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segunda-feira, 20 de junho de 2011

MARTE - A Verdade Encoberta é Finalmente Revelada

Imagem do céu de Marte após o por do Sol (foto Mars Opportunity).

Por Marco Antonio
Até que ponto nossa humanidade tem sido informada das descobertas dos programas espaciais das principais nações? Se existe um acobertamento indiscutível da realidade da presença extraterrena em nosso planeta, a mesma coisa não estaria acontecendo em termos extraterrestres, ou seja, no restante de nosso sistema solar, explorado nas últimas décadas, e principalmente nos últimos anos por várias espaçonaves não tripuladas?

A quantidade de material fotográfico liberado nos últimos anos e disponibilizado pelas agências em espaciais através de seus sites tem colocado em cheque a idéia oficial referente à falta de evidências sobre a presença dos UFOs e seus tripulantes. Não só na órbita terrestre, mas também na Lua, e em outros pontos de nosso sistema solar tal presença tem sido documentada de uma maneira bastante objetiva, apesar ainda da falta de declarações oficiais.

Leitos de antigos rios podem ser vistos nessa imagem do solo de Marte obtida pela espaçonave Mariner 9.

Desde outubro do ano de 2008 eu venho investigando de maneira novamente mais profunda as imagens obtidas pela NASA e pela ESA (Agência Espacial Européia). Principalmente as fotos relacionadas às missões lunares, e as obtidas pelas diversas espaçonaves que voltaram desde o final do século passado a explorar o planeta Marte.

Na década de 80 eu já havia me dedicado a um busca semelhante, mas bem mais restrita, depois que um pequeno número de fotos da missão Mariner 9, a primeira a conseguir orbitar o planeta, e das duas espaçonaves do projeto Viking pareceram revelar sinais da existência de uma antiga civilização no passado remoto do planeta. Cheguei até a escrever sobre este assunto em dois dos meus primeiros livros, e fazer várias palestras pelo Brasil utilizando este material.

As pirâmides do Elysium (foto Mariner 9).

A verdade é que até poucos anos atrás, por exemplo, a Agência Espacial Norte-Americana não tinha o menor compromisso de divulgar ou disponibilizar para a própria população dos EUA o resultado de suas missões espaciais. O já citado projeto Viking, por exemplo, o primeiro a conseguir colocar módulos no solo para investigar a presença de formas de vida, havia conseguido mais de 50 mil imagens, mas apenas uma ínfima parte delas havia chegado até o público, ou a mídia em geral. Esta situação mudou não só devido às críticas e denúncias feitas por grupos de investigadores e cientistas, alguns ligados a NASA no passado, que começaram a denunciar um forte processo de acobertamento em relação ao material obtido, como resultado da atuação de personalidades do legislativo norte-americano, que começaram a cobrar da agência espacial maior transparência. Afinal tais missões foram e estavam sendo financiadas pelos impostos pagos pelo povo norte-americano.

A planície de Cydonia onde foi fotografada a Face e uma série de estruturas de base geométrica (Photo 35A72 Viking 1).

O fato é que já na era da Internet as coisas se modificaram e aparentemente "todas" as fotos acabam sendo disponibilizadas, dando a impressão ao cidadão desavisado, e com certa dose de ingenuidade, que tudo fotografado e documentado pelas atuais missões espaciais pode ser encontrado nas páginas dos diversos sites não só da Agência Espacial dos EUA (NASA), como da hoje também poderosa Agência Espacial Européia.
Mas se as fotos pelo menos em sua quase totalidade podem ser acessadas, falta ainda é claro uma abertura definitiva, ou seja, declarações realmente verdadeiras sobre o que muitas destas documentam. Parece claro que chegamos ao nível intermediário do processo de acobertamento relacionado aos programas espaciais. Antes não podíamos ver as fotos que documentavam a presença dos UFOs, dos sinais de ruínas na Lua e em Marte, e muito menos da presença extraterrestre na atualidade em termos de suas edificações.
Agora parte deste material pode ser visto e estudado, se o leitor desejar e estiver disposto a examinar algumas dezenas de milhares de fotos como este autor e outros investigadores estão fazendo no exterior, em meio às quais estes documentos podem ser encontrados. Mas não chegou ainda à hora das grandes revelações, pelo menos em termos oficiais. Se qualquer pessoa da mídia, por exemplo, for questionar uma porta-voz da NASA sobre tais imagens, certamente continuará a obter às mesma explicações fantasiosas e inacreditáveis. Algumas são tão absurdas, que temos a impressão que o objetivo é realmente nos convencer que estão mentindo. Apesar disto sabemos que a maioria das pessoas é facilmente enganada por este jogo, e, é mantida longe da verdade, simplesmente por não serem capazes de pensar por si mesmas. Continuam acreditando que se existisse realmente algo de palpável sobre os sinais da existência e presença dos extraterrestres, na Terra, Lua ou Marte, nossas autoridades seriam as primeiras a informar.

