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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Pesquisador responde aos falsos argumentos da presidente da SBPC, defensora do uso de animais em testes

 

25 de novembro de 2013 às 21:00


Em recente comunicado à imprensa (“O Estado de S.Paulo”, 22/11/2013), a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Sra. Helena Bonciani Nader, manifestou intenção de apelar ao Congresso para que seja garantido o uso de animais na pesquisa científica. Seu movimento está em clara sintonia com recente carta de sua autoria em nome da SBPC (08/11/2013) dirigida à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, em que a Sra. Nader manifesta profunda preocupação com o PL 780/2013 do Dep. Estadual Rogério Nogueira (DEM-SP). Este projeto de lei busca proibir e controlar melhor o uso de animais em pesquisas científicas que possam causar-lhes sofrimento físico ou psicológico. No terceiro parágrafo dessa carta, a Sra. Helena Nader diz que o referido projeto de lei “ (…) desconhece totalmente as práticas científicas realizadas internacionalmente.”

A Sra. Nader tem razão nesse ponto.
Tanto o autor do projeto como a sociedade civil – em sua ampla maioria – desconhecem verdadeiramente o que se faz com animais em laboratórios de pesquisa científica. Da mesma forma, a sociedade não tem percepção técnica do quão tendenciosa e falha é nossa Lei Federal 11.794 de 2008 (popularmente conhecida por Lei Arouca), a qual autoriza e regulamenta a prática da experimentação animal no Brasil. A sociedade civil brasileira não entende como são feitas as avaliações metodológicas e como são elaborados os pareceres de aprovação de pesquisa científica nos aclamados e elogiados Comitês de Ética de Uso Animal (CEUAs) cadastrados pelo CONCEA como lixo hospitalar para posterior incineração – isso, quando há empenho e fiscalização apropriados. Entre várias outras ignorâncias, pode-se afirmar que a sociedade civil não conhece ou entende os aspectos supracitados porque é interessante para algumas partes que ela não os conheça ou os entenda.

Sustento minha declaração na qualidade de profissional da Ciência, acostumado ao jargão técnico-científico da área, à constante leitura e prática do fazer científico e ao convívio pessoal e profissional com diversos cientistas das ciências biológicas em todas suas variantes e níveis hierárquicos. Fica evidente a existência de um imenso abismo entre o que a comunidade científica diz fazer e o que ela de fato faz quando nos referimos à pesquisa científica com animais não-humanos. Não porque haja necessariamente má-fé por parte dos cientistas. Mas simplesmente porque, para muitos cientistas, o que realmente importa não são os animais, mas sim os resultados obtidos, a publicação de artigos científicos, a construção de um currículo profissional, as pontuações junto a órgãos de fomento e o futuro financiamento de mais pesquisas, equipamentos, animais e insumos laboratoriais. Há sempre, claro, a alegação de que vidas são salvas com esses procedimentos. Mas que fique entendido: nunca a curto prazo; dificilmente à médio. Curas são processos longos, burocráticos e que envolvem acordos políticos e econômicos de grandes dimensões. Qualquer bom cientista sabe disso. Nesse grande intervalo de tempo entre uma ideia e um resultado, centenas de milhões de animais não-humanos – no Brasil e no mundo – são a parcela explorada e massacrada por essa “cadeia alimentar” científica.

Fato incontestável que a Sra. Nader reforça é que, para a comunidade científica, o importante é que a sociedade não entenda (nem veja) como animais são usados nesse processo. O verbo “usar”, aliás, é espantosamente preciso. Animais não-humanos são usados e descartados (executados, mortos) como simples objetos ao final dos protocolos experimentais – salvo quando precisam ser ressubmetidos a uma série de procedimentos, física e psiquicamente, extenuantes. Como exemplifica a Sra. Nader em sua carta à Assembleia “(…) pesquisa na área de dor, requer procedimentos mundialmente padronizados que preconizam a submissão do animal ao estímulo da dor.“ Sim, ela tem razão. 

Talvez os procedimentos sejam internacionalmente padronizados, mas nem por isso sejam eticamente aceitáveis. Em estudos como aqueles citados pela Sra. Nader, animais são submetidos deliberadamente à processos dolorosos e traumatizantes para que dados de natureza bioquímica, eletroquímica, físico-química e comportamental sejam coletados pelos cientistas. Sim, comportamentais também, afinal, diante da dor e do estresse, animais manifestam comportamentos condizentes com a agressão recebida.

Nesses dolorosos experimentos – que não são nada raros – animais de cognição complexa, sofisticada e tão antiga quanto o processo evolutivo possibilitou existir, são propositalmente submetidos a choques, inanição, sede, privação de luz ou escuridão, restrição de movimentos, cortes, raspagens, punções, entre outros procedimentos que, se aplicados a humanos, seriam imediatamente classificados como tortura. Essas práticas são empregadas muitas vezes sem qualquer analgesia ou anestesia, já que a presença dessas substâncias no organismo das cobaias alteraria a pureza científica dos dados coletados. Ao final desses protocolos, reduzidos oportunamente a expressões como sacrifício ou eutanásia, animais são executados e descartados como lixo hospitalar para posterior incineração – isso, quando há como lixo hospitalar para posterior incineração – isso, quando há empenho e fiscalização apropriados.

