa uma doutrina que eu não conheço, quando ele admite que conhece a que eu expus”.

Mas o bispo não era forte em demonstrar sua provas. Então, o Rei dos Khazares convidou os muçulmanos, e eles enviaram-lhe um homem inteligente e sábio que entendia de disputa. Mas o judeu contratou alguém que o envenenou a caminho do debate, de modo que ele morreu. E o judeu foi capaz de convencer o rei para sua religião. ” (34)


Koestler apresenta uma alternativa interessante para esses pontos de vista. Sua posição foi de que a conversão do rei era essencialmente uma decisão política. “No início do século VIII”, escreve ele, “o mundo estava polarizado entre as duas superpotências que representavam o cristianismo e o islamismo. Suas doutrinas ideológicas foram moldadas com poder político seguido pelos métodos clássicos de propaganda, subversão e conquista militar “.

Pode-se observar aqui que é bastante evidente que o cristianismo moderno tem aprendido bem esta mesma forma de arte de governar (propaganda, subversão e conquista militar) na medida em que adotaram o mesmo comportamento diretamente a partir do primeiro milênio da história da igreja.

“O Império Khazar representou uma terceira força”, Koestler continua, “que tinha provado ser igual a qualquer um deles, tanto como um adversário e um aliado. Mas isso só poderia manter a sua independência, não aceitando nem o cristianismo nem o Islãm – para qualquer escolha seria ficar automaticamente subordinado à autoridade do imperador romano ou ao califa em Bagdá. ” (35)


Embora eles não sofrerem a falta de esforços prolongados pelo islã ou do cristianismo para converter os khazares às suas respectivas religiões, que resultou em não mais do que uma troca de gentilezas políticas e dinásticas (isto é, casamentos e mutáveis alianças militares, etc.) ficou claro que os khazares estavam determinados a preservar a sua supremacia como uma “terceira força” no mundo da época, e líder incontestável dos países e povos tribais da Transcaucásia. Eles viram que a adoção de uma das grandes religiões monoteístas que confere ao seu monarca o benefício de ambos, a prelazia e a autoridade judicial, o que o seu sistema de xamanismo não tinha, e que os governantes dos outros dois poderes eram claramente beneficiados. (36) 


J. B. Bury concorda: “Não pode haver nenhuma dúvida”, diz ele, “que o governante era motivado por motivos políticos para a adoção do judaísmo. Abraçar o islamismo teria feito dele um dependente espiritual dos califas, que tentou impor a sua fé aos khazares, se tivesse optado pelo cristianismo haveria o perigo de ele se tornar um vassalo eclesiástico do Império Romano. O judaísmo era uma religião respeitável, com os livros sagrados que tanto cristãos quanto muçulmanos respeitavam, fato que o elevou acima dos bárbaros pagãos, e assegurou-o contra a interferência do Califa ou Imperador romano. ” (37)


Seria ilógico, no entanto, pensar que os governantes khazarianos tinham abraçado o judaísmo às cegas, sem conhecimento profundo do que eles estavam aceitando. Eles tinham encontrado a fé inúmeras vezes ao longo do século anterior, de comerciantes e de refugiados que fogem da perseguição das mãos dos romanos, e, em menor grau, a fuga de judeus das conquistas árabes muçulmanas da Ásia Menor.

Benjamin Freedman manifesta de forma diferente a ciência por trás do processo de escolha da religião nacional Khazar pelo judaísmo. Ele afirma que eles eram muito mais informais e aleatórios, e quase não tão intelectual na sua abordagem.




Khazaria: A Fortaleza Khazar de Sarkel construída em torno de 830 d.C., às margens do Rio Don, (Vyezha Belaya, Rússia). Foto aérea das escavações arqueológicas conduzidas por M.I. Artamanova durante a década de 1930.



Pouco importa quais os mecanismos foram utilizados para a conversão do reino Khazar ao judaísmo. Importa apenas que o fato aconteceu, e que isso aconteceu com um histórico retinir de um sino que reverbera até os dias de hoje.

“A religião dos hebreus”, escreve John Bury, “exerceu uma influência profunda sobre o credo do Islam, e que também foi uma base para o Cristianismo, que havia vencido prosélitos espalhados, mas a conversão dos khazares à religião não dissoluta de Jeová é única na história.” (38)


É realmente um evento histórico único, como alegadamente denuncia, mas também é interessante que ele deveria se referir à sua conversão ao judaísmo talmúdico como “a religião indissoluta de Jeová”. É evidente que os atuais judeus etíopes de hoje que discordam com o Sr. Bury e seu enunciado sobre este assunto, uma vez que os etíopes não aderiram aos preceitos do Talmud, Mishnah, Midrash ou qualquer um dos textos extra bíblicos que têm surgido desde o fechamento do Antigo cânon do Novo Testamento.

Esses judeus do norte da África reivindicam somente a Toráh como a sua autoridade das Escrituras Sagradas. E, ao contrário de seus distantes “irmãos” do Talmud, eles, os etíopes praticam a sua religião com calma e relativamente sem envolvimento na política mundial, diferentemente dos judeus herdeiros de Khazaria, que fundaram o estado moderno de Israel. 

De acordo com um documento antigo chamado de Resposta do Rei Joséph para Ibn Hasdai Shaprut, Joseph (mais tarde rei dos khazarianos) afirmou que, “Desde então, o deus todo poderoso ajudou (ao Rei King Bulan) e reforçou-o. Ele e seus escravos circuncidaram-se e o Rei mandou enviados que trouxeram os sábios de Israel, que interpretaram a Toráh para ele bem como colocaram os preceitos dispostos em ordem“. (39)


Parece haver tantos relatos históricos sobre a forma como o Rei Bulan foi convertido ao judaísmo, pois há historiadores e místicos para apresentá-las. Muitos deles envolvem visões de anjos, como o conto por um filósofo judeu sefaradita detalhando um sonho em que um anjo disse ao rei que suas “intenções são desejáveis para o Criador”, mas continuou que a observância do xamanismo não era. (40) 

No referido documento, Resposta de King Joseph, afirma o autor que, nesse mesmo sonho ao rei Bulan, Deus prometeu que, se ele abandonasse a sua religião pagã e adorasse o único Deus verdadeiro, que Ele iria “abençoar e multiplicar a descendência de Bulan, e entregar os seus inimigos em suas mãos, e fazer seu reino durar até o fim do mundo“.

Acredita-se pelos estudiosos que o sonho foi projetado para simular o Pacto em Gênesis com Abraão e pretende implicar que “os khazares também reivindicam o estatuto de uma Raça Escolhida, um povo eleito, que fez sua própria aliança com o Senhor (Mas qual senhor???), mesmo que eles não eram descendentes da descendência de Abraão (raça Semita, os descendentes de Sem, um dos filhos de Nóe). (41) 

O rei Joseph corrobora isto em seu documento, ele afirma ter rastreado positivamente a ascendência de sua família no passado, não ser oriunda de Sem, o filho de Noé, o pai dos semitas “ou de povos semitas, mas sim para outro dos filhos de Noé. “Apesar de um feroz nacionalista judeu, orgulhoso de empunhar o” cetro de Judá “, Koestler diz,” ele não pode, e não reclama, para eles, a origem semita, ele traça seus ancestrais … ao terceiro filho de Noé, Jafé , ou mais precisamente para o neto de Jafé, a Togarma, o ancestral de todas as tribos turcas“.




Esta é a parte mais alta de uma colher Khazar (concha) fabricados com prata, no século 8 ou 9 e descoberto na cidade de Kotsk, na Sibéria ocidental. Ela representa um motivo de luta livre turca. (Fonte: Stepi Evrazii vepokhu srednevekov’ia. Moscovo: Nauka, 1981, página 163.)



Koestler acrescenta uma nota de créditos genealógica do rei Joseph, um apêndice que é relevante para este estudo: “Isso também gera uma visão colateral na descrição freqüente dos khazares como o povo de Magog. Magog, de acordo com Gênesis 10:2-3 foi o muito difamado tio de Togarma“. Acrescente-se que outros dois dos filhos de Jafé, o progenitor dos khazares, são Meseque e Tubal, figuras centrais nas profecias bíblicas do fim dos tempos.

Resposta do Rei Joseph também revelou que o sucessor do Rei Bulan, o seu filho Obediah“, reorganizou o reino e estabeleceu a religião judaica apropriada e corretamente”, trazendo numerosos sábios judeus que “explicaram-lhe os vinte e quatro livros da Torá, Mishnah , Talmud, e a ordem das orações“.

Este entrincheiramento na religião judaica sobreviveu ao próprio reino dos khazares e foi transplantado, completamente, em assentamentos da Europa Oriental da Rússia e da Polônia. (42)


Qualquer que seja a máquina religiosa (e / ou sofismas religiosos) que foi posta em movimento para realizar a tarefa, a conseqüência é historicamente inegável que o rei khazar foi realmente convertido ao judaísmo talmúdico. E as conseqüências temporais que a conversão tem tocado ao longo da história como um sino com som deformado e distorcido, respondem claramente às declarações proféticas dos últimos dias da história da Terra.


A Decadência dos Khazares e A EMERGÊNCIA dos Judeus ASHKENAZIS


O reino Khazar atingiu o seu auge de poder e influência no mundo na última metade do século oitavo (750 d.C.) A sentença de morte de seu império acabou por ser visto nos navios Vikings encabeçados por Dragões em suas proas que estavam a atravessar e navegar por todas as vias principais da Europa central em suas investidas. Mesmo a ferocidade lendária dos Khazares foi ultrapassada por estes escandinavos que “não se dignaram a negociar até que eles não conseguiam vencer, eles preferiam ouro manchado de sangue, glorioso ouro a um lucro constante com atividade mercantil”. (43) 

Eles também foram chamados Rus, povo do qual descendem, entre outros, os russos.
Porque a literatura histórica da escandinava não começou até depois da época dos vikings, de fato, pouco se sabe sobre eles, muito sendo elogios apócrifos e contraditórios e quase nenhum fato merece crédito. 

