domingo, 30 de junho de 2013

ARMAS PSICOTRÔNICAS: Os Raios da Morte na Vida Real






por Joe Vialls

[O artigo seguinte é retirado da revista New Dawn - uma revista que expõe o consenso da realidade e publica a informação suprimida. publicação 6; GPO Box 3126FF, Melbourne, 3001, AUSTRALIA.]

Há uma evidência circunstancial muito forte que sugere que novas armas psicotrônicas tem sido desenvolvidas para “controlar” inocentes cidadãos sem o conhecimento ou o consentimento deles, com a pesquisa mostrando que os EUA lideram este campo. Tal armamento já existe em Pine Gap e Nurrungar e, se assim for, pretende ser usado contra os australianos exercendo seu direito democrático de protestar pacificamente?
A pesquisa no uso de ondas eletromagnéticas como armas potenciais para distorcer a percepção humana e/ou causar direto dano psicofisiológico começou pouco depois do fim da Segunda Guerra Mundial. Embora os oficiais da inteligência americana afirmassem que os soviéticos tinham a mão dominante neste campo, é significativo que os soviéticos tenham proposto o banimento total da guerra eletromagnética em uma das conversas sobre guerras. O equipamento já havia sido testado nos EUA em ratos a curto alcance, com sucesso induzindo náuseas, tumores e outros sintomas. Palestras fechadas em várias instituições de defesa dos EUA já tem discutido efeitos de frequências específicas que tem sido anotados na agenda para uso em situações operacionais. Em outras palavras, os americanos já sabiam exatamente que frequência aplicar para obter uma precisa reação dentro das áreas alvo do cérebro humano. Os EUA tem um problema com a testagem a nível humano. Tem sido afirmado claramente que a Casa Branca claramente recusou a solicitação da testagem em sujeitos humanos. Mas há afirmações contrárias que sustentam que a Casa Branca aprovou uma tal testagem, mas apenas em prisioneiros e não americanos.