Diante desse cenário de horrores, como estratégia para fugir dos complicadores linguísticos que deixariam evidente essas práticas de tortura, cientistas utilizam-se generosamente de eufemismos e terminologias obscuras tais como deslocamento cervical, decapitação, concussão, congelamento rápido, exsanguinação, embolismo, perfusão cardíaca, punção periorbital, choque por inalação ou por depressão do sistema cardiorespiratório, entre tantos outros. Para o leigo naturalmente, quase nada dessa informação fica – o que é muito bom quando não se deseja contestação e publicidade. Não é por outro motivo que laboratórios furtam-se à exposição pública e ao acesso facilitado. Escondidos por trás de cercas e muros, localizados em lugares afastados e ermos, acessíveis através de diversas portas, crachás e autorizações
prévias, ocultos nos subsolos de edifícios insuspeitos, cientistas justificam todo esse aparato como forma de proteger seus equipamentos, seus resultados e a propriedade intelectual das pesquisas desenvolvidas. Será? Afirmo que não há interesse por parte da comunidade científica em divulgar à sociedade, números ou episódios gráficos do que se faz na experimentação animal. E essa é uma conduta mundial.


Fiscalização é um aspecto controverso nesse campo. Na experimentação científica com animais praticada em laboratórios brasileiros, quem de fato fiscaliza os procedimentos empregados são os próprios envolvidos e interessados. Nada mais suspeito. Os tão elogiados Comitês de Ética de Uso Animal (CEUAs) atuam numa esfera absolutamente burocrática, de breves e esporádicos encontros, onde geralmente membros da instituição de pesquisa avaliam tecnicamente o trabalho de colegas do próprio estabelecimento. Ainda que haja boa vontade entre os participantes, há claramente um vício nesse processo o qual envolve o interesse em manter um bom relacionamento interpessoal, direto e indireto, entre profissionais da mesma instituição.

Mesmo assim, ainda que protocolos de pesquisa submetidos sejam contestados e corrigidos pelo Comitê de Ética, a realidade prática da experimentação está sempre restrita ao universo fechado e intransponível dos laboratórios avaliados – local este em que a conivência muitas vezes involuntária de alunos e técnicos é sujeita à uma chefia responsável por controlar tudo que lá se faz. Resulta fácil concluir que este é um ambiente agreste à denúncias. Afinal, se você está envolvido num experimento animal com mais duas pessoas, não é muito difícil imaginar de onde possa ter surgido uma suposta denúncia de maus-tratos que por ventura venha a ser investigada. Em um cenário onde alunos são bolsistas e muitos técnicos são terceirizados, estes também são um elo fraco na “cadeia alimentar” científica.

Afirmo que experimentação animal e maus-tratos são termos indissociáveis. Simples assim. Não há qualquer coerência no emprego dos termos “experimentação animal” e “bons tratos” na mesma sentença. Não basta proporcionar ao animal em cativeiro e clausura, água, comida, um esconderijo, visando invocar posteriormente a chancela das “Boas Práticas de Laboratório”. Boas para quem? Para o experimento, para o experimentador ou para o animal? Privar organismos de sua liberdade, de sua vida social e de seus projetos e interesses é por definição básica inflingir maus tratos em seu sentido mais evidente.

Em sua carta, afirma ainda a Sra. Nader: “Vale ressaltar que todos os procedimentos envolvendo animais requer (sic) aprovação prévia por Comissões de Ética com Uso de Animais (CEUAs) para sua aprovação (de acordo com a Lei Federal 11.794 de 2008) e, nos casos em que o animal for submetido a algum tipo de estresse a justificativa para esse procedimento deverá estar fundamento (sic) em protocolos aceitos no país e no exterior.“. Mais um artefato retórico. Como ficou muito claro diante do incidente envolvendo o Instituto Royal (São Roque/SP), o CEUA da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP) autorizou experimentações animais nesse instituto para fins de uma dissertação de mestrado envolvendo 38 beagles (19 machos e 19 fêmeas, com idade entre 4 e 14 meses) no período de outubro de 2009 a novembro de 2011. Todos os cães foram mortos. Este estudo, voltado à análise de dados de hematologia, bioquímica e anatomopatologia de cães controle usados em estudos toxicológicos, dedicou-se a obter dados já conhecidos pela literatura científica. Mais grave ainda é constatar que o parecer positivo do CEUA (FMVZ-USP) responsável, data de 17 de maio de 2012: período posterior – e não prévio – à realização da experimentação animal reivindicada. Casos como esses são abundantes e facilmente verificáveis.

Ainda no manifesto da SBPC, a Sra. Nader declara que o “desenvolvimento de modelos animais de doenças requer a submissão de animais a procedimentos cirúrgicos.” Pergunta-se: em que grau é ético desenvolver deliberadamente um animal que manifesta crônicamente uma doença, que já nasce doente e assim é mantido de propósito? Há mais. “Um exemplo ilustrativo é o modelo de infarto do miocárdio onde o coração do rato é exteriorizado por compressão lateral do tórax e a artéria coronária esquerda ligada com fio de sutura (…). Esses animais são, portanto, submetidos a uma cirurgia de grande porte que causa certo nível de estresse.” Não desperta no leitor certa curiosidade entender como os brilhantes cientistas concluem, sem qualquer dúvida razoável, que o estresse causado ao animal restringe-se a um mero “certo nível”? Mais. “Todavia, os cuidados pré e pós-operatórios (com uso de analgésicos e outros procedimentos também realizados em cirurgias em humanos) minimizam o sofrimento infringido (sic) ao animal. “. É de fato reconfortante saber que cientistas reconheçam a necessidade de minimizar um sofrimento previamente inexistente e que foi deliberadamente infringido nesses animais. Mas talvez devêssemos nos perguntar: em que momento houve autorização para causar esse sofrimento?