Dos seus poderes militares, no entanto, praticamente todos os fatos estão em harmonia. Em seu livro, Os Magiares no século IX, C.A. Macartney cita o historiador árabe Ibn Rusta:
“Essas pessoas são vigorosas e corajosos guerreiros e quando eles descem em campo aberto, ninguém pode escapar deles sem ser destruído e as mulheres eles tomam posse e se tornam suas escravas.” (44)


Houve até um termo específico cunhado para a ferocidade Viking: berserksgangr, Do qual é derivada a palavra Inglêsa berserk. ”Essas foram as perspectivas”, diz Koestler, “… que enfrentaram os khazares.”

Mesmo à luz de sua maldade e proezas militares, estes vikings noruegueses concentraram os seus ataques sobre a pilhagem do Império Romano bizantino, preferindo o comércio com os khazares ao invés de confusão com eles. Apesar de finalmente serem derrotados em ferocidade, os khazares ainda eram capazes, por um tempo, para exigir seus dez por cento dos impostos até mesmo dos vikings sobre toda a sua “carga” (mais corretamente soletrada pilhagem) que passaram por suas terras.

Uma história interessante emerge a partir deste período do Império Khazar que dá uma idéia clara dos esquemas culturais emergentes que viria a ser espalhados por todo o mundo, pelos seus descendentes habitantes do moderno estado judeu.

Em 912 os vikings Rus, com uma armada de 500 navios, cada um ocupado por cerca de cem guerreiros, foram preparados e invadiram e saquearam as terras muçulmanas ao sul dos Khazares, com quem os khazares tinham uma aliança de proteção, devido aos milhares de fiéis muçulmanos no exército do Kagan, o chefe Khazar. O comandante Rus enviou uma carta ao Kagan pedindo permissão para passar pelo seu território, ao qual o rei Khazar permitiu se em troca recebesse metade do espólio após o seu regresso.

No regresso de sua missão sangrenta os Vikings pagaram o tributo exigido pelo khazares, os muçulmanos leais ao monarca Khazar, que viviam na parte oriental do seu reino, solicitaram ao Kagan que fossem autorizados para combater os Vikings em retaliação ao que tinham feito aos seus irmãos mais ao sul. O rei concedeu-lhes permissão para fazê-lo, o que resultou na completa erradicação da força Viking/Rus – à exceção de cinco mil pessoas que escaparam e foram posteriormente mortos pelos Butas e búlgaros, ao norte.

Aqui é retratada uma perspectiva clássica do que viria a se tornar o modus operandi do povo Khazar, e sua herança judaica em quase todas as suas relações, empresarial, social ou cultural: um rei que se torna um aliado passivo de saqueadores embora dispostos Rus / Vikings, os pedidos de metade dos despojos que eles tinham tomado em seu ataque sangrento, as licenças de um ataque punitivo contra eles pelos muçulmanos sob o seu comando próprio, mas em seguida informando aos Vikings da iminente represália que ele próprio tinha autorizado. (45) 




Estas placas de chifre encontradas perto de Shilovka retratam temas tradicionais khazarianos como a guerra e caça. Entre os animais retratados estão cavalos, coelhos, dragões e um urso. (Fonte: Svetlana A. Pletnyova, Ocherki Khazarskoy Arkheologii. Moscovo: Gesharim, 1999).


O enfraquecimento da influência militar Khazar teve uma repercusão muito grande e inesperada, na medida em que muito se apressou a extinção do Império Bizantino. Eles já não tinham uma força poderosa em suas fronteiras orientais para evitar os vikings, mongóis e outros de invadir um domínio já enfraquecido. Este fato, e facções internas dentro do reino Khazar, foi o prólogo para a dispersão da raça dos judeus Khazares em toda a Rússia e a Europa Oriental e, eventualmente, como será mostrado, para a reformulação da história do mundo.

O canto do cisne do reino Khazar não foi uma queda vertiginosa de uma série de clímax ou de batalhas decisivas, mas sim foi um fim gradual, que sucumbiu a forças superiores revolucionárias durante um período prolongado de tempo. ”Em geral, a redução do reino Khazar ocorreu lentamente”, diz S.W. Baron. “É mantida uma defesa mais ou menos eficaz contra todos os adversários invasores até o meio do século XII, quando foi vítima da invasão mongol maciça posta em movimento por Gengis Khan. Mesmo assim, teimosamente resistiu até a rendição de todos os seus vizinhos antes da sua própria .. .. Mas, antes e depois da derrocada Mongol, os khazares enviaram muitos migrantes para as terras eslavas não subjugadas ainda, em última análise, ajudando a construir grandes centros judaicos da Europa Oriental ”. (46)


“Aqui, então”, observa Arthur Koestler“nós temos o berço numerica e culturalmente dominante da maior parte do judaísmo moderno.”  A nação hebraica antiga tinha começado a ramificação para a Diáspora muito antes da destruição de Jerusalém. Etnicamente comparando, as tribos semitas das águas do Jordão e as tribos turco-Khazares no rio Volga estavam, naturalmente a milhares de “milhas de distância”, mas que tinham pelo menos dois importantes fatores de formação em comum. Cada um vivia em um entroncamento focal e vital onde grandes rotas comerciais ligando o leste e o oeste, norte e sul se cruzam, uma circunstância que os predispuseram a tornarem-se nações comerciantes, dos viajantes empreendedores, ou “cosmopolitas sem raízes” – como propaganda hostil eles assim tem sido desafetuosamente rotulados.

Mas ao mesmo tempo, sua religião exclusiva promoveu uma tendência a se manterem e ficarem juntos, para estabelecer suas próprias comunidades, com os seus próprios lugares de culto, escolas, bairros residenciais e guetos (auto-imposto originalmente) em qualquer cidade ou país que se estabelecessem. Esta rara combinação de sede por viagens e a mentalidade do gueto, reforçada pela esperança messiânica e de ser o auto proclamado povo eleito, o orgulho de raça eleita-escolhida, tanto os verdadeiros e antigos israelitas e os khazares medievais compartilhavam desses sentimentos, “embora estes últimos não sejam descendentes de Sem [Semitas] o filho de Noé, mas descendam de seu irmão, Jafé (um branco caucasiano ariano)“.
Esta, “diáspora” mais recente resultou em uma forte, muitas vezes politicamente esmagadora, influência judaica Khazar, especialmente na Hungria e Polônia, mas também em toda a Europa Oriental. Os judeus foram encontrados em posições de poder e influência política em praticamente todas as categorias principais atividades da vida de uma comunidade, empresas e sociedade. "Já poderia ter existido e havido uma pequena população, que Koestler chama de 'verdadeiros judeus', que viviam nessa região antes da chegada dos judeus khazares askhenazis, mas não pode haver dúvidas de que a maioria dos judeus modernos de hoje se originaram nas ondas migratórias de judeus khazares que cedo desempenham um papel tão dominante na história Húngara e Polonesa".

O influxo Khazar na região da Hungria / Polônia era apenas uma pequena parte de uma “massa global de migração” de sua terra natal para a Europa Central e Oriental. Eles eram empregados como professores, os administradores da receita real, os controladores do monopólio do sal (no tempo em que o sal era uma mercadoria valiosa, muitas vezes usada no lugar de dinheiro. Daí a dizer "vale o seu sal"), coletores de impostos, emprestadores de dinheiro - ou seja, os banqueiros. (47)


Os judeus da Europa Ocidental historicamente apresentavam um grande talento e perspicácia na negociação e como usurários credores (emprestadores de dinheiro) equivalente ao banqueiro de hoje, que em praticamente qualquer sociedade e em qualquer cultura em que se encontravam, eles se tornavam os possuidores de controle e influência sobre grande parte do que era riqueza da nação

No livro "Na Idade das Trevas" Cecil Roth escreveu na edição de 1973 de A Enciclopédia Britânica, que “o comércio da Europa Ocidental estava em grande parte nas mãos de judeus, não excluindo o comércio de escravos e que as palavras judeu e comerciante são usadas como termos praticamente intercambiáveis em várias línguas”. {“Dê-me o controle do dinheiro de uma Nação e pouco me importa quem faça suas leis.”   Mayer Amschel Bauer (ROTHSCHILD)}



Direita: Fotografia de peça de cinto de prata Khazar. (Fonte: A A Ivanov, vice-presidente Kopilov e Naumenko SA em Donskaya Arkheologiya No. 1 (6) (2000), placas entre as páginas 56 e 57 com relação ao artigo nas páginas 81-90.)



“A flutuação da riqueza do país”, continua Roth, “era saturada pelos judeus, a quem eram feitas periodicamente cobranças extras de impostos para depósitos em favor da Fazenda Nacional (do Tesouro Nacional ou real)” (48)


Era evidente que a classe dominante periodicamente se intimidava com o fato da massa de riqueza do seu país estar acumulada nas mãos de uma minoria tão pequena – e uma minoria muito unida nesse quesito. Isso logicamente dava a qualquer autoridade motivo de preocupação- quando um determinado grupo virtualmente controla a economia da nação e, ao mesmo tempo, parecendo ter uma lealdade tênue para o país em que residem e controlam a riqueza. Tal curso dos acontecimentos, evidentemente, levou à criação de um plano de estereótipos para os judeus e às comunidades judaicas que foi expresso – e reagiu – em várias culturas há muitos séculos.

“O núcleo do judaísmo moderno”, comenta Koestler, “assim, seguiu a velha receita: avancem em busca de novos horizontes, mas fiquem juntos.” (49) 

Isso, como já mencionado, foi o curso dos judeus semitas da Europa Ocidental, mas a semelhança entre eles e os judeus khazares é impressionante, especialmente em sua aptidão ímpar para as coisas econômicas e políticas. Essa massa de dados históricos “levou muitos historiadores a fazer a conjectura de que uma parte substancial, e talvez a maioria dos judeus europeus orientais – e, portanto, dos judeus de todo o mundo – pode ser de Khazares e não ser de origem semita.”