Visão ampliada da Face de Cydonia (Viking photo 76H593 / 17384 - HEAD).

Antes de falarmos das conclusões que chegamos a partir de algumas das imagens que estamos apresentando em nossos seminários e conferências, e ilustram este artigo, é interessante ressaltarmos alguns pontos para que possamos começar a entender o momento que estamos vivenciando dentro deste surpreendente "jogo" de interesses, muitas vezes escusos.

Após as missão Mariner 9, e principalmente das Vikings, por maior que fosse a força da documentação conseguida pelos módulos orbitais, e pelos dois landers (módulos de descida), falar de vida inteligente no passada (ruínas), ou mesmo vida microbiana no solo de Marte, acabou sendo considerado algo forte. A NASA havia de início admitido resultados positivos em testes realizados com amostras do solo recolhidas pelos braços mecânicos tanto da Viking 1, como do lander da segunda espaçonave, mas estes resultados foram depois desconsiderados (agora estão sendo alvo de novas considerações). Por razões até acadêmicas e cientificas, seria prudente aguardar uma nova espaçonave que pudesse fotografar o solo do planeta com um grau de definição ainda maior, e de uma distância mais reduzida. Isto para não falarmos algo fundamental: não é a NASA que decide o que pode ou não ser divulgado. Ela apenas participa e segue uma política que é elaborada fora de sua, vamos dizer, jurisdição.

Foto 35A72 processada e analisada por Vicent DiPietro e Greg Molenar especialistas em processamento de imagens, que reafirmaram a natureza artificial da estrutura.

Não foi difícil perceber nas "entrelinhas" das declarações de certas personalidades da esfera espacial dos EUA, como do hoje saudoso Carl Sagan, os sinais do que havia ou não sido encontrado em Marte. Ele afinal havia sido um dos principais responsáveis pelo projeto Viking, e pela busca de vida em Marte. Sagan chegou, por exemplo, a publicar duas imagens bem sugestivas em seu livro Cosmos. Uma delas das pirâmides do Elysium, fazendo uma referência que elas deveriam no futuro ser mais investigadas, e, outra do Vale Kasei, um antigo vale fluvial de Marte, que como pode ser observado na fotografia, apresenta os sinais, em minha opinião, do que parece ser um processo de irrigação artificial.