Resumidamente, toda a argumentação feita pela Sra. Nader em seu manifesto da SBPC e em reportagem ao periódico Estado de São Paulo (22/11/2013) parece resumir-se às três seguintes declarações: (1) “Eu trabalho com pesquisa de drogas anticancerígenas e para o combate de trombose. Não tenho como experimentar em humanos. Como isso vai ser feito?”; (2) “(…) o PL é preocupante e coloca em risco a pesquisa científica na área da saúde no estado de São Paulo, Estado esse que contribui com mais da metade da produção científica nacional.”; (3) “O PL em voga, desta forma, inviabilizaria qualquer tipo de pesquisa que pudesse causar qualquer tipo de estresse em animais nas mais diversas áreas do conhecimento (…) inviabilizando o trabalho de cientistas nos Instituto de Pesquisa em todo o Estado de São Paulo, que hoje é responsável pela maior porcentagem das pesquisas científicas produzidas em território nacional.”


Diante de preocupações mais explicitamente acadêmicas e produtivistas do que propriamente éticas ou metodológicas, entendo que devemos realmente nos preocupar com a qualidade dos cientistas que financiamos com nossos impostos.



Frank Alarcón, 40 anos – Graduação em Biologia Molecular (UNICAMP), Mestrado em Físico-Química (USP), Doutorado em Bioética (UFF), Pesquisador do Governo Federal em Inovação Tecnológica e Patentes na área de Biotecnologia e afins.


2 - http://www.sbpcnet.org.br/site/artigos-e-manifestos/detalhe.php?p=2074
3 – Castro, Simone Oliveira de; Maiorka, Paulo César. “PERFIL LABORATORIAL HEMATOLÓGICO,
BIOQUÍMICO E ANATOMOPATOLÓGICO DE CÃES DA RAÇA BEAGLE.” Dissertação de Mestrado, USP –
Defendida em 05 de setembro de 2012.





Fonte: ANDA
Publicado em: http://comandoestrelinha.ning.com/


A SECRETA BATALHA DE DULCE: A última resistência da humanidade à dominação dos ETs do mal (versão condensada da batalha entre forças militares americanas X extraterrestres greys e cia.)










 





 



















Vejam a semelhança deste símbolo do distintivo das forças de segurança da Base de Dulce com a cabeça de um ET grey



Esta é uma versão muito condensada do relatório da BATALHA DE DULCE... A versão com 166 páginas --- e outro EDH Relatórios de pesquisa --- estão disponíveis em:http://www.edhca.org/12.html
 


Tradução provisória: Tradutor do Google 

(com revisão provisória de Ibiatan Upadian, 
vejam cometário de Ibiatan Upadian no final do post)
 
 

Os cientistas do governo (o governo secreto) supostamente trabalharam ao lado de uma força extraterrestre para pesquisar as diversas formas em que a população da Terra poderia ser trazida sob um controle totalitário final que deixaria a humanidade como pouco mais do que animais de fazenda a ser utilizados para a reprodução. Tudo isso começou com um tratado de 1947 assinado pelo presidente Harry Truman, que pôs em marcha um plano onde a ELITE obteria segredos tecnológicos alienígenas em troca de permitir que os alienígenas raptassem seres humanos para suas pesquisas diabólicas. Com o tempo, à elite seria permitido sobreviver para se tornarem os senhores das ovelhas humanas, sob o controle final dos alienígenas - como os cães que vigiam as ovelhas em uma fazenda humana...
 
Localizado quase dois quilômetros abaixo de Archuleta Mesa na reserva de Jicarilla Apache Índico, perto de Dulce, Novo México, foi criada uma instalação classificada tão secreta, que a sua existência seria uma das realidades mais protegidas do mundo. Não foi o primeiro laboratório de biogenética do governo dos Estados Unidos associado aos extraterrestres na Terra. Outros existem no Colorado, Nevada e Arizona, isto para não falar em uma série de outros locais como o Afeganistão e Rússia - mas Dulce foi e continua sendo o maior ...
 
Numa época em que os oficiais encarregados das principais unidades militares ainda faziam parte da geração que via em mulheres jovens - mães em potencial - como um tesouro a ser protegido, ao saber que milhares de jovens do sexo feminino estavam sendo sequestradas e até mesmo criadas (clonadas, etc) para uso como escravas sexuais por alienígenas, era simplesmente demais para esses homens permitir que continuassem com isto.
 
A virada veio quando o Conselheiro de Segurança Nacional, Dr. Zbigniew Brzezinski reuniu-se com o presidente Jimmy Carter na Casa Branca, em 14 de junho de 1977, com uma série de outros "agentes e líderes de inteligência", para trazer rapidamente até o presidente o andamento de uma série de programas secretos, incluindo o "Projeto Aquarius", e o trabalho que estava sendo feito em Dulce, área 51 e outras bases secretas. Brzezinski, um membro da elite do poder que apoiou a causa "Grey", nunca imaginou que o presidente ficaria tão chocado que imediatamente solicitaria aos conselheiros militares de confiança da comunidade de inteligência militar as opções de como parar com o que estava acontecendo.
 