As amplas implicações dessa hipótese podem explicar a grande cautela exercida pelos historiadores para abordar este assunto – se não evitá-lo completamente. Assim, na edição de 1973 da Encyclopaedia Judaica, o artigo “khazares” é assinado por Dunlop, mas há uma seção separada lidando com os judeus “Khazares após a queda do Reino”, assinado pelos editores e escrito com a intenção óbvia de evitar perturbar os crentes no dogma da raça (semita) “eleita/escolhida”. (50)


Abraham N. Poliak, Professor de História Medieval Judaica da Universidade de Tel Aviv no pós-guerra, questionou "até onde podemos ir em relação a este judaísmo (Khazar) como o núcleo do grande assentamento judaico na Europa Oriental." Poliak declara que, "os descendentes dos assentamentos que permaneceram onde estavam, aqueles que emigraram para os Estados Unidos e outros países, e aqueles que foram para o moderno estado de Israel se constituem agora na grande maioria dos judeus do mundo." (51)  

Alguns historiadores, como o austríaco Hugo Kutschera, afirmam que os judeus da Europa Oriental não eram uma parte, mas sim totalmente de origem Khazar. (52)


Há ainda mais uma prova de que os judeus da Europa Oriental não tiveram origem no Ocidente, é o iídiche, a língua comumente usada pelos judeus europeus do Leste. O Iídiche era, até a última parte do século XX, uma linguagem em processo de extinção. É uma amálgama de várias línguas, principalmente hebraico, e escrito com caracteres hebraicos, mas que inclui muito do alemão medieval e componentes de outras linguagens como o eslavo. Os elementos incorporados ao iídiche alemão tem demonstrado claramente que ele se originou no leste da Alemanha, onde se juntou às regiões eslavas da Europa Oriental. Iídiche é uma espécie de "esponja linguística" na medida em que absorve e incorpora o que significa as palavras ou expressões idiomáticas mais adequadas à sua finalidade. O Dialeto poderia naturalmente se tornar um marco cultural para qualquer região em que foi falado, pois absorveu os indicadores reveladores de dialeto como uma tatuagem. (53)


Outro respeitado historiador austríaco, Matisyohu Meises, questiona, “Será que o ponto de vista geralmente aceito, segundo o qual os judeus alemães uma vez imigraram para a França sobre o Reno, esta errado?” Meises, que virtualmente quase nada sabia sobre os khazares, ficou perplexo com o fato de que nenhuma raiz linguística Iídiche pode ser rastreada na Europa Ocidental. Ele também observou que, inexplicavelmente, não havia uma grande lacuna geográfica que delineasse claramente o iídiche falado pelos Khazares Orientais como transplantada de qualquer língua falada na Europa Ocidental. (54)


Sumarizando Koestler diz: “À prova acrescenta-se um forte argumento a favor dos historiadores modernos – se austríaco, israelense ou polonês – que, independentemente uns dos outros, têm argumentado que a maior parte do judaísmo moderno não é de origem palestina (semita), mas de origem caucasiana (raça branca, ariana). A corrente principal das migrações judaicas não fluíram a partir do Mediterrâneo através da França e da Alemanha para o leste e então para o oeste outra vez. O fluxo movido na direção oeste, de forma consistente, foi desde o Cáucaso através da Ucrânia, na Polônia, e dali para a Europa Central.

Quando esse assentamento sem precedentes começou na Polônia, simplesmente não havia judeus semitas suficientemente próximos, a oeste, o bastante para explicá-lo, enquanto que no leste uma nação inteira e judaica em suas crenças (os judeus khazares), estava já em movimento para novas fronteiras.” (55)


"A evidência de que a população judaica moderna é de origem Khazar," observa Koestler, "indica claramente que os seus antepassados não vieram da Jordânia, mas a partir do Rio Volga, e não de Canaã, mas do Cáucaso, que acredita ser o berço da raça ariana e que geneticamente estão mais estreitamente relacionados com os Hunos, Uigures e tribos magiares do que com a descendência de Abraão, Isaac e Jacó. Esta conclusão, então, logicamente, torna o epíteto de 'anti-semitismo' vazio de sentido", diz Koestler.



Estatueta de um antigo guerreiro das tribos Khazares, ariano com um forte traço de aparência oriental.


A última conclusão é uma posição dos árabes palestinos e poderia muito bem disputar com Mr. Koestler devido ao fato de que esta revelação coloca, ironicamente, os judeus modernos, atualmente ocupando a Palestina, numa posição nada invejável de eles próprios, serem anti-semitas - uma ironia histórica de proporções um pouco surpreendente. (56)


Mas pode-se perguntar qual etnia se tornou a maior parte da população real de “judeus” em toda a Europa hoje?

Para o fim do século IX, os assentamentos judeus da Alemanha, que eram quase todos de origem semita, foram praticamente dizimados por uma multidão “histérica” que resultou da Primeira Cruzada em 1096. A Encyclopedia Britannica sobre as Cruzadas, vividamente estabelece a mentalidade dos cruzados:  “Ele pode esfaquear todos, até que seu tornozelo nade profundamente no sangue e, em seguida ajoelhe-se no cair da noite, chorando com muita alegria, no altar do Santo Sepulcro – pois não era vermelho o lagar do vinho do Senhor?” (57)


Os judeus que se encontravam a si mesmos no “lagar” ajudavam significativamente na sua própria morte. Como os de Massada, que cometeram suicídio em massa ao invés de render-se aos exércitos de Roma, uma grande parte dos judeus da Renânia (Alemanha) e países vizinhos, quando colocados diante da escolha entre o batismo ao “Cristianismo” ou morte nas mãos de seus captores, nem hesitavam e escolhiam pela solução de Massada, o suicídio coletivo.

Imitando a prontidão de Abraão, em uma grande escala, de sacrificar Isaac, abatiam os pais aos seus filhos e os maridos as suas esposas. Esses atos de horror indescritível e heroísmo foram realizados sob a forma de abate ritual sacrificial com facas afiadas em conformidade com a lei judaica. Às vezes os sábios líderes da comunidade, supervisionando a imolação em massa, eram a última parte a tirar a própria vida com suas próprias mãos. Na histeria em massa, santificada pelo brilho do martírio religioso e compensados pela expectativa confiante de recompensas celestiais, nada parecia ter importância, mas para acabar com a vida antes que uma caia nas mãos dos inimigos implacáveis e ter que enfrentar a alternativa inevitável da morte, na mão do inimigo ou a conversão ao cristianismo. (58)

(N.T.: estes dois últimos parágrafos lembram muito claramente com que facilidade os maldequianos se suicidavam depois que seu planeta MALDEK foi destruído e dão uma pista da origem do grupo de almas encarnadas no povo judeu que ainda nos dias de hoje se “considera o povo eleito” em relação às demais raças) 

Das cidades alemãs de Worms e Speyer, sendo pouco representativos do conjunto da Europa Ocidental das comunidades europeias que foram devastados pelas Cruzadas, Salo Baron escreve, "mal havia ultrapassado os números do total da população judaica de uma comunidade… dado para os mortos por suicídio". (59)  

O conceito histórico mais comum, antes da revelação moderna da existência de Khazaria, era de que a Cruzada em 1096 literalmente “tinha varrido os judeus como uma vassoura“, virtualmente toda a população alemã judaica para a Polônia.

Isso foi uma invenção de necessidade aparente, pois os historiadores não tinham outro meio de explicação para a população inexplicavelmente grande de judeus da Europa Oriental. Eles concluíram isso em face da total ausência de qualquer relato histórico de uma migração em massa de judeus para a Alemanha Oriental e certamente não para a Polônia. Até o final de 1300, grande parte da Europa Ocidental era, para todos os efeitos práticos, completamente vazia de qualquer população judaica perceptível. O que as Cruzadas não conseguiram realizar na erradicação dos judeus da Europa Ocidental,  a “Morte Negra” – a Peste Bubônica dos bacilos Pasteurella Pestis - praticamente concluiu.

Aqueles judeus daquela época sofreram duplamente; da praga em si e da proliferação de boatos supersticiosos de que eram responsáveis pela doença por envenenamento de poços, assim como eles foram acusados anteriormente “do abate ritual de crianças cristãs.” Isso resultou na queima de vidas dos judeus em grande número em toda a Europa (os Pogroms). (60) 

Mais tarde, alguns dos judeus sefaraditas (autênticos judeus semitas) emigraram para o norte da Espanha, sendo responsáveis por algumas das menores populações judaicas da Europa Ocidental.
“Por causa da longa e variada história dos judeus”, diz a edição de 2001 do World Book Encyclopedia, “é difícil definir um judeu. Não existe tal coisa como uma raça judaica. Identidade judaica é uma mistura de motivos religiosos, históricos e étnicos“. 

Assim, aqueles que possam ser alegada e realmente da genealogia de Abraão e de origem semita verdadeira se extinguiram como uma raça perceptível, sendo substituídos pelos khazares arianos, brancos não semitas da Transcaucásia, sendo que nenhum dos seus antepassados, como afirma um judeu, Benjamin Freedman, já colocou um pé na terra da Palestina. Isso causa um problema sério com a paixão do cristianismo moderno com os judeus e o seu “retorno à sua terra natal“, criando a pergunta: Como pode haver um retorno para um lugar onde nunca se esteve e que nunca lhe pertenceu?






Parte II – A ORIGEM DOS Judeus KHAZARES ASHKENAZIM 

Judá… se casou com a filha de um deus estranhoO Senhor vai cortar o homem que fizer isto. “ Malaquias 2:11, 12 
Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e a quem bate, abrir-se-lhe-á”. Mateus, 7, vers. 7 e 8  

Na definição das origens dos judeus ashkenazim, Alan Brook afirma que: “A localização geográfica dos judeus Ashkenazim, baseado em referências na Torah, pode ser centrado em torno do sul da Rússia, Armênia e Ásia Menor. Ashkaenoi (askae ou askai) foram também as pessoas conhecidas como Phrygians ou Mysians (Meseque). 