O DESAPARECIMENTO DA MARS OBSERVER

O fato é que com o fracasso da Mars Observer, declarada perdida e sem comunicação justamente no momento em que se preparava para entrar em órbita do planeta em agosto de 1993, os norte-americanos só chegariam a Marte novamente em 1997, com a Mars Global Surveyor, e com a Mars Pathfinder (o primeiro jipe robótico), lançados ao espaço quase simultaneamente logo após a morte prematura de Sagan. Ou seja, ele não viu tudo aquilo que certamente sonhava ver, que de uma maneira muito especial ela parecia já saber. Basta ler o livro Cosmos para ter esta percepção. Sagan chegou a falar da possibilidade de "existirem pequenas formas de vida em cada grão de areia do planeta, e grandes formas em outras regiões distantes dos pontos em que as Vikings desceram". Isto foi escrito 30 anos atrás por uma personalidade do mundo científico alheia, para dizer pouco, à realidade do fenômeno UFO, imaginem se fosse diferente!
Com a entrada em órbita da Mars Global Surveyor em 11 de setembro de 1997, e o pouso da Pathfinder, que já havia ocorrido em 4 de julho, os mentores do acobertamento e seus representantes dentro da NASA deram uma cartada decisiva para tirar o interesse da mídia, e afastar a população do que estava prestes à acontecer. Tanto seus cientistas, como vários outros, que já tinham feito denúncias contra o acobertamento das imagens do programa de exploração do planeta, sabiam perfeitamente que, com o nível de definição das câmeras da MGS, o "véu finalmente cairia". O que aconteceu poucos dias depois foi um dos mais vergonhosos atos perpetrados nos EUA contra a consciência de seu povo, e porque não dizer da humanidade.
MASCARANDO A VERDADE
Logo após fotografar Cydonia, a região onde em 1976, havia sido fotografada pela Viking por várias vezes, a polêmica imagem de uma estrutura semelhante à uma cabeça humana fitando o céu, que havia se tornado uma espécie de ícone dos sinais da antiga civilização, a agência espacial chamou a imprensa e liberou uma imagem surpreendente onde nada ou quase nada podia ser visto, que segundo as declarações oficias da NASA, apresentadas conjuntamente com a imagem, comprovava que o "Rosto", ou a "Face", como também passou a ser conhecida, simplesmente não existia como uma estrutura. Tudo não passava, como oficialmente já era dito desde sua descoberta, de uma ilusão.
Recordo-me perfeitamente de ter assistido este triste espetáculo inclusive nos telejornais da época em nosso país. O que mais me surpreendeu foi a facilidade que tanto a mídia, e expressiva parcela da população encarou o que estava sendo oferecido. Coisas deste tipo acontecem e são planejadas a partir da idéia de que expressiva parcela da humanidade pode ser facilmente manipulada, o que na verdade sabemos esta muito próximo da realidade. Como conseqüência deste triste "espetáculo", vez por outra, vejo ainda para minha surpresa, inclusive alguns colegas de nossa própria área se referirem à estrutura como um engodo. Para agirem assim devem desconhecer todos os estudos que já foram realizados por várias personalidades, inclusive do mundo astronômico e acadêmico, especialistas em ótica, processamento de imagens, etc., que já divulgaram seus estudos técnicos.

Foto da Face tomada pela Mars Global Surveyor em 1998. A imagem sofreu uma profunda manipulação antes de sua divulgação.

A DESCOBERTA DA FRAUDE
Mas a fraude foi logo percebida, mas também como acontece normalmente, ignorada quase totalmente pela mídia, e por uma população desatenta. A nota oficial foi manchete, a denúncia sobre a fraude esquecida.

A agência espacial, inicialmente, havia fotografado a "Face" na mais desfavorável posição possível em termos de inclinação, e como se isto não bastasse, havia suprimido na hora de "montar" a imagem todos os recursos básicos utilizados normalmente no processamento de imagens. Para que se tenha uma idéia clara do que foi feito pela NASA, basta dizer que depois da descoberta da fraude, justamente por aqueles que sempre denunciaram o acobertamento, foi utilizada uma foto aérea do Pentágono para demonstração da manipulação. Passada para o mesmo nível de definição utilizado na imagem do "Rosto", o centro do poder militar norte-americano ficou simplesmente irreconhecível.
A "ESFINGE" MARCIANA REAPARECE
Com a reconstituição da devida definição a primeira foto da "Face" conseguida depois de mais de vinte anos mostrou uma outra realidade. Como declarou posteriormente o astrofísico norte-americano Tom Van Flandern, do US Naval Observatory, autor de vários livros, a imagem comprova de maneira definitiva que estamos diante de uma estrutura artificial. Flandern chegou a fazer um detalhado depoimento revelando os motivos que o levaram a esta conclusão, apresentando tudo posteriormente na forma de uma conferência pública em Washington no dia 8 de maio de 2001, em que teve o apoio de físicos, geólogos, etc., entre outros especialistas, para os quais o Rosto também é algo artificial.


A Face de Cydonia fotografada em 1998 pela MGS "reconstituida" pelo físico ótico Mark Carlotto.