A Agência de Segurança Nacional (NSA) tinha sido secretamente preparada para a luta contra a causa alienígena, e os humanos que trabalhavam para ou com os extraterrestres, desde que foi criada em meados dos anos 1950". O Projeto Aquarius foi originalmente criado em 1953, por ordem do presidente Eisenhower, sob o controle do NSC e MJ 12. Em 1966, o nome do projeto foi alterado de Projeto Gleem para Projeto Aquarius e partes dele foram para Deep Cover, escondido até mesmo da CIA e do NSC. Nesse ponto, a NSA tinha aberto um "Departamento ou Arquivo X" (para identificar e estudar todas as operações estrangeiras (extraterrestres) ou inimigos que poderiam ser uma ameaça para os Estados Unidos ou a raça humana em geral) e "Departamento Z" (para "reagir" e "neutralizar" qualquer tipo de ameaça para os Estados Unidos ou a raça humana).
 
Em Ordem presidencial secreta, assinada pelo presidente Jimmy Carter, da NSA, Departamento Z, a recém-criada DELTA FORCE, e um grupo especialmente escolhidos a dedo de Força Aérea SOC, Navy SEAL, e Rangers do Exército foram organizados para uma missão tão secreta que nem mesmo oficiais de comando foram informados de que se tratava até a noite do ataque. Os únicos líderes do 'Team Attack' que sabiam sobre o que este seria eram os homens envolvidos no Departamento NSA-Z, que tinha sido envolvido com estrangeiros (extraterrestres) de combate durante anos. O comandante do ataque não era outro senão o Capitão Mark Richards, o filho do infame "Dutchman", Major Ellis Loyd Richards, que tinha sido o comandante de Segurança Internacional (IS) desde que o Almirante Chester W. Nimitz morreu em 1966...
 
Em 1978, o Departamento X da NSA estava alertando os comandantes humanos sobre os novos programas a partir de Dulce, que eram tão assustadores que até mesmo homens experientes de guerra ficaram chocados. Milhares de jovens fêmeas humanas estavam sendo "criadas" em tubos de ensaio para serem escravas sexuais para os extraterrestres. Mas esses clones foram provando ser menos do que satisfatório para os extraterrestres, porque não "sofrem" da mesma forma que as vítimas, uma vez livres fazem. Elas podem ser projetadas para fornecer as melhores ferramentas sexuais por algumas das formas de vida estranha, mas elas estavam a revelar-se quase "sem sentido" e, portanto, não poderiam reagir com o "medo" que as mulheres jovens normais podiam. Por essa razão, enquanto o programa clone continuava, foi decidido que o programa de rapto seria intensificado - com os ataques "a curto prazo" forçados a aumentar em 1980 para mais de 100 mil por ano, e a facilidade de ser ampliada para "longo prazo" vítimas (que iria ficar lá por tanto tempo quanto eles viveriam) com os números de mais de 75.000.
 
Os laboratórios de Dulce começaram a clonagem de fêmeas humanas por um processo aperfeiçoado em instalações do maior e mais avançado laboratório de bio-genética
do mundo, Los Alamos. Os humanos da elite que manipulavam os governos das sombras do mundo logo teriam uma linha de escravos descartáveis, para abate médico e retirada de partes do corpo e para a satisfação de seus próprios prazeres pervertidos. Como os alienígenas Greys, o Governo dos EUA (secreto) secretamente sequestrava fêmeas jovens e impregnadas, e em seguida, removia o feto híbrido, após um período de três meses, para depois acelerar seu crescimento em laboratórios. Programação Biogenética (manipulação de DNA) foi então incutida - sendo muitos implantados com todos os tipos de dispositivos, alguns que lhes permitiu serem controlados à distância através de transmissões de RF (Rádio Frequência)...
 
 

De: EDH Archives: Dulce Entrevistas ; WC- 289487346-80 ...
 

 "Nível 7 era o pior... Era como um prostíbulo para pervertidos ET's. Fêmeas humanas eram levadas lá para "experiências", mas você pode não acreditar, mas a maior parte era só para o prazer sádico dos Greys, eles não iriam apenas inseminar as meninas, elas eram sexualmente torturadas por horas. Claro que houve os procedimentos científicos, mas também houve orgias onde algumas mulheres muito humanas seriam dadas a um grande número de Greys por nada menos do que um brutal estupro coletivo e isso era constante. Centenas de Greys e outras espécies de "animais" que pareciam ser amigos dos Greys, que iam e vinham a cada semana, por nenhuma outra razão do que a de ter apenas prazer sexual com as fêmeas humanas".
 
Quando a verdade tornou-se evidente que sub-humanos e outras criaturas estavam sendo produzidos a partir de fêmeas humanas raptadas, impregnadas contra a sua vontade, um grupo de resistência secreto formado dentro das agências militares e de inteligência do governo dos EUA, que não aprovavam os acordos que tinham sido feitos com os "Off-mundistas" (extraterrestres). Muitos desses seres humanos bravos seriam assassinados, ou "morreriam sob circunstâncias misteriosas", ou ainda seriam silenciados de outras maneiras. Mas em 1979, eles conseguiriam uma vitória que custaria aos Greys e aos humanos que apoiaram os Greys, muito caro...
 