Alguns historiadores afirmam que o nome Ashkenaz aplica-se exclusivamente aos judeus alemães. Entretanto, a evidência mais recente mostra que eles imigraram a partir das regiões do sul da Rússia e da Ásia ocidental e da Ásia Menor – a região que já foi claramente identificada como o local e a origem dos khazares antigos. 
Os modernos judeus são essencialmente divididos em duas categorias principais, étnica e culturalmente: sefaradim e ashkenazim (Sefaradi e Ashkenazi). Os primeiros são principalmente de origem semita espanhola, o nome Sefaraditas sendo derivado de Sefarada palavra hebraica para a Espanha, e provavelmente eles são o mais próximo dos antigos judeus semitas reais que pode ser estabelecido. Eles foram expulsos da Espanha no início do século XVI, e emigraram em direção para o leste do Mediterrâneo e região dos Bálcãs (Croácia, Sérvia, Bósnia, Eslovênia).
Ainda em 1960 os judeus Sefaraditas eram apenas cerca de quinhentos mil, em comparação com os Ashkenazim do mesmo período estimado em cerca de doze milhões de europeus. (61) 
Na definição das origens dos ashkenazim, Alan Brook afirma que: “A localização geográfica dos judeus Ashkenazim, baseado em referências na Torah, pode ser centrado em torno do sul da Rússia, Armênia e Ásia Menor. Ashkaenoi (askae ou askai) foram também as pessoas conhecidas como Phrygians ou Mysians (Meseque). “Alguns historiadores afirmam que o nome Ashkenaz aplica-se exclusivamente aos judeus alemães. Entretanto, a evidência mais recente mostra que imigraram a partir das regiões do sul da Rússia e da Ásia ocidental e da Ásia Menor – a região que foi claramente identificada como o local e a origem dos khazares antigos. 


As fronteiras do Império Khazar entre 600 e 850 d.C.
O nome inicialmente indicava iranianos e mais tarde foi dado como o nome do deus de MesequeHomens Askaenos. “Também deve ser salientado,” Brook acrescenta, “que Ashkenaz não se tornou uma denominação definitiva judaica na Alemanha até ao século XI.” (62)
Segundo a “explicação do Talmud”, escreve Hugo Freiherr “, Ashkenaz foi assim, um país próximo do Mar Negro, entre o Monte Ararat e das Montanhas do Cáucaso, na região original do Império Khazar“. (63) 
Essa, novamente, é precisamente a localização geográfica do Império Khazar. A observação talmúdica é auxiliada pelas Escrituras, que a denominação  Ashkenaz não é dado como descendente de Sem, mas sim através de Jafé: Gomer, e cujos tios eram Magog e Tubal. (Veja Gênesis, 10:3) 
O termo Ashkenaz (pronúnia: Asquenaz) é mencionado apenas em mais uma  escritura bíblica, além de 1 Crônicas 1:6, que é apenas uma outra referência à genealogia dos descendentes de Jafé. No livro de Jeremias, o profeta, Deus anuncia que Israel está a recorrer a outras nações como aliados para trazer os seus juízos contra a Babilônia. Entre os aliados, que , e, portanto, não poderiam ser contados como judeus, esta Asquenaz. (Ver Jeremias. 51:27) 
A UNESCO, da United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization, publicou uma série de folhetos intitulada The Race Question in Modern Science, no qual um dos autores, Harry Shapiro, afirma:
A ampla gama de variação entre as populações judaicas em suas características físicas e à diversidade das freqüências de genes de grupos sanguíneos  tornam para eles qualquer classificação racial unificada uma contradição em termos. Pois, embora a teoria racial moderna admita um certo grau de polimorfismo ou variação dentro de um grupo racial, que não se permite a grupos muito diferentes, medidos por seus próprios critérios de raça, para serem identificados como um integrante da raça. Para fazer isso tornaria os efeitos biológicos de classificação racial fútil e todo o procedimento arbitrário e sem sentido, apesar dos esforços que continuam a serem feitos, para provar de alguma forma segregando os judeus como uma entidade racial distinta. (O  dogma do povo eleito) (64) 
Assim, a tentativa de afirmar a existência de uma específica “raça” de judeus tem tal afirmativa, provado ser uma impossibilidade antropológica. Embora o seu deus de forma consistente os tenha advertido contra misturarem-se entre raças de não-judeus, suas tendências à miscigenação racial estão bem documentadas, e que resultou no seu completo apagamento como um povo geneticamente distinto
Quando, inevitavelmente, houve mistura de judeus europeus ocidentais e khazarianos judeus, havia uma diferença notável entre os níveis educacionais das duas sub-culturas judaicas. Os Khazares admiravam muito menos suas fileiras numerosas, mas muito mais o aprendizado ocidental (de língua alemã) dos seus irmãos em religião e rapidamente adotaram o seu idioma, a educação e práticas culturais. Isso resultou, também, em uma equiparação de seus outros talentos na área de Economia, negócios e outras coisas sobre política. 
“Os khazares eram descendentes de tribos nômades”, diz Koestler, “mas, como vimos, eles compartilharam um certo cosmopolitismo e outras características sociais, com os seus correligionários alemães.” 65  Em algum lugar incubada nas Raízes Históricas dos judeus  khazares-Ashkenazi  havia um desejo de possuir um lar nacional judaico. Esse desejo manifestou-se sob a forma de um movimento messiânico no século XII na Khazaria que assumiu a textura de uma cruzada “judaica”, cujo objetivo era a subjugação forçada da Palestina. Um judeu Khazar chamado Salomão ben Duji instigou o movimento e começou uma correspondência internacional com todos os judeus das nações circunvizinhas. 
Parece que Ben Duji estava possuído de ilusões messiânicas de sua autoria em que ele afirmou que “chegara a hora em que deus reuniria Israel, Seu povo de todas as terras em Jerusalém, a cidade santa, e que Salomão Ben Duji era Elias, e seu filho, o Messias “. 66 

Ruínas de uma fortaleza Khazar, em Sarkel, às margens do Rio Don (acima na foto), hoje situada no sul da Rússia
Este desejo de uma pátria judaica ecoou ao longo dos séculos e encontrou expressão novamente. “Foi entre os judeus ASKHENAZIM”, diz a Encyclopedia Americana“, que a idéia do sionismo político surgiu, levando finalmente à criação do moderno Estado de Israel em 1948…. No final dos anos 1960, os judeus ashkenazim contavam cerca de 11 milhões de europeus, cerca de 84 por cento da população judaica do mundo.” (67)
Às vezes, Arthur Koestler, em seu tratamento amplo e abrangente do tema, aparece, como um judeu, ele mesmo, para debater com a flagrante contradição de que os judeus, que não têm identidade nem genética ou étnica verdadeira, têm direito a terras que nunca ocuparam, por qualquer direito de origem, propriedade ou da posse, e cujos ancestrais nunca a ocuparam.
Em seguida, alegando ser o Estado de Israel, criado pela vontade das Nações Unidas, foi arbitrariamente retirada a terra palestina da posse dos que legitimamente a possuíram e ocuparam há milhares de anos. Mr. Koestler afirma que esse direito “não se baseia na hipótese das origens do povo judeu, nem sobre o pacto mitológico de Abraão com Deus, é baseada no direito internacional – ou seja, sobre as Nações Unidas ter tomado a decisão em 1947 para repartição da Palestina[efetivamente declarados em 14 de maio de 1948.] ” (68) 
Assim, ele elimina o que logicamente, pareciam ser os motivos mais legítimos (se houver algum) para o estabelecimento de Israel pela posse da Palestina (pela linhagem e descendência racial), e baseia a sua argumentação sobre a tese tão vaporosa do que ele chama de “direito internacional”.
O que fez as Nações Unidas, em 1948 foi sem dúvida tomar o seu primeiro ato oficial cometendo  uma violação da sua Carta na desapropriação de mais de quatro milhões de palestinos para o propósito de criar uma nação de um povo que não tinha ancestrais ou direito atual e legal,o que quer que seja  para a terra. 
O aparente conflito na mente de Koestler torna-se evidente em uma aparente contradição, quando ele conclui que a fé do judaísmo “transformou os judeus da Diáspora em uma pseudo-nação sem qualquer um dos atributos e os privilégios de nacionalidade, realizadas em conjunto frouxamente por um sistema de crenças tradicionais baseados em premissas raciais e históricas que acabam por serem ilusórias “. 69 Ele afirmou sucintamente, alegando que a idéia de uma identidade nacional judaica é baseada em uma ilusão criada por uma história que não existe. 
Será mostrado que o afluxo de que agora sabemos ser judeus não semitas, de origem Khazar constituí a primeira “invasão” de Gog da terra de Magog, como profetizado nas escrituras bíblicas. O aspecto fascinante disto é que, como virtualmente em todas as outras profecias, que aqueles que reivindicam pré-eminência teológica em seu conhecimento das Escrituras, esqueceram completamente o respeito e o cumprimento às mesmas profecias – assim como fizeram os judeus na primeira vinda do Messias.