Como Funcionam as Armas Psicotrônicas

Pela década de 1960, a pesquisa de armas tinha se partido em dois campos distintamente diferentes. O primeiro destes campos envolveu a operação de armas em frequências no mesmo nível da atividade elétrica do cérebro humano de 14 Hertz (ou 14 ciclos nos velhos valores). Estas eram e ainda são chamadas de ELF, frequência extraordinariamente baixa. O projeto era destinado a induzir doença ao desordenar os padrões elétricos em áreas específicas do cérebro, resultando em náusea, desfalecimento, ataque de pânico e possível inconsciência a curto alcance; depressão e outros sintomas a longo alcance. A ambição era identificar que precisa frequência era necessária para cada reação individual humana. Sob o governo Reagan, sob o projeto super secreto “Sleeping Beauty”, o Dr. Michael Persinger, neurologista chefe no Laboratório de Fisiologia Ambiental da Universidade Laurentian em Ontário, estava sendo discretamente custeado para encontrar as respostas. Usando o que são chamados de campos de baixa intensidade variáveis com o tempo em um alcance de frequência extremamente baixa de 1 a 10 hertz, Persinger foi consistentemente capaz de manter doentes os ratos em uma gaiola. O campo ELF que ele gerou tem estimulado as células cerebrais MAST produtoras de histamina e induzindo uma náusea instantânea.
A pesquisa específica de armas ELF foi continuada pela Dra. Elizabeth Rauscher, uma física nuclear e chefe do Laboratório de Pesquisa Técnica em San Leandro, Califórnia. Rauscher já tinha identificado efeitos específicos de frequência para induzir não apenas náusea, mas também a sensação de felicidade, por exemplo. Claramente, Dra. Rauscher era uma entusiasta: “Dê-me dinheiro e três meses’, ela se gabava, “e eu serei capaz de afetar o comportamento de 80% das pessoas nesta cidade sem o conhecimento delas. Faze-las felizes ou ao menos pensarem que são felizes. Ou agressivas.”
Muito mais tarde, em março de 1984, o Capitão Paul Tyler, um médico da marinha americana responsável por toda a pesquisa sobre os efeitos da radiação em humanos, apresentou um trabalho no Centro para Doutrina Aeroespacial da Universidade Aérea. Tyler confirmou que “específicos efeitos biológicos podem ser alcançados” com campos eletromagnéticos. Ele deixou muito claro que os campos necessários já tinham sido identificados para uso operacional. Aparentemente, a maciça geração de energia necessária para a transmissão ELF ainda é um problema. Até onde se saiba, o “subterrâneo” dos EUA não está ciente de qualquer incidente comprovado onde ELF tenha sido usada contra o público em geral de maneira hostil. Existem de fato exemplos [de ambos os lados] onde transmissores maciços tem estado bombardeando áreas específicas dos EUA e da União Soviética por décadas. Estas áreas são tão grandes que se existem dados sobre efeitos a longo prazo, o “subterrâneo” não sabe acessa-los.
Persistem rumores não consubstanciados que o caça bombardeiro americano “stealth” F117A pode ser equipado com armamento ELF dentro de sua baia interna de bombas. Se este equipamento foi ou não utilizado contra alvos específicos no Iraque durante os ataques americanos, é desconhecido. Deve ser lembrado que as ondas ELF são invasivas. Diferentemente de EHF, que reflete as superfícies duras, ELF pode e deve penetrar substâncias extremamente densas, inclusive concreto reforçado. As medidas defensivas permanecem desconhecidas a nível geral contra este tipo de radiação, embora, presumidamente o chumbo (Pb) agiria como uma barreira eficaz .
O outro campo de pesquisa de armas diz respeito aquelas armas que operam em frequências micro ou milimétricas e também são chamadas de “Tecnologia de Microonda de Barreira de Guerra”. Tais armas operam no fim oposto dos comprimentos de ondas eletromagnéticas ELF, isto é, em Frequências Extraordinariamente Altas [EHF]. As microondas geralmente são usadas em conjuntos de radares e fornos de microondas, por exemplo. A principal vantagem da EHF sobre a ELF reside no fato de que suas transmissões são em linha direta e assim podem ser irradiadas com facilidade para áreas pequenas ou pequeninas. ELF, em comparação, tende a se espalhar amplamente.
As microondas são geradas por um aparelho chamado “Magnetron” no qual os elétrons, gerados por um cátodo aquecido, são movidos para combinar a força de um campo magnético e elétrico. O cátodo é um cilindro vazio com a parte externa recoberta de bário e emissores de óxido de estrôncio. Arranjado concentricamente ao redor da parte externa do cátodo está um grande ânodo cilíndrico que contém um grande número de cavidades ressonantes, normalmente de um quarto de comprimento de onda, na superfície interna. Quando ligado, o magnetron gera um campo elétrico radialmente entre o ânodo e o cátodo, enquanto que o campo magnético é coaxial ao cátodo. O conjunto completo então é lacrado dentro de um envelope de vácuo. O máximo output de energia é limitado pelo tamanho do magnetron individual, mas a pesquisa indica que o maior pode gerar uma corrente de pulsos de microondas que podem ser focalizados do mesmo modo que as lentes de uma câmera – de ângulo ultra amplo a telefoto – criando a área ou capacidade de detalhar exatamente. Felizmente o magnetron não é um aparelho pequeno. Fontes informadas indicam que um magnetron portátil poderoso o bastante para prejudicar um grande grupo de demonstradores, por exemplo, requereria um espaço igual a de um pequeno caminhão.