O Comandante da Inteligência da Força Aérea, que supostamente era o homem que se reuniu com os Aliens na
Base da Força Aérea de Holloman, em 1964, foi o "holandês", o lendário Ellis Loyd Richards, Jr. - o mesmo homem que, segundo informações, ordenou o ataque a Dulce em 1979 e cujo filho, o capitão Mark Richards, comandaria o ataque humano ao local.
 
Os nomes Richards surgem uma e outra vez quando se olha para qualquer um dos Projetos Top Secret mencionados, que a Inteligência Militar, ou o Olho-Só e a Top Agência Secreta conhecida como Segurança Internacional, estavam envolvidos no pós Segunda Guerra Mundial e através dos anos da Guerra Fria...
 
O argumento na área política que se desenvolveu dentro do Majestic Twelve no final de 1970, quando os homens militares e da inteligência se opuseram aos acordos com alguns dos extraterrestres para o ganho egoísta de tais grupos como os milhares de Illuminatis ou do Clube de Roma (Vaticano) à custa de milhares de inocentes, se não de toda a humanidade, ajudou a criar a fenda que levaria à ação militar tomada contra a instalação de Dulce em 1979...
 
(Mais tarde, no relatório DULCE BATALHA, está escrito... )
 
"Seria como um dos reptóides que ensinaram vários dos homens envolvidos no ataque a Dulce uma série de pontos informativos que levariam primeiro a olhar mais profundamente para o que estava sendo feito na instalação, e depois ajudou a compreender melhor o inimigo, e como derrotá-los na verdade, seria este Reptoid que comunicou a base factual para um número de parcelas a ser organizados contra a humanidade por uma série de fontes de fora do mundo, e (alguns deles) tinha provado sua vontade para ajudar a causa humana na Batalha para a Ásia Central, em 1976, e no espaço de agosto 1979 defesa da Terra contra os invasores alienígenas foi também (eles), que alertou para o perigo de que tais formas de vida como as bactérias representadas tanto aliens e humanos...
 
Em 1979, havia 37 espécies exóticas representados na instalação de Dulce. Dos quais apenas 6 tinham o seu próprio espaço ou capacidade de viagem dimensional, enquanto que os outros eram convidados dos Greys. Todas essas espécies que vieram como convidados dos Greys estavam lá para experiências genéticas e reprodutivas com os seres humanos - e 8 daqueles também tiveram interesse em seres humanos como uma fonte de alimento. Dos interessados ​​em experiências reprodutivas, 25 poderiam desfrutar de relações direto com as fêmeas humanas (embora vários necessária a fêmea para ser colocado em tratamentos especiais de hormônio antes do tempo), e com a instalação aparentemente tem a reputação de ser um ponto de prazer sexual para o quadrante.
 
É claro que nem todas as criaturas tipo Reptoid são amigáveis ​​para os seres humanos. De acordo com Lear e outros, o governo dos EUA pode ter feito um "pacto" com uma raça não-humana tão cedo quanto 1933. De acordo com alguns, esta "raça" não é humana e ainda alega ter tido sua origem na Terra ... Algumas fontes alegam que esta corrida predatória é de natureza neo-sáurio. Isto levou os outros para sugerir que os dinossauros que dominaram a superfície da Terra em tempos pré-históricos podem não terem se tornado totalmente extintos como normalmente se pensa, mas que algumas das mutações mais inteligentes e bípedes-hominídeo de que a raça desenvolveu uma forma de pensar intelectual igual ou ultrapassando (em alguns aspectos - especialmente com sua matriz "mente coletiva" - BRANTON ) a da raça humana ...
 
A teoria sugere que, em seguida, um pouco dessa corrida foi para o espaço, só para voltar a achar que os seus fundadores em seu planeta natal não tinha sobrevivido (na superfície, isto é, no entanto, existem vários relatos de humanóides reptilianos ser encontradas em águas profundas naturais subterrâneas sistemas de cavernas em todo o mundo... e com o tempo, os reptilianos espaciais aprendeu deles - BRANTON)
 
Havia uma série de fatos rapidamente apresentadas, por exemplo, um ramo ou mutação da raça sauroid supostamente extinto, Stenonychosaurus, estava de acordo com os paleontólogos notavelmente hominídeos na aparência, sendo de 3 a 4 metros de altura com a pele acinzentada, possivelmente verde - e três dígitos arranhou as mãos e um "polegar" parcialmente opositor. O polegar opositor e capacidade intelectual são a única coisa que impede os membros do reino animal de contestar a raça humana como os mestres do planeta Terra. Por exemplo, o reino macaco possui polegares opositores, no entanto, não possui a capacidade intelectual para usá-los como seres humanos. Os golfinhos possuem intelectos se aproximando dos humanos, mas não possuem polegares opositores, ou mesmo nos membros necessários para construir, etc
 
A capacidade craniana de Stenonychosaurus foi quase duas vezes o tamanho do que dos seres humanos, o que indica uma grande e possivelmente avançada embora não necessariamente intelectual benevolente.
 
Segundo os pesquisadores, como Brad Steiger, Val Valerian, TAL Levesque e outros, isso pode realmente ser o mesmo tipo de entidade ou entidades mais comumente descritos em encontros 'UFO', bem como o mesmo tipo de criaturas retratado no início de 1992 no nacionalmente visto na apresentação
CBS "intrusos".
 