Gog, Magog e os  Ashkenazim

Há muito que a crença do cristianismo dos anos no século XX (e, agora, vigésimo primeiro século) que perto do final da história deste mundo como descrita na Bíblia, Gog da terra de Magog, definida pelos cristãos como Rússia – o “Rei do Norte “- iria invadir a Terra Santa da atual Israel e antiga Palestina.
Ministérios locais e do mundo católico conservador gastam enormes quantidades de tempo na tentativa de “decifrar” profecias como as encontradas em Ezequiel 38 e 39, Daniel 11 e Apocalipse 20, e praticamente todos eles chegaram à conclusão anteriormente  mencionada. Na maioria dos casos, a crença na invasão de Israel pela Rússia e pela derrota do anti-Cristo na subseqüente guerra do Armagedom é acompanhada pela idéia de que haverá um reinado de mil anos de paz após o retorno de Cristo à terra. 
Representante desta crença quase universal, como Jeffrey Grant, Tim LaHaye (principal co-autor da série de livros “Deixados Para Trás”), o ministro Jack Van Impe, etc. Van Impe, amplamente conhecido evangelista de rádio e televisão nos EUA, publicou volumes de literatura sobre a profecia bíblica e muito sobre o assunto de Gog e Magog.
“Quando a Rússia se dirigir para o sul para travar a batalha”, escreve Van Impe em um artigo intituladoArmageddon: O fim ou o começo? “Ela vai ser uma força muito poderosa quando ela vier contra o exército do Anticristo com carros, cavaleiros e com muitos navios. Esta é a primeira onda militar”, disse Van Impe, que continua “, da campanha militar começando em três vertentes, o Armageddon mencionado em Daniel 11:40 quando o rei do sul (Egito e sua Federação Árabe) e o rei do norte (Rússia) começa seu movimento de pinça.
Ezequiel 38:16 diz: “E subirás contra o meu povo de Israel, como uma nuvem, para cobrir a terra e será nos últimos dias, e vou trazer-te contra a minha terra, para que as nações me conheçam a mim, quando eu me houver santificado em ti, ó Gogue, diante dos seus olhos. ” Uma vez que a Rússia fizer seu movimento, o Anticristo ficará furioso. Ele (O anti Cristo) vai entrar na “terra gloriosa”, em Israel. “Imediatamente”, concluiu Van Impe “, ele posiciona-se em Jerusalém”. 
Em referência ao ex-presidente russo Boris Yeltzin e outros líderes russos, Van Impe pergunta: “Poderia um destes líderes acima ser o” Gog “de Ezequiel 38:2?”. (Esse líder poderia ser Vladimir Putin, que já expulsou da Rússia judeus askhenazis  ( começo do século XXI) que tinham controle sobre o mercado financeiro, petróleo e outras áreas importantes de seu país.) 
Essa perspectiva bíblica de Gog invadir Israel vindo do norte em algum momento futuro é também em grande parte idealizado por teólogos judeus. Por exemplo, em 1° de Outubro de 1996, o jornal Jerusalém Post, publicou artigo intitulado “Todos à Gog”, o colunista Moshe Kohn, aborda o assunto:   “A guerra para acabar com todas as guerras esta para ser lançada contra Eretz Israel por “Gog da terra de Magog, príncipe e chefe de Meseque e Tubal ‘como predito em Ezequiel 38 e 39. 
“Nós não sabemos o que ou quem MagogMesequeTubal e Gog  são, só sabemos que Gog e seus aliados estão para descer em Eretz (Terra de) Israel pelo norteDeus irá destruir os invasores, e ‘Eu vou restaurar a fortuna de Jacó, e tenho misericórdia de toda a casa de Israel … e não vou esconder o meu rosto deles mais. 


Acima: As estrelas da Constelação do Dragão (DRACO em Latim) localizadas bem próximas do Polo NORTE (Marcada pela estrela Polaris, da Constelação da Ursa Menor-Ursa Minor) Celeste
{n.T. Esta invasão VINDA DO NORTE, poderia significar vindo dos céus ao norte, vinda do Sistema Solar de Thuban, uma das estrelas da Constelação do DRAGÃO (Origem de um tipo de reptilianos). Poderá ser uma futura guerra literalmente interplanetária, e na qual não lutaremos sozinhos, pois teremos a ajuda da Frota Interestelar (que hoje cerca e protege o planeta Terra) da Federação. Por isso esta dito que Deus não vai mais esconder o seu rosto, do seu “povo”. Finalmente nos LIVRAREMOS do jugo das raças extraterrestes reptilianas, uma delas oriunda do Sistema Estelar de Thuban, da Constelação do Dragão}

“O Novo Testamento também menciona a Guerra de Gog / Magog, em Apocalipse 20, como a batalha final entre os governantes da Terra, os exércitos liderados por Satanás e as forças de Deus (lideradas por Ashtar Sheran e cia). Nessa versão, esta guerra também poderá ser o que é chamado na tradição cristã como Batalha do Armagedon, um lugar mencionado no Apocalipse 16:16. ” 70  Como alguns historiadores vêem as origens de Gog e Magog:
  • Flavius Josephus afirmou que “Magog fundou aqueles que dele foram nomeados Magogites, mas que são chamados pelos gregos de Citas”. 71
  • Josefo viveu e morreu um meio-milênio antes da fundação do reino Khazar e, portanto, não poderia ligar os da região dos citas com os khazares. A Enciclopédia Católica observa que “Josephus e outros identificam Magog com a Cítia, na antiguidade, mas este nome foi usado para designar vagamente toda a população do norte.” 72
  • No entanto Josefo não tem um comentário interessante sobre Tubal, o irmão de Magog e  Meseque, que soa como se fosse feito especificamente para os seus descendentes, os khazares: “Tubal ultrapassou todos os homens em força, e ficou muito famoso e especialista em espetáculos marciais. ” 73
  • O escritor Vasiliev em “Os godos na Criméia”, em citações do Vida por São Abo de Tbilisi, que alegou que “os khazares eram filhos selvagens” de Magogue “que não tinham” nenhuma religião que seja, embora reconhecendo a existência de um Deus único. ” 74
  • As referências feitas pelo Rabino Petakhiah em seu diário de viagem Sibbuv ha-Olam, relativo à conversão do Rei Khazar, Bulan ao judaísmo, faz menção de que o reino era o de Meseque antigo. 75
  • Muito em harmonia com a terminologia bíblica profética, Koestler escreve que os persas e os bizantinos é que se referem a Khazaria como o “Reino do Norte” com o qual quase todos os teólogos modernos ligam Gog e Magog. 76
  • Ibn Fadlan, o famoso viajante árabe dos anos 700 fez o comentário em seu diário que “os Khazares e seu rei são todos judeus. Os búlgaros e seus vizinhos estão sujeitos a ele. Eles tratam-no com obediência reverente. Alguns são de opinião que Gog e Magog são os khazares.
  • O “Monge Vestefália, Christian Druthmar de Aquitânia, escreveu um tratado em latim Expositio in Evangelium Mattei, No qual ele relata que existem pessoas sob o céu em regiões onde os cristãos não podem ser encontrados, cujo nome é Gog e Magog, e que são os povos hunos, entre eles um povo, chamado de Gazari [khazares] que são circuncidados e observam o Judaísmo na sua totalidade. ” 77
  • “Após um século de guerra”, observa Koestler, os cronistas árabes “, obviamente, não tinham grande simpatia por khazares. Tampouco os escribas georgianos ou armênios, cujos países, de uma cultura muito mais antiga, tinham sido repetidamente devastados pelos cavaleiros Khazares. A Crônica georgiana, ecoando uma antiga tradição, identifica-os (os Khazares) com os exércitos de Gog e Magog – “homens selvagens com rostos hediondos e os costumes de feras, os comedores de sangue ‘”. 78
  • O Talmud – Avodah Zara 3B afirma: “A guerra de Gog e Magog [Rússia], será um dos principais eventos para anunciar na vinda da Era Messiânica. O Targum Jerusalém afirma que, “No final dos dias, Gog e Magog devem marchar contra Jerusalém, mas perecerão pela mão do Messias”.
  • Simplesmente falando, “Gog é um nome simbólico, representando o líder dos poderes do mundo antagônico a Deus.” [A Bíblia Imperial-dicionário]
Em resposta àqueles que acreditam que Gog, da terra de Magog é especificamente a Rússia, no livro do Apocalipse 20:8 fornece uma clarificação quanto à região geográfica verdadeira de Gog nos últimos dias: “As nações que estão nos quatro cantos da terra, Gog e Magog ,…” Esta força mundial, que para”os quatro cantos da terra” é onipresente, não existente não só na Rússia, apenas exclusiva para a área da bússola ao norte da Palestina. Os nomes Gog e Magog parecem ser usados apenas como uma indicação de suas origens, e não a sua localização geográfica final (certíssimo).
{N.T. O grande erro que os eruditos, estudiosos e entendidos cometem ao analisar as escrituras que se referem a essa batalha, é que eles não percebem que toda a narrativa É ALEGÓRICA e os locais citados não são necessariamente baseados em terra firme/regiões físicas do planeta.}
Existe um grupo identificável, mas que se encaixa à “designação” onipresente de ocupar “os quatro cantos da terra”, um grupo cuja identidade cultural-religiosa manteve-se intacta, apesar de suas origens étnicas desapareceram na Antiguidade, que, apesar de dois mil anos sendo dizimada pela perseguição, a emigração forçada, doenças e guerra, ainda sobreviveu, e cujas raízes estão justamente onde a Escritura profética diz que estaria – nas terras do norte de Magog, as estepes ao sul da Rússia.
Assim como os judeus, por má interpretação das Escrituras buscando atender seus desejos nacionalistas,perderam a primeira vinda de seu Messias, assim também os cristãos (eu diria católicos), da mesma forma,reinventando os mesmos erros, perderam as questões proféticas dos últimos dias – e — a segunda vinda do Messias. Eles colocaram a invasão da Palestina como em algum momento no futuro, quando ela já ocorreu em 1948, e de uma maneira tão inesperada como se tivesse chegado em cima deles de repente, como o Messias, como “um ladrão na noite”.
Como um profeta do século XIX, escreveu: “O mundo não esta mais pronto a dar crédito a mensagem profética para este tempo do que foram os judeus para receber os avisos do Salvador acerca de Jerusalém.” 79Este é claramente o caso, tanto agora como quando as palavras foram escritas.