Com o efeito gerado pela manobra relativa a foto da "Face", e com a mídia acompanhando à distância a missão, a NASA mediante a MGS deu seguimento ao mais extraordinário processo de mapeamento fotográfico do planeta Vermelho, enquanto a Pathfinder explorava particularidades de seu solo. Várias de suas fotos obtidas a partir do próprio solo do planeta mostram entre outras coisas rochas que parecem ter sido trabalhadas: fruto de alguma forma de manipulação. Já a Mars Global Surveyor não só documentou de maneira evidente os sinais da antiga civilização nos locais antes já vislumbrados, como identificou mediante suas imagens outras ruínas e sinais de estruturas gigantescas, que aparecem preservadas nas fotos, como se fossem coisas em atividade na atualidade. Ao mesmo tempo em que estas descobertas eram realizadas, como continua a fazer até hoje, a NASA, vez por outra, mediante seus press releases, chamava a atenção para algumas fotos sem maiores implicações.
O fato é que após a Pathfinder e a Mars Global Surveyor o planeta Vermelho foi "invadido" literalmente por nossas missões espaciais. No momento estão em operação além dos dois jipes robóticos (Spirit e Opportunity), que já completaram de maneira surpreendente 4 anos de atividade, entre outras espaçonaves, a Mars Reconnaissance Orbiter também da NASA e a Mars Express da Agência Espacial Européia (ESA).

Estrutura piramidal gigantesca fotografada na região conhecida como Condor Chasma (foto MGS).

A NASA parece que esta se preparando para fazer grandes revelações. Ou pelo menos deu já alguns passos decisivos rumo a isto. Segundo as declarações oficiais dadas na atualidade, Marte foi realmente em uma passado não muito bem mensurado em termos de antiguidade, um mundo com condições ambientais bem próximas às da Terra na atualidade. Possuiu rios, lagos, e provavelmente mares, e uma atmosfera mais densa e rica em oxigênio. Suas últimas manifestações poucas semanas atrás revelaram mesmo que o planeta Vermelho foi "habitável". Mesmo hoje existiria muita mais água que inicialmente foi imaginado no passado. Água inclusive em estado líquido longe das regiões polares, onde sabemos esta existe em abundância.

 
Estruturas artificiais fotografadas no solo de Marte pela Mars Global Surveyor.

CONFIRMAÇÃO DE VIDA
Em 1996 a NASA mediante os estudos realizados em um pequeno fragmento do planeta, o meteorito ALH84001, já havia afirmado em um evento na Casa Branca, onde o presidente Bill Clinton apresentou o fato como a descoberta do século, que Marte possuiu em passado remoto vida primitiva (microbiana). Conforme foi divulgado na oportunidade, foram achados sinais claros de vida em estado fossilizado. Agora a discussão em termos oficiosos é se existe ainda alguma forma de vida na atualidade, mesmo que seja "só vegetal". O que falta dizer? As condições e a base para as afirmativas finais já estão lançadas, e provavelmente serão feitas de maneira individual. Passo a passo, com o passar dos anos. Estamos sendo preparados para estas revelações.
O meteorito que revelou ao ser estudado sinais de vida em estado fossilizado.

A VERDADE COM DEZ ANOS DE ATRASO
Estamos com no mínimo uma defasagem de 10 anos entre o que é oficialmente dito, e aquilo que já estava estabelecido antes.
Imagens da Mars Global Surveyor, por exemplo, ao contrário do que foi declarado, já mostravam que algumas estruturas fotografadas previamente pelos módulos orbitais das Vikings na região conhecida como Cydonia, são realmente artificiais. Além da própria "Face", gostaríamos de destacar uma estrutura piramidal de cinco lados, conhecida como Pirâmide "D & M".
VEGETAIS GIGANTES
Outras imagens da mesma espaçonave revelam o que parecem ser formas de vida vegetal gigantescas, fotografadas próximas do pólo Sul do planeta (284.38 West / 82.02 South). A NASA não liberou até hoje nenhuma reprodução destas imagens com a cor natural, pelo contrário, se "especializou" nos últimos anos na técnica da cor falsa, utilizada normalmente para ressaltar detalhes nas imagens espaciais, mas que no caso das fotos do planeta vermelho passou a ser mais uma artifício utilizada para mascarar a verdade. Mesmo assim estas imagens, mesmo em preto e branco, são extremamente significativas, como ressaltou o já citado astrofísico norte-americano Tom Van Flandern, do US Naval Observatory.
O astrofísico Tom Van Flandern, do US Naval Observatory, defendeu a idéia (já faleceu) de que esta imagem da Mars Global Surveyor mostraria formas de vida vegetal gigantes.