De acordo com Lear, o governo pode ter estabelecido um 'tratado' com esta raça (répteis), que mais tarde aprendeu que o seu horror foi extremamente malévola na natureza e estavam apenas usando os "tratados" como um meio para ganhar tempo enquanto eles metodicamente estabeleciam certos controles sobre a raça humana, com o objetivo final de um domínio absoluto ...
 
O fato de que uma base como Dulce poder abrigar dezenas de "tipos" e "raças" de ETs nunca seria admitido pela maioria dos seres humanos, e seria reduzido para o material de lendas, se alguma vez entregue ao público em geral. Os anos de trabalho para encobrir a ameaça alienígena tinha trabalhado muito bem em 1979, e as pessoas normais não admitiriam ver um extraterrestre por medo de ser chamado de louco.
 
Os tipos e raças de Dulce, no momento do ataque ainda estão em questão, e muitas raças não querem admitir sua participação no que aconteceu lá em 1979 ...
 
Muitas vítimas encontraram em seus sequestradores nada menos do que bestas brutais. Os casebooks de pesquisadores estão cheias de incidentes em que a malícia e a hostilidade desempenharam um papel significativo na abdução. Infelizmente, a maioria das vítimas que sofrem esses ataques mais vis não terá a chance de fazer qualquer relatório de qualquer autoridade humana sobre o evento - elas desaparecem e se tornam mais um numero de uma estatística crescente de "pessoas desaparecidas" em todo o país.
 
No início da década de 1970, o número dessas pessoas desaparecidas - acima de tudo, jovens mulheres brancas - foram subindo. Enquanto os sequestros de seres humanos por parte das forças sobre-humanas de descrições diferentes apareceu para obedecer os mesmos mecanismos em todo o mundo, ficou claro que as jovens mulheres brancas eram as vítimas mais frequentes, e que havia pouco apoio para abduzidos poderem sobreviver...
 
No ambiente mais controlado de Dulce, os pesquisadores não tinham problemas de divulgação (a respeito de células-tronco e clonagem de pesquisa). Os óvulos fertilizados de centenas de jovens saudáveis ​​fêmeas humanas poderiam ser "colhidos" constantemente, por embrião ilimitado e pesquisa com células-tronco, 'matando' embriões humanos incontáveis ​​na busca de tudo, desde curas para infecções de pele causadas por germes alienígenas da Terra, até a forma como melhor criar uma raça de escravos sub-humanos das criaturas trabalhadoras clonadas.
 
Essa pesquisa também mudou-se para outras áreas perigosas, como 'melhorar' os seres humanos a se tornarem criaturas que serviriam outras necessidades alienígenas. Um dos mais chocante delas que os "atacantes" iria encontrar em grandes parques de estabulação foram as fêmeas humanas que tinham sido "melhoradas" para tornar-se vacas reprodutoras... como a necessidade de leite humano e sistemas reprodutivos tinha crescido, centenas de mulheres jovens tinha sido "alteradas", para tornar-se pouco mais do que as vacas...
 
O livre arbítrio é sempre perigoso para uma sociedade fascista, ou um estado policial! O livre arbítrio é o que permitiu um grupo de homens para levar a alta base moral e atacar o Facility Dulce ...
 
O plano de ataque centrado em aleijar o gerador principal, em seguida, fazendo o máximo de dano possível, libertando tantas vítimas possível, começou a tomar forma no outono de 1979, depois do espaço de batalha agosto entre forças do Comando Espacial da USAF e uma força de invasão alienígena, com ninguém menos que o brigadeiro-general Aderholt (USAF) trouxe para chefiar a organização que seria formado para a invasão do Mecanismo de Dulce.
 
Financiado pelo empresário do
Texas Ross Perot, CIA / frontman DIA Edwin Wilson, e do fundo de um enorme black ops longo escondido (pelo Major EL Richards Jr.) o plano avançou rapidamente dentro de uma pequena comunidade de agentes de inteligência e seus apoiadores ...Brigadeiro General Harry C. Aderholt puxaria uma equipe em setembro e outubro de 1979, que teria feito qualquer comandante orgulhoso, e talvez um tiro medo em qualquer inimigo que tinha a menor ideia do que estava sendo montado. Coronel Roger H. C. Donlon, estacionado em Fort Levanwvrth na época, teria cabeça uma equipa de combate, baseando-se fortemente a partir da recém-formada DELTA FORCE, SEALS da Marinha, e USAF Comando de Operações Especiais (AFSOC). Equipes de vôo foram organizadas pelo cientista astronauta Karl Henize Gordon, e incluiu o melhor do melhor em combate e pilotos de teste, com o treinamento de operações especiais - ou que pudesse ser contado para manter o seu silêncio, incluindo o capitão Mark Richards, que estava se recuperando de sua rolo comando do Esquadrão Dragão na batalha que teve lugar em Agosto.
 
Embora os números exatos da força humana envolvida ainda é tão protegido que não parece haver nenhum registro firme da contagem exata, nunca houve mais do que algumas centenas que até próximo da data nada sabiam sobre a operação. O centro da operação foi claramente instalado em USAF Space Command, e o diretor da IS, Major Ellis L. Richards Jr.
 
O Presidente (de os EUA), o Secretário-Geral das Nações Unidas, e o Presidente do JCS nunca foram informados da operação pendente, e deve-se notar que os seres humanos e aliens envolvidos no ataque participaram da ação sem ordens ou autorizações de autoridades superiores.
 