UMA PÁTRIA PARA GOG E MAGOG

Se a tendência atual continuar por mais 37 anos (Começo do século XXI) na mesma direção e à mesma taxa com que aconteceu nos últimos 37 anos, a fé cristã/católica como ela é hoje professada pelos cristãos/católicos terá desaparecido da face da terra. De que forma ou por que medida a missão de Jesus Cristo será então continuada posteriormente a fazer-se manifestar aqui na terra é tão imprevisível como é inevitável. – Benjamin H. Freedman
“Em uma palavra, para resumir nosso sistema de manter sob controle os governos dos goyim (termo que designa todos os povos não judeus) na Europa, em cheque, vamos mostrar nossa força para um deles por atentados terroristas e para todos, se permitirmos que a possibilidade de um levante contra nós, aconteça, nós deveremos responder com as armas da América (que é controlada pelos judeus askhenazim)”. — Sétimo Protocolo dos Sábios de Sião 
Não é minha intenção nesta carta expor os conspiradores que estão dedicando-se à destruição da fé cristã, nem para a natureza e extensão da conspiração em si. Que a exposição iria preencher muitos volumes. A história do mundo durante os séculos passados e diversos eventos no país americano e no exteriorconfirmam a existência de tal conspiração. O clero católico/cristão parece ser mais ignorante ou mais indiferente sobre essa conspiração do que os outros cristãos. O clero católico/cristão pode ficar chocado ao saber que eles foram os maiores cúmplices dedicados aos inimigos da fé cristã. – Freedman
“A liberdade de consciência foi declarada em toda parte, de modo que agora só alguns anos faltam para o momento da completa destruição do que é a religião católico-cristã: em relação às outras religiões, teremos ainda menos dificuldade em lidar com elas. Agiremos como clérigos e através do clericalismo em tal quadro estreito para fazer seu movimento de influência ser regressivo  na mesma  proporção do seu progresso.- O Décimo Sétimo Protocolo dos Sábios de Sião 
Que poder de segredo misterioso tem sido capaz de em inúmeras gerações de manter a origem e a história dos khazares e do Reino Khazar fora do contexto histórico, dos livros de história e fora das aulas e cursos de história na história de todo o mundo? A origem e a história dos khazares e do Reino Khazar certamente hoje são incontestáveis fatos históricos. – Freedman
Direita: Benjamin Freedman, como mencionado anteriormente, era um judeu Ashkenazim que foi um funcionário público altamente colocado no governo norte americano no início de meados do século XX e teve acesso livre a presidentes e estadistas mundiais até a administração Kennedy.
“Nosso poder na atual condição cambaleante de todas as formas de poder será mais invencível do que qualquer outro, porque ele permanecerá invisível e astuto até o momento em que ganhará tal força que não poderá mais ser minado.” – O Primeiro Protocolo dos Sábios de Sião 
O Sr. Freedman, sendo um rico empresário judeu, tornou-se desiludido com sua herança judaica após saber de suas origens e suas maquinações políticas em todo o mundo. Rompendo com o judaísmo organizado,gastou a maior parte da sua grande fortuna na tentativa de revelar ao mundo a verdadeira força motriz por trás da criação da nação de Israel pelas Nações Unidas, bem como outros equívocos históricos relativos às raízes khazarianas do judaísmo moderno.

acima: Capa do livro “Fatos São Fatos” a verdade sobre os judeus khazares , escrita por UM JUDEU KHAZAR, o Sr. Benjamim H. Freedman, em foto à esquerda.
Em uma convincente narrativa da história do mundo da época, Freedman relaciona o fomento da traição que presenciou na manipulação do resultado da Primeira Guerra Mundial. A Alemanha, de acordo com Freedman e outros historiadores, estava aparentemente vencendo o primeiro conflito mundial, e tinha virtualmente ganha a guerra, quando eles fizeram, no verão de 1916, uma oferta muito magnânima e surpreendente  para a Grã-Bretanha.
A Inglaterra estava em uma posição muito precária naquele momento, essencialmente sem munição e com suprimentos de comida para cerca de uma semana restante, a serem seguidos por inanição nacional; os submarinos alemães, tendo pego os aliados completamente de surpresa, haviam cortado todos os comboios de transporte de suprimentos. Então acima de tudo veio o inesperado,– a Alemanha ofereceu condições para a paz, apesar de estar vencendo a guerra(1916).
“Naquele tempo”, disse Freedman, “o exército francês tinha se revoltado. Tinham perdido 600.000 homens na flor da juventude francesa na defesa de Verdun no vale do rio Somme. O exército russo estava desertando, eles pegaram seus brinquedos e foram para casa , eles não queriam jogar mais a guerra, eles não gostavam do Czar. E o exército italiano tinha desmoronado.
“Nem um único tiro foi disparado em solo alemão” Freedman continua. “Nem um único soldado havia atravessado a fronteira para a Alemanha” e eles ainda ofereceram a paz. Paz e não o ordinário tratado imposto pelo conquistador ao conquistado. Os alemães propuseram um status quo anterior à guerra no acordo de paz, o que significa que ambas as partes retornariam ao status de antes do início das hostilidades.
Com a sedução de tal oferta, e com todas as outras opções efetivamente eliminadas, a Grã-Bretanha não tinha outra escolha senão aceitar. No entanto, surgiu outra, muito mais atraente para o ego britânico, que traria uma vitória até aquele momento impossível. Enquanto que a Alemanha estava tentando acabar com a guerra em uma forma mais que equitativa, os judeus sionistas alemães, representando judeus sionistas da Europa Oriental, aproximou-se do Gabinete de Guerra Britânico e ofereceu-lhes uma alternativa para apenas fingir que uma guerra nunca tivesse acontecido.
Neste ponto, seria boa a definição do significado de SIONISTA. “Aqueles foram (e são) os judeus, cujo objetivo dominante era o estabelecimento (o maior interessado nesse projeto foi Rothschild e sua familia) de uma pátria judaica na Palestina“, uma proposição de que a maioria dos judeus na época não endossavam. O Webster’s Collegiate Dictionary define o “sionismo”, como “origem de um movimento internacional para o estabelecimento de uma comunidade judaica nacional e religiosa, na Palestina e, mais tarde para o apoio da nação de Israel moderna.

Uma imagem muito difícil de ser publicada nos principais meios de comunicação (controlados) , judeus protestando contra a existência do estado de Israel. Pesquise no site indicado na faixa:  www.nkusa.org
Ao mesmo tempo em que a ONU decretou que Israel seria um Estado legítimo, em 14 de maio de 1948, a mais conservadora das seitas judaicas, os Hasidimfez forte oposição à criação de um Estado secular de Israel, alegando que era errado fazer isso, além da vinda do Messias. A oferta feita aos britânicos no momento perto da vitória total da Alemanha consistiu de uma proposta para trazer os Estados Unidos na guerra apóiando a Grã-Bretanha e, assim, garantir uma vitória dos Aliados.
A Inglaterra teria que concordar, nesse caso, após a derrota da Alemanha, acordando para garantir uma grande parte da Palestina como uma pátria judaica – mantendo em mente que essa trama foi sendo criada por aqueles judeus que não tinham ascendência diretamente ligada, qualquer uma que seja, com as tribos semitas do antigo Israel, e portanto nenhum direito ancestral para fabricar ou mesmo reivindicar um controle remoto para a região da Palestina.

Outra imagem que não recebe publicidade: RABINOS ANTI-SIONISTAS JUDEUS ORTODOXOS se REÚNEM e confraternizam COM ERUDITO MUÇULMANO
01 de fevereiro de 2011: Rabinos Ortodoxos Anti-Sionistas se reuniram com o estudioso muçulmano, Shiek Yousef Al-Qaradawi em Doha, no Catar.
Foreign Office (Relações Exteriores) - 2 de novembro de 1917Freedman faz a observação de que a Inglaterra não tinha mais direito à fazer a promessa da Palestina para os judeus do que “os Estados Unidos teriam de prometer o Japão para a Irlanda” – mas é precisamente isso que eles fizeram. Esta promessa resultou na elaboração de um documento histórico pequeno chamado A Declaração de Balfour. A seguir está o texto, na íntegra (um fato muito curioso e  SINTOMÁTICO, a carta foi emitida no dia de finados, o dia dos mortos02 de novembro), do documento histórico curto e conciso:
Caro Lord Rothschild,
Eu tenho muito prazer em transmitir-lhe, em nome do governo de Sua Majestade, a seguinte declaração de simpatia com as aspirações judaicas Sionistas, que foi submetida e aprovada pelo Diretor de Gabinete.
“A visão do Governo de Sua Majestade é com favor de estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu, e usará seus melhores esforços para facilitar a realização do presente objeto,ficando claramente entendido que nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos, os direitos das existentes comunidades não-judaicas na Palestina, ou os direitos e o estatuto político dos judeus desfrutados em qualquer outro país “.
Ficaria muito grato se você levar esta declaração ao conhecimento da Federação Sionista.
Atenciosamente,
Arthur James Balfour
Abaixo: Fac-símile da Carta endereçada  à Rothschild:
Observe a segunda frase (que também é o segundo parágrafo), que afirma que “que nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não-judaicas existentes na Palestina. Seria, talvez, que não devesse ser considerado naquele tempo que a expropriação forçada de outras pessoas de sua terra e da sua propriedade – a saber, os árabes palestinos – foi uma violação ou prejudicou os seus direitos “civis e religiosos”? Isso parece ser um bocado forçado.
Um ponto interessante na apresentação de Freedman é que os judeus alemães foram muito bem tratados em suas terras, muitos deles fugiram da perseguição da Rússia e outros países do Leste Europeu. Como Freedman coloca, “os judeus nunca foram tão bem tratados em qualquer outro país no mundo como tinham sido na Alemanha até então.” Quase todos os grandes gigantes industriais da época,  Rathenaus,  Balins, Bleichroder, os Warburg, e claro, os Rothschilds (a quem a carta de Balfour é dirigida)eram (e continuam sendo) judeus askhenazis e residiam na Alemanha.
O que os judeus sionistas khazares e askhenazis fizeram não foi nada menos que uma clássica “VENDA” da sua própria pátria alemã. Os métodos utilizados para levar os Estados Unidos a entrar na guerra contra a Alemanha, também parecem ser clássicos e que foi um modelo padrão para muitas outras INDUÇÕES, que levaram os E.U.A. a entrar em guerras que ele não tinha razão para lutar. Tal como acontece com o conflito sérvio e muitos outros desta época recente, quando foram fabricadas atrocidades contra  minorias étnicas, mulheres e crianças foram usadas para obter o acordo do Congresso americano e os seus cidadãos, de modo que o mesmo dispositivo também foi usado para trazer os E.U.A. na Primeira Guerra Mundial.
Freedman observa que a mídia americana, que, que antes havia sido um pouco pró-Alemãnha, começou a relatar que os alemães estavam envolvidos na prática de atrocidades que, mais tarde foi provado, eram totalmente falsas: atrocidades como o assassinato de enfermeiras da Cruz Vermelha e do corte de mãos de bebês, etc
Durante envolvimento de Freedman com questões de Estado em que participou da Conferência de Paris, em 1919, onde foi apresentada a Alemanha as exigências de reparações de guerra. Nessa conferência, segundo o Sr. Freedman, havia 117 judeus presentes, sendo representados por Bernard Baruch, apresentando suas demandas para a divisão da Palestina como uma pátria judaica.
Quanto ao que tornou possível a criação efetiva do Estado de Israel, ao contrário de uma mera declaração política por parte das Nações Unidas, expõe o Sr. Freedman. “Isso é um bem-estabelecido fato histórico inegável”, escreve ele, “que a participação ativa dos Estados Unidos na conquista da Palestina, em nome dosjudeus SIONISTAS, FOI O FATOR RESPONSÁVEL PELA CONQUISTA DA PALESTINA PELOS SIONISTAS. Sem a participação ativa dos Estados Unidos”, disse Freedman, que enfatiza,”é certo que os sionistas jamais teriam tentado a conquista da Palestina pela força das armas”.