Mas não é apenas nesta região que foram obtidas imagens do que parecem ser formas de vida vegetal. Em fotos das própria dunas, e, em meio à areia dos desertos marcianos, foram fotografadas outras formas, que parecem crescer de maneira surpreendente, desafiando os céticos da presença de vida no planeta. Mas como isto pode ser possível? Existe água para isto? Algumas das imagens mais impressionantes da Mars Global Surveyor respondem esta questão de uma maneira bem objetiva.
ÁGUA EM ABUNDÂNCIA
Mediante algumas destas fotos, sabemos hoje, que durante o degelo parcial dos pólos nos verões, uma vasta região é banhada pelo precioso líquido. Isto para não falarmos de outras imagens, que parecem mostrar água em estado líquido surgindo do subsolo do planeta em meio justamente às áreas mais desérticas de Marte. Parecem existir verdadeiro oásis no planeta vermelho, onde a vida vegetal sobreviveu depois que as condições ambientais se modificaram no passado remoto, ou simplesmente esta ressurgindo na atualidade.

 
Sinais de água em estado líquido na enconsta da cratera Terra Serenum (foto Mars Global Surveyor).

Outras fotos, ainda da MGS, apresentam sinais de que seres estabelecidos na superfície do planeta estão utilizando e controlando alguns destes mananciais de água. Curiosamente algumas das instalações (bases?), aparentemente em atividade na atualidade, estão justamente localizadas nas regiões onde o precioso líquido parece mais abundante.
DESCOBERTAS DOS SOVIÉTICOS
Mesmo antes das mais recentes missões, na época justamente que os norte-americanos estavam fora de Marte, os soviéticos já haviam conseguido documentar mediante uma das espaçonaves do projeto Fobos, além de estruturas misteriosas nas luas de Marte, uma grande "cidade" nas proximidades do equador do planeta, que vista do espaço, mostrava claramente um ordenamento geométrico, semelhante ao observado nas imagens de nossas cidades obtidas a partir da órbita terrestre.
A foto em questão, batida pela câmera infravermelha, revelava que a estrutura emitia uma intensa radiação justamente nesta faixa do espectro eletromagnético, ou seja, o conjunto de estruturas produzia calor. A imagem foi obtida pela Fobos 2, a mesma que posteriormente fotografou uma imensa sombra de forma lenticular na superfície do planeta, projetada por algo que se encontrava em órbita. Um objeto em forma de fuso, que tinha segundo os cálculos da própria agência espacial mais de 20 km de extensão, fotografado pelo menos por duas vezes, antes que a espaçonave também fosse declarada perdida, logo após documentar a presença do UFO.
Imagem infravermelha obtidada do solo de Marte pela espaçonave Fobos 2 documentando um conjunto de estruturas de base geométrica.

Apesar de todos os esforços do centro de controle da missão, não foi possível o restabelecimento do contato, como já tinha na verdade acontecido meses antes com a primeira espaçonave, declarada perdida quando ainda a caminho de seu objetivo.
OUTRAS PIRÂMIDES
Voltando a falar da Mars Global Surveyor, devemos ressaltar também a descoberta de outras estruturas piramidais gigantescas. Uma das mais impressionantes, apresenta três lados, como as pirâmides do Elysium comentadas por Carl Sagan. Ela foi detectada nas imagens obtidas da região conhecida como Condor Chasma, e pode ser observada mesmo sem ampliação nas fotos originais presentes nos arquivos da NASA. Pelas fotografias não podemos ter idéia do material, ou mesmo se a estrutura foi moldada a partir de algo natural até que tomasse a forma observada nas fotografias, mas o caráter geométrico é perfeito, e não podemos, como nos outros casos deste tipo, considerar a explicação da NASA, ou seja, que é obra dos ventos marcianos.
Esta questão chega a ser cômica. No planeta Vermelho, a água no passado, e as tempestades de areia em épocas mais recente, assumiram um papel fundamental na produção de estruturas e construções, que superam em perfeição e em tamanho os monumentos presentes em nosso planeta, que como é do conhecimento geral, não foram fruto de qualquer forma de milagre relacionado às condições ambientais presentes no passado.