Aqueles que lutaram contra os alienígenas fizeram contra a vontade da elite humana. (Muitos dos quais podem até ser répteis mutantes em forma humana, de acordo com algumas fontes, como David Icke e outros... - BRANTON)
 
Um dos homens que foi o mais atingido (com as histórias horripilantes emergentes de fora da base subterrânea Dulce) foi William Randolph Couros. Nascido em St. Louis Missouri. Um graduado de Yale, em 1941, ele atuou no OSS como capitão durante a Segunda Guerra Mundial, ensinando a leitura do mapa em Aberdeen, Maryland por grande parte da guerra. Um dos membros da força-tarefa secreta que atingiu a instalação militar secreta alemã no Afeganistão, em 1945, ele tinha sido um amigo próximo de O holandês a partir desse momento, movendo-se para Greenbrae, em Marin County, Califórnia, em 1967, para fazer parte da equipe de sede para IS (sua capa era como um empregado com o John Hancock Life Insurance Co.) Capitão Couros tinha perdido sua esposa em 1971, e identificado com vários dos maridos e pais de vítimas (ele tinha quatro filhos de si próprio) por suas próprias razões (Capitão Couros morreu em 22 de outubro de 2001, aos 83 anos). Seria Couros que trabalharia com fotos de satélite NRO, U2 e SR- 71 fotos e mapas militares da área até que todos os grandes portais para o Complexo Dulce foram vistos e marcada. Ele levaria uma das equipes de assalto consigo mesmo.
 
Tendo completado 60 anos em 1978, o Capitão Couros seria o membro mais velho da equipe de assalto, para ter um papel ativo no ataque.
 
A maioria das tropas vêm de três fontes: a Força Delta, USAF- SOC, e o "Z" Departamento NSA.
 
1 Forças Especiais do Exército dos EUA Operational Detachment -Delta (SFOD -D) seria uma das duas principais unidades do governo dos EUA com a tarefa de operações terroristas contrários fora dos Estados Unidos (o outro é especial naval Grupo de Desenvolviment , mais conhecida como equipe SEAL 6). Delta Force foi criado pelo coronel do Exército dos EUA Charles Beckwith, em 19 novembro de 1977, em resposta direta a inúmeros incidentes terroristas, bem divulgados que ocorreram na década de 1970. Desde o seu início, a Delta foi fortemente influenciado pelo SAS britânico, um resultado filosófico da turnê troca (1962-1963) de um ano do coronel Beckwith com essa unidade...
 
A Força Delta em Bragg já foi considerado o melhor centro de treinamento de operação especial no mundo. Após o assalto a Dulce, a faixa de treinamento indoor CQB seria dado o sinistro apelido, "A Casa dos Horrores", em memória do que não poderia ser lembrado.
 
Mais importante, a Força Delta tinham sua própria frota de helicópteros (o pelotão de aviação). Pintado em cores civis e números de registros falsos, os helicópteros poderiam implantar com operadores Delta e montar vagens arma para fornecer apoio aéreo, bem como transporte, apesar de não ser fácil de identificar como unidades "militares" do chão. Decidiu-se que estas unidades de ar, depois de entregar os Delta Operadores em vários locais para forçar a entrada nas instalações, chegaria com a NSA "Z -Team", como apoio aéreo no ataque ao principal porto de desembarque .
 
A Força Aérea Especial Operação Comando (AFSOC) seria encarregada de tomar e manter a principal "porta de desembarque". O trabalho de "operadores"
AFSOC era transformar rapidamente um dado pedaço de terreno hostil em um campo de pouso totalmente funcional. Às vezes, isso significava um ataque furtivo de moto e quadriciclo. Outras vezes, significava limpar as forças hostis por qualquer meio necessário. Nos próximos anos, um AFSOC Táticas Especiais (ST) controlador de combate poderia ter usado um laser marcador Forças de Operações Especiais (SOFLAM) para criar um local onde uma bomba guiada a laser pode mirar e neutralizar o inimigo, mas em 1979 eles tinham que fazer que, com mão de obra... Realizando um trabalho diversificado exigiu uma gama diversificada de hardware de combate. Operadores da Força Aérea ST utilizava uma variedade de armas de pequeno porte, incluindo a pistola de 9mm M9 com supressor de som, a Remington 870 12-ga espingarda, o M203 stand-alone 40 milímetros lançador de granadas, a M4A1 SOPMOD (Special Operations Peculiar Modification) carabina 5,56 milímetros, e o M249 SAW 5,56 (Esquadrão Automatic Weapon). Ao fazer extenso uso tático de equipamentos de visão noturna, recursos de aerotransportadas do AFSOC foram fornecidos pela 16 ª Ala de Operações Especiais, que é baseada em Hurlburt Field, Flórida, e por unidades de Operações Especiais Grupos de RAF Mildenhall, Inglaterra. Estas asas tinha sido a visão de longo prazo do Major Ellis L. Richards, Jr., e outros como ele, e a Batalha Dulce seria a primeira vez que foram utilizados integralmente em combate. Mas por causa dos problemas especiais de entrada para a instalação Dulce, helicóptero de ataque normal não iria funcionar. Por mais bem treinados que fossem, para tentar um pouso na área do cabide da instalação teria sido suicida.
 