O resto, como se diz, é história.

Quando se considera toda essa história que tem envolvimento na formação do mundo e especialmente no Oriente Médio como é hoje, torna-se menos misteriosa a razão pela qual os muçulmanos palestinos são possuídos de tal animosidade e ódio daqueles que, de acordo com tudo o que foi apresentado aqui, literalmente roubou suas vidas e terras. Parece também contribuir para remover o mistério da questão do presidente americano que perguntou aos árabes por que motivo eles odeiam tanto a América como eles fazem, a América, que tem sido o principal fornecedor e chefe militar e financeiro de Gog e Magog, os judeus khazarianos askhenazis e sionistas na usurpação da Palestina. Como o Sr. GeOrGe Bush disse: “Se você apoiar os terroristas, você é um terrorista,” assim também pode ser dito pelos muçulmanos, “Se você apoiar os nossos inimigos que roubam a nossa terra e nossa dignidade e nossa história, você também é nosso inimigo”.
Essa mensagem deveria ter tocado alto e claro como um sino durante o atentado ao World Trade Center, em New York, em 11 de setembro de 2001, quando ainda dois dos melhores evangelistas cristãos da América (Pat Robertson e Jerry Falwell) alegaram que o ato foi castigo divino para os pecados da América. Eles, claro, abandonaram a posição impopular quando o sentimento do público se voltou contra eles. Seria preciso perguntar se, nesse caso, os dois homens tinham efetivamente definidos os termos convicção e compromissopara com os seguidores de sua marca de “cristianismo”.