 
A "Face do Rei" fotografada pela Mars Global Surveyor na região conhecida como Libya Montes é mais uma das evidências deixadas pela antiga civilização do planeta. É maior que a face de Cydonia, e apresenta, apesar de bastante erodida, uma visão clara de um rosto humano.

O mesmo tipo de explicação natural foi dada pela agência espacial norte-americana para outra descoberta surpreendente. Na foto PIA08768 da MGS (8.8°N / 1.2°W) foi detectada uma clara alteração das estruturas de algumas montanhas. Algo exatamente igual ao padrão dos "terraços cultivados" dos incas. Para a NASA tal coisa foi gerada provavelmente mediante efeito erosivo causado por água. Este mesmo padrão apareceu também em outras montanhas fotografadas posteriormente não só pela MGS, mas também pela Mars Express da Agência Espacial Européia, que entrou em órbita de Marte em dezembro de 2003.
A foto SEMCNHMZCIE da espaçonave da ESA, por exemplo, que documenta a região conhecida como Juventae Chasma, é mais impressionante ainda, pois apresenta o mesmo padrão apenas em parte da estrutura geológica de uma das montanhas da região. Ou seja, se formos considerar às explicações da NASA, temos que acreditar que houve um milagre ainda maior: a água resolveu esculpir sua "obra de arte" apenas em um área restrita da montanha. Mas nesta imagem existe também outra coisa impressionante. À esquerda da referida montanha temos uma grande "mancha verde". Parece evidente que estamos diante de um forte sinal também nesta região de vida vegetal. Neste caso algo possivelmente semelhante ao nosso liquen.


 
"Terraços cultivados" à maneira inca.


Este mesmo efeito ou sinal de vida vegetal aparece em várias fotos obtidas pela Mars Odyssey, que chegou em Marte em 2001, e pela Mars Reconnaissance, que entrou na órbita do planeta no dia 10 de março de 2006. Mas geralmente o que é verde nas fotos da Marx Express aparece nas imagens da agência espacial norte-americana como algo escuro, ou preto, ou em cor falsa, como já falamos. Isto já foi alvo de várias denuncias e criticas recentemente por parte dos pesquisadores que lutam pelo fim do acobertamento no programa espacial norte-americano.
Água congelada na cratera Vastitas Borealis (foto Mars Express, Agência Espacial Européia).

As imagens da Mars Express trouxeram realmente um forte impulso no processo de comprovação de vida vegetal na atualidade. Em uma área específica do Vale Mariner, uma gigantesca fenda geológica que cobre parte da região equatorial do planeta, foi localizada outra área onde a vida parece estar florescendo na atualidade. Na imagem SEMGVY57ESD da Agência Espacial Européia, "ao vivo e a cores" podemos ver sinais claros de alguma forma de vegetação. Nesta área conhecida como Valle Louros, algo surpreendente esta acontecendo. É mais um claro sinal da defasagem entre o que é dito oficialmente e a realidade já documentada. Basta "jogarmos" um pouco de luz na imagem, para clarear justamente as depressões da região, para podermos observar em detalhes mais este claro sinal de vida vegetal.

Foto obtida pela nave Mars Express da Agência Espacial Européia (ESA). A imagem documenta a região da cratera Gusev. Nela podemos ver uma misteriosa mancha esverdeada denunciando a possibilidade de alguma forma de vida vegetal (foto SEMP3J474OD).

OUTRAS RUÍNAS
Confirmei mais recentemente também em uma outra foto da mesma espaçonave a presença de mais dois complexos de ruínas. Na verdade quase toda a área coberta pela foto SEMABA474OD esta repleta de estruturas misteriosas. Uma simples ampliação da foto original postada pela Agência Espacial Européia (ESA) revela prontamente esta realidade. Objetos alongados e convexos, estruturas retangulares ou de outras formas geométricas podem ser facilmente observadas também nesta região do Vale Mariner (5° N / 323° E).

Complexo de ruínas da antiga civilização marciana fotografado pela espaçonave Mars Express (ESA).