Os portos de desembarque Dulce foram criadas para aceitar a Riders utilizados pelos Greys para o transporte de planeta em pontos de coleta orbitais "lightcraft" e outros Mass Accelerator Beam (MAB). Estas embarcações geram impulso magneto- hidrodinâmica, impulsionado por microondas e lasers pulsados​​, para acelerar os clássicos "discos voadores" até altitudes de 50 km e acelerações que permitiam facilmente velocidades orbitais. Isso fez com que o estilo humano de heavy-lift foguetes químicos uma cara estupidez e permitiu que os aliens viagem Terra-órbita à vontade por um custo relativamente baixo.
 
Ele também deu às forças humanas um caminho para a instalação.
 
Porque uma infra-estrutura de estações orbitais foram usados ​​para refletir a energia de uma estação de energia solar escondida no lado escuro da Lua, havia uma série de maneiras para controlar tal nave. A nave de luz focada na energia de microondas para criar um "pico de ar", que desvia o ar que se aproxima - que poderia ser rastreado. E eletrodos na borda do veículo que ionizava o ar e fazia parte do sistema de geração de impulso poderia ser visto por câmeras em tempo real (e até mesmo o olho humano em faixas estreitas). Assim, planejou-se que uma das equipes de ataque iria entrar no estabelecimento quando as portas do principal acesso estivessem abertas para receber uma nave de luz.
 
Isso não ia ser um dublê fácil. Sensores em torno da área disparam um alarme se algo ficou muito perto das portas, para não mencionar advertir os operadores de qualquer veículo de ar ou espaço que cheguem muito perto. A boca era pequena demais para qualquer coisa maior do que um bom helicóptero de tamanho, mas helicópteros seria muito lento para chegar às portas antes dos sistemas defensivos básicos dispararem. E uma vez dentro da área do porto, qualquer força de ataque seria provavelmente esmagada pelos defensores da base - a menos que, o veiculo que fosse utilizado transportasse um número de armas automáticas pesadas e conseguisse levar um grande número de atacantes ao mesmo tempo.
 
Os Greys eram bastante informados sobre todo os veículos contido no inventário militar humano. E nem mesmo os Reptilianos tinham um veículo que pudesse ser usado em todas as condições exigidas e que não seria descoberto muito antes que pudesse chegar ao porto.
 
O que eles não contavam era com uma aeronave única, experimental, que ainda era tão secreto que nunca tinha sido introduzido em qualquer lista de inventário.
 
Fabricado pela empresa Bell, o X-22 era um veiculo protótipo de "pesquisa", com algumas habilidades interessantes. O primeiro sucesso V / STOL VSS aeronaves (variável de sistema de Estabilidade), essa estranha mistura de asas, jatos e grandes
dutos de adereços pode não ter sido muito, mas foi perfeito para as necessidades da missão da Força de Ataque Dulce... Por causa da falta de tempo, o único homem envolvido que também tinha a habilidade para pilotar o X-22 sob tais condições de combate era o capitão Mark Richards. Assim, ele foi escolhido para liderar Combat Team Assault (CAT)-3 Time de Assalto e Combate, que seria responsável por atacar o principal porto de desembarque - e ocupa-lo o tempo suficiente para que outras equipes aterrissarem em helicópteros convencionais e também para a evacuação de CAT de vítimas quando o ataque fosse concluído. De acordo com registros, o Capitão Richards não tinha mais de 12 horas de vôo do X-22, antes que ele tomasse um em combate.
 
Enquanto as equipes de ataque estavam sendo organizadas e treinadas, o próprio ataque estava sendo planejado pelos homens responsáveis ​​pela situação. Objetivos e alternativas foram escolhidos, incluindo uma opção nuclear no caso de o ataque tripulado falhar. O astronauta David Griggs foi escolhido para ir com CAT- 3 para fazer uma tentativa de se "apropriar" de uma das naves espaciais alienígenas, enquanto o astronauta Ronald McNair Ervin entrou como
o co-piloto de Richards e "especialista em armas a laser" (o fato de ele ser também um faixa preta em Karate antes do evento também veio ser muito útil). O astronauta tenente-coronel Ellison Onizuka S. (USAF) e Coronel Stuart Roosa Allen (USAF) também entraram como membros do CAT-3 para coletar informações e esperamos sair com as naves ou equipamentos alienígenas, com o coronel Roosa comandando a equipe de Aquisição de Materiais (MAT). Nenhum de seus esforços teriam valor, a menos que o plano de ataque funcionasse.
Para certificar-se do sucesso, a coleta de informações completa sob responsabilidade de vários departamentos ultra-secretos dentro da NSA foi iniciada em Dulce. Fatos foram recolhidas a partir de fontes de longe, incluindo tudo, desde avistamentos listados em jornais a entrevistas com pessoas que ajudaram a construir as instalações.
 
John V. Chambers, um Kentfield, CA residente... passou sua vida trabalhando em gestão e finanças de grandes projetos de construção de engenharia... Seria Chambers, que estivera envolvido com o trabalho Bechtel em Dulce e outros principais projetos secretos do governo, que iria ser contatado por forças que pretendiam atacar Dulce, e foi convencido a ajudá-los em seus esforços... Seria Mr. Chambers que iria mencionar uma série de pontos fracos nos sistemas de Dulce que permitiriam um ataque para ter uma chance muito maior de sucesso... Foi Chambers que apontou os principais pontos fracos para os extraterrestres... É parecia taht os estrangeiros tinham razão para se