EPÍLOGO

Muitos historiadores, alguns citados neste trabalho, amplamente citados no livro de Arthur Koestler “A Décima Terceira Tribo”, como um recurso literário credível para uma história global dos judeus Khazares. Estes escritos também tem se apoiado na obra de Mr. Koestler, bem como vários outros historiadores judeus e acadêmicos. É interessante notar que os estudiosos judeus citando o livro A Décima Terceira Tribo” em seus relatos históricos, praticamente nenhum cita tais comentários de Koestler, citados anteriormente, sobre “A história do Império Khazar, uma vez que emerge lentamente do passado, começa a parecer a mais cruel FARSA que já foi praticada na história.” Seria preciso perguntar se tais omissões não são intencionais e não constituem, de fato, uma censura em muitos aspectos impopulares deste assunto interessante e de grande alcance histórico.
A vasta maioria da humanidade vive em um mundo absolutamente controlado e se considera livre. “O melhor escravo é aquele que “pensa” que é um homem livre.”
Koestler, ele próprio um judeu Ashkenazi, expressa esses sentimentos em uma aparente decepção com a história de sua própria fé e, essencialmente, o efeito deletério que teve sobre o mundo. No entanto, ele não abandonará a religião de seus pais, nem está implícita nesta tese que deveria fazê-lo.
Para um não-judeu, como este escritor, a citá-lo e usar o seu trabalho de tal forma, incorporá-lo de modo a ilustrar que as profecias bíblicas sobre os males de Gog e Magog apontam claramente para os judeus Khazarianos  e talmúdico, corre os riscos da acusação de anti-semitismo. Tal resposta, no entanto, deveria ter sido claramente demonstrado ser vazia na melhor das hipóteses, considerando as provas aqui apresentadas que aqueles judeus que detêm poder político sobre a Palestina não são sequer remotamente descendentes de tribos semitas.
Não se pode, contudo, deixar de ficar admirado com a habilidade de consumação de seus planos esses povos que, constituído de um a seis por cento da média da população dos países fora de Israel, conseguiram adquirir posições de poder e influência muito superior a sua representação em relação a população geral dessas nações.
O Sr. Freedman, como mencionado, foi um judeu Ashkenazi também. Em seu desgosto com o que testemunhou de seus irmãos, fazendo com que ele tenha usado uma linguagem bastante violenta descrevendo suas ações e origens. No que lhes dizem respeito, inequivocamente, ele afirma:
Não houve um deles que tivesse um antepassado que tenha colocado um pé sequer na Terra Santa. Não só na história do Antigo Testamento, mas desde o começo dos tempos. Nem um deles! E ainda assim eles vêm para os cristãos e lhes pedem para apoiar as insurreições armadas na Palestina, dizendo:
“Você quer ajudar a repatriar o Povo Escolhido de Deus à Terra Prometida, seu lar ancestral, não é? É o seu dever cristão. Demos a voces um dos nossos meninos como seu Senhor e Salvador. Você agora vai à igreja no domingo, e você se ajoelha na adoração de um judeu, e nós somos judeus. Mas eles são judeus khazares askhenazis pagãos que se converteram apenas tanto quanto o mesmo que os irlandeses. É tão ridículo chamá-los de “povos da Terra Santa”, como seria chamar os 54 milhões de chineses muçulmanos de um povo “árabe”.
O fato, cristalino e sem corte, a conclusão da questão é que Gog e Magog claramente e furtivamente – embora, em uma onda de movimento lento das marés – é o invasor pelo norte, da terra santa, como na profecia bíblica. Não só invadiu a Palestina, mas o mundo inteiro, cada nação sobre os “quatro cantos da terra” estão dentro dos limites da sua influência.
Esses descendentes dos khazares “pagãos” que professam ser o verdadeiro e original povo de Deus que insinuou-se em todos os bastiões do poder nos governos dos países da terra. Se existem quaisquer exceções a esse fato, eles são tão insignificantes, em seu entender das coisas, como uma mosca a um rinoceronte.
O atual estado moderno de Israel, fundado em 1948,  e os judeus esqueceram-se do significado da estrela de David (Selo de Vishnu) em sua bandeira.
Eles (a raça de GOG) controlam totalmente uma grande percentagem do Senado dos Estados Unidos, provavelmente o mais poderoso e influente corpo legislativo na terra. Eles têm habilidade de controlar a Administração dos E.U.A., o Departamento de Defesa, Relações Exteriores (CFR) e de novo envolvendo esta nação em uma guerra na qual ela não tem interesse direto.
Esta raça extraordinariamente engenhosa e talentosa colocou óculos montados nos narizes dos políticos e cristãos que fazem com que apareça para eles como se esse conflito fosse justificado, para obter depoimentos, como os do Presidente dos E.U.A., que aqueles para os quais (Guerra do Iraque) esta nação declarou guerra são inimigos da democracia e da liberdade, quando tudo o que realmente queriam era ficarem sozinhos com seus problemas para adorar sob os princípios de sua própria religião, sem serem molestados por aqueles que já roubaram quase tudo o que têm – e tudo feito com o dinheiro, influência política e armas dos Estados Unidos da América.
Este escritor passou algum tempo em Israel testemunhando pessoalmente as injustiças perpetradas lá por um povo que não teve nenhuma direito  de reivindicação dà terra, em cima de um povo que a tem. Tendo ido lá com um pouco a favor, um “viés” pró Israel, logo se tornou evidente que qualquer classe dominante que habilmente deselvolve uma economia em que um segmento goza de uma vantagem média de 15-1 de renda sobre o outro, sob o mesmo custo de vida, não pode fingir inocência quando  experiênciam o ódio e a animosidade daqueles a quem oprimem.
Esquerda: Eis aqui o verdadeiro significado da geometria da alegada estrela de David, que na realidade é uma CÓPIA do  Selo de Vishnu (muito mais antigo), o SÍMBOLO do QUARTO CHAKRA, oAnahata, que foi tomado  emprestado pelos judeus da cultura hindu (da qual o povo hebreu é descendente) da Índia e que representa o Quarto Chakra, o cardíaco, no CORAÇÃO humano, a sede do AMOR, da doação e serviço e não do ódio, do controle, e de pretensa superioridade racial sobre as demais raças do planeta)
O “espírito de Gog” não disse que usaria as armas “da América” para realizar seus propósitos, e que agora é visto claramente, no Afeganistão, Iraque e Paquistão, como se derrama o sangue de quem querem, para realizar aquilo que eles querem, que eles não estavam de brincadeira quando fizeram aquela afirmação.
Outro elemento fascinante que inspira admiração é a maneira notável em que a profecia bíblica foi tão fielmente cumprida – E – como o cristianismo (reduzido aos dogmas e doutrinas católicos da igreja romana) atualmente perdeu essa realização. No início parece estranho que esses “eruditos” bíblicos tenham perdido as lições da história: em primeiro lugar, que as profecias nunca foram interpretadas antes da sua realização, exceto pelos profetas que as deu. No entanto, eles continuam a tentar, e o resultado é divertido no melhor dos casos, e pelo menos trágico, pois eles são abandonados em sua vaidade  e erudição para acompanhar as interpretações de sua própria invenção – fagulhas em seu próprio graveto. Eles foram tão hipnotizados e drogados” pela idéia de apoiar e financiar o “retorno maravilhoso dos judeus, o “povo escolhido/eleito” para à sua pátria” que eles são como Lêmingues sendo conduzidos de bom grado para a morte no mar, para morrerem afogados em sua própria ignorância, vaidade, empáfia, erudição e imbecilidade.
Sim, Gog e Magog invadiram o mundo inteiro, e o que é ainda mais surpreendente é que foi feito não só com a bênção do cristianismo professo (ou antes o catolicismo romano ignorante que nunca foi sequer Cristão),mas com seu apoio financeiro e incentivo litúrgico. Os católicos (e todas as demais seitas dai resultante, como os evangélicos) têm realmente cavado as suas próprias sepulturas eclesiásticas. São todos, ainda, túmulos caiados de branco.
“Eis que está a chegar, e isso é feito, diz o Senhor Deus; Este é o dia de que falei “. Ezequiel 39:8
Sugestão de leitura e Referências:
  1. Koestler, Arthur, A Décima Terceira Tribo: The Khazar Empire and Its Heritage, Nova York: Random House, 1976, p. 17
  2. Dunlop, D. M.; A History of the Jewish khazares, Princeton University Press, 1954
  3. Brook, Kevin Alan, Os judeus de Khazaria, Jason Aronson, Inc. Northvale, NJ, Jerusalém, 1999.
  4. Peter B. Golden, Khazar Estudos, Vol. 1 (Budapeste: Akademiai, 1980), pp. 55-56.
  5. Brook, Os judeus de Khazaria
  6. Bury, J. B., A História do Império Romano do Oriente (Londres, 1912).
  7. Koestler, A Décima Terceira Tribo, P. 18.
  8. Brook, Os judeus de Khazaria, p. 27
  9. Artamonov, M. I., História Khazar (Leningrado, 1962). Koestler, A Tribe Thirteeth, p. 19.
  10. Bruce G. Trigger, A History of Archaeological Thought (Cambridge, Inglaterra: Cambridge UniversityPress, 1989), p. 207.
  11. Brook, Os judeus de Khazaria, p. 3.
  12. Idem, pág. 4
  13. Peter B. Golden, Uma Introdução à História dos Povos turcos, Wiesbaden, Alemanha, 1992.
  14. Ibn Said Al-Maghribi, citado pela Dunlop, p. II. Dunlop, D. M.; A History of the Jewish khazares(Princeton, 1954).
  15. Omeljan Pritsak, O Reino Khazar conversão ao judaísmo, Faculdade de Estudos ucraniano 3:2 (setembro de 1978): 271.
  16. Andrew C. Gow, Os judeus Vermelho (Leiden, Holanda: E. J. Brill, 1995), pp. 40-41.
  17. Brook, Os judeus de Khazaria, P. 10. Andrew C. Gow, Os judeus Vermelho (Leiden, Holanda: E. J. Brill, 1995), p. 191.
  18. Brook, Os judeus de Khazaria, Pp. 10-11.
  19. Idem, pág. 16
  20. W. E. 0. Allen, A História do povo georgiano, Londres 1952.
  21. Douglas M. Dunlop, A History of the Jewish khazares, P. 113.
  22. Tirmidhi, al-Abwaab Tafseer: Surat al-Kahf (Hadith 5160), 8/597-99; Maajah Ibn al-Kitaab Fitan, (Hadith 4080), 2 / 1364. Ahmad, Musnad, 2 / 510, 511. http://www.islaam.com/ilm/gog.htm
  23. Gibbon, B., A História do Declínio e Queda do Império Romano, Vol. V (2a ed., Londres, 1901).
  24. Ibid.
  25. Koestler, A Décima Terceira Tribo, P. 27]
  26. Idem, pág. 27-8.
  27. Ibid.
  28. Dunlop, D. M., “khazares” em Enc. Judaica, 1971-2 impressão.
  29. Koestler, A Décima Terceira Tribo, P. 23-4.
  30. Bury, J. B., A História do Império Romano do Oriente, P. 120.
  31. George Vernadsky, A História da Rússia, Vol. 1 (New Haven, CT: Yale University Press, 1948), p. 346.
  32. Brook, Kevin Alan, Os judeus de Khazaria, (Jason Aronson, Inc. Northvale, NJ, Jerusalém), 1999.
  33. Omeljan Pritsak, O Reino Khazar conversão ao judaísmo, Pp. 278-9.
  34. Dunlop, D. M.; A History of the Jewish khazares, P. 90 (Princeton, 1954). al-Bakri (ob. 487/1094)
  35. Koestler, A Décima Terceira Tribo, P. 58.
  36. Ibid.
  37. Bury, J. B., A História do Império Romano do Oriente, P. 406.
  38. Ibid.
  39. Brook, Os judeus de Khazaria, P. 126.
40. Yehuda Halevi, O Kuzari, Trad. Daniel N. Korobkin (Northvale, NJ: Jason Aronson, 1998), p. 1.
  1. Koestler, A Décima Terceira Tribo, P. 66.
  2. Idem, pág. 72-4.
  3. McEvedy, C.; The Penguin Atlas de História Medieval (1961).
44. Macartney, C. A., Os magiares no século IX (Cambridge, 1930).
  1. Dunlop, D. M.; A History of the Jewish khazares (Princeton, 1954).
  2. Baron, S. W., A História Social e relgious dos judeus, Vols. III e IV (Nova Iorque, 1957).
  3. Koestler, A Décima Terceira Tribo, P. 141, 144, 152.
  4. Cecil Roth. “Judeus” em Enc. Britannica, 1973 impressão.
  5. Koestler, A Décima Terceira Tribo, P. 159.
  6. Idem, pág. 15, 16.
  7. A. N. Poliak, Khazaria – A História de um reino judeu na Europa (Mossad Bialik, Tel Aviv, 1951).
  8. Kutschera, Hugo Freiherr von, Die Chasaren (Viena, 1910), Koestler, A Décima Terceira Tribo, P. 169.
  9. Koestler, A Décima Terceira Tribo, P. 172.
  10. Mieses, M.; Die Sprache Jiddische (Berlin-Wien, 1924).
  11. Koestler, A Décima Terceira Tribo, P. 179-80.
  12. Ibid., P.17.
  13. Barker, F.; Cruzadas, Enc. Britannica, 14th ed., p. 772, 1973.
  14. Koestler, A Décima Terceira Tribo, P. 163.
  15. Baron, S. W., A História Social e relgious dos judeus, Vols. III e IV (Nova Iorque, 1957).
  16. Koestler, A Décima Terceira Tribo, P. 164-7.
  17. Idem, pág. 182.
  18. Brook, Os judeus de Khazaria, p. 300.
  19. Hugo Freiherr von Kutschera, em Die Chasaren: Historische Studie (Viena: A. Holzhausen, 1910,) (tradução Inglês).
  20. Shapiro, H., “O Povo Judeu: uma história biológica” (UNESCO, Paris, 1953).
  21. Koestler, A Décima Terceira Tribo, P. 177.
  22. Baron, S. W., A História Social e religiosos dos judeus, Vols. III e IV (Nova Iorque, 1957).
  23. Encyclopedia Americana, Edição 1985.
  24. 13th Tribe, Anexo IV, p. 223.
  25. Koestler, A Décima Terceira Tribo, Apêndice IV, p. 224.
  26. Jvim International, http://www.jvim.com/IntelligenceBriefing/Dec1996/wars.html
  27. Josefo, Antiguidades dos judeus, Livro 1, cap. 6.
  28. A Enciclopédia Católica, Volume VI, 1909, (Robert Appleton Company).
  29. Josefo, Antiguidades dos judeus, Livro 1, cap. 2.
  30. Alexander A. Vasiliev, Os godos na Crimeia (Cambridge, MA: The Mediaeval Academy of America, 1936), p. 96.
  31. Viajantes judaica, Ed. Elkan N. Adler (Londres: George Routledge & Sons, 1930), p. 83.
  32. Koestler, A Décima Terceira Tribo, P. 24.
  33. Idem, pág. 81.
  34. Schultze – Das Martyrium des Heiligen Abo von Tiflis, Texte und Untersuchungen für Geschichte der Literatur altchristlichen, XIII (1905), 13th Tribe, p. 19, 20.
  35. E. G. White, O Grande Conflito(Pacific Press Publishing Company), edição 1888.
Links para assuntos relacionados, ver em:
·         Benjamin Freedman Speaks
Mais sobre o Império Khazar ver site:  http://www.khazaria.com/
Aqui está uma lista de fontes judaicas que preservam o conhecimento da conversão ao judaísmo dos khazares:
·  Elchanan o aka Merchant Eldad o Danite – 9o século
·  Autor anónimo do Carta Schechter – Século 10
·  Ibn Hasdai Shaprut - Século 10
·  D. José dos Cazares – Século 10
·  Yehuda Halevi – Século 12
·  Rabi al-Yehuda Barseloni – 12th Century
·  Rabi Abraham ibn Daud - Século 12
·  Rabino Shem Tov Ibn Shem Tov – Século 15
·  Rabino Gedalias – Século 16
·  Yitzhak Aqrish – Século 16
·  O rabino Yehuda Moscato - Século 16




Fonte: http://thoth3126.com.br/
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com 
do site: http://www.apfn.org/THEWINDS/library/khazars.html