ANDANDO PELO SOLO DO PLANETA
Todas estas últimas imagens e estruturas foram conseguidas e detectadas a partir do mapeamento fotográfico produzido por espaçonaves em órbita do planeta, e agora chegou o momento de falarmos alguma coisa sobre as descobertas feitas mediante os rovers da NASA, diretamente do solo marciano, mediante um dos mais ambiciosos projetos da agência espacial.
Para que se tenha uma idéia a NASA hoje esta disponibilizando através de duas de suas páginas mais de 280 mil fotos ou imagens obtidas pelos rovers Spirit e Opportunity, que iniciaram suas missões quase simultaneamente após o pouso em janeiro de 2004.
Os jipes robóticos da NASA fotografaram e continuam a registrar coisas impressionantes. Além da parte oficialmente admitida, relacionada às evidências de água e de um clima no passado bem mais favorável a vida, que como já falamos no início deste artigo, levou a agência espacial a revelar recentemente, que o planeta foi provavelmente "habitável" no passado, foram obtidas imagens que a agência espacial preferiu até o momento manter silêncio.
Crânios fósseis de antigos animais marcianos fotografados pelo rover Opportunity.

UFOs foram e continuam sendo fotografados a partir do solo. Rochas claramente trabalhadas por "mãos humanas" estão espalhadas pelas áreas até agora contempladas pelas investigações. Crânios aparentemente fossilizados de antigos animais que habitaram o planeta no passado estão sendo fotografados, e até objetos semelhantes aos nossos "CDs" e outros artefatos oriundos de uma tecnologia que não sabemos a quem atribuir parecem ter sido "esquecidos" no solo e já foram observados de perto pelos robôs da NASA.

UFO na forma de fuso fotografado pelo rover Spirit.


Todo este material pode já ser visto diretamente por qualquer pessoa nas já citadas páginas da NASA, em meio à outras milhares e milhares de imagens. Estamos ainda examinando foto a foto, ampliando cada uma delas, pois temos certeza que existe muita coisa a ser ainda descoberta. Alguém decidiu que já podemos ver estas coisas. Algo nos esta sendo oferecido e cabe a cada um de nós a escolha. Saber a verdade agora só depende de nós, mas o acobertamento ainda não acabou, e as investigações sobre Marte na verdade estão ainda no início, e não podemos ter idéia realmente do quanto ainda não sabemos, quantas fotos estão sendo ainda sonegadas, etc.
Estamos experimentando momentos muito especiais que ajudarão a mostrar a humanidade o seu verdadeiro lugar no cosmos, e como a presença de uma civilização mesmo estabelecida em termos planetários pode se tornar algo efêmero e frágil.
Não há dúvida para este autor que o planeta Vermelho ostentou no passado uma civilização avançada, que pode ter chegado a extinção depois que as condições ambientais se modificaram drasticamente por razões ainda discutíveis. Uma das hipóteses aventadas pela Agência Espacial Européia é o impacto de um asteróide, que teria inclusive provocado a perda de boa parte da atmosfera que o planeta possuiu no passado.
UMA RESPOSTA NAS TRADIÇÕES
Algumas de nossas tradições indígenas, como dos índios Hopis (EUA) revelam que parte da humanidade atual seria descendente justamente de um processo de fuga ocorrido a partir de Marte e de um planeta denominado por eles de Maltek, que teria sido destruído e fragmentado por seus próprios habitantes como resultado de uma grande guerra. O fim da civilização marciana estaria relacionado ao impacto de alguns dos fragmentos do antigo planeta, que ficava em uma órbita próxima.

O impacto do asteróide que pode ter provocado o fim de uma antiga civilização em Marte (reconstituição Agência Espacial Européia - ESA).


Não sabemos se a presença extraterrena na atualidade esta ou não relacionada com a antiga civilização, mas o aprofundamento de nossa presença em Marte poderá não só trazer respostas sobre o que aconteceu no passado remoto do planeta, como também ajudar a decifrar alguns dos mistérios que envolvem nossa própria presença na Terra

por Marco Antonio





Fonte: http://claudiovelasco.ning.com/profiles/blog/show?id=2852652%3ABlogPost%3A453030&xgs=1&xg_source=msg_share_post



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