Quantidade de Danos

Walter Bowart, autor americano de “Operação Controle Mental”, afirma que por 1989, ao menos um grupo de demonstradoras femininas britânicas haviam sido expostas a Barreira de Guerra da variedade da tecnologia EHF. A afirmação de Bowart se alinha com a aprovação encoberta da Casa Branca para testagem em cidadãos não americanos. A afirmação dele ganhou credibilidade posterior pelos selvagens experimentos de controle mental custados pela CIA, e realizados pelo notório psiquiatra Ewen Cameron em canadenses em Montreal – mais uma vez em não americanos, e portanto, descartáveis. Os sintomas específicos apresentados pelas mulheres, que estavam demonstrando em comparação as armas nucleares americanas ou os resíduos na Grã Bretanha, foram os seguintes:
1. Anomalias nos ciclos menstruais;
2. Abortos espontâneos;
3. Outros problemas femininos não especificados;
4. Queima da retina;
5. problemas do ouvido interno;
6. Rápido crescimento de tumores.
Ao tempo os demonstradores foram acampados por um longo período de tempo em tendas, indicativo do baixo nível do ângulo do bombardeio, destinado a produzir um severo desconforto a longo prazo, muito mais que um agudo desconforto ou morte a curto prazo.

Detetando as Armas

Infelizmente para as mulheres britânicas, nenhum aparelho estava disponível no mercado aberto para detectar qualquer forma de bombardeio psicotrônico. Na Austrália, tais aparelhos estão disponíveis por meio de Dick Smith e conhecidos como “Detectores de Vazamentos de Microondas”, e custam 23,95 dólares australianos. Eles foram originalmente projetados para serem usados ao redor do selo de borracha dos fornos de microondas para detectarem vazamentos potencialmente perigosos. Se um vazamento era encontrado, então o selo de borracha devia ser trocado imediatamente. O detector de vazamento de microondas é direcional e capaz de captar o output psicotrônico das microondas tão baixo quanto 1 milliwatt por centímetro quadrado. Em outras palavras, ele é muito sensível. A pesquisa médica nos EUA já tem provado que uma exposição sustentada a vazamentos de baixo nível dos fornos de microondas domésticos podem causar sérios problemas aos olhos, inclusive cataratas. A pesquisa foi realizada com um grande grupo de mulheres que tinham sido expostas a um tal vazamento em um escritório plano aberto durante um período de muitos meses. O nível de dano em cada caso foi diretamente proporcional a distância do vazamento.

Defesas e Proteção Contra a Psicotrônica

No caso das mulheres britânicas, Bowart sugeriu que elas cobrissem as tendas delas com folha metálica padrão para cozinha [papel laminado?]. Elas fizeram isto e os efeitos pararam imediatamente. Em níveis de energia a baixo e médio nível, o raio psicotrônico de microondas pode ser detido da mesma maneira como uma camada de papel laminado colocada sobre a comida no forno de microondas. Refletindo as ondas de volta e evitando que a comida cozinhe. O fato que o cozimento pelas microondas seja por meio da vibração das moléculas na comida até que elas se aqueçam, vai a um longo caminho para explicar os problemas de longo alcance vivenciados pelas demonstradoras britânicas.
O preciso dano neurológico discutido pelas forças armadas dos EUA se referem apenas as transmissões de ondas ELF, nos exatos comprimentos de onda testados. Os efeitos da EHF infelizmente são mais generalizados. Se demonstrados ao longo do perímetro de uma instalação americana, seria sábio ter uma dúzia de rolos de folhas laminadas e um detector de microondas disponível, não importa quão tolo possa se sentir ao andar parecendo um robot brilhante prateado. Ao mesmo tempo, esteja ciente que qualquer transmissor de radar dentro da base também ativará o detector de microondas, mas somente se ele estiver em linha com o transmissor aéreo em questão.




Retirado de Orvotron, Newsletter bimensal, Março/Abril de 1994
Publicado em: Nova Ciência em 29 de maio de 2008, às 3:41 pm

Um comentário:

  1. Muito interessante e bem esclarecido...,e interesso muito pelo assunto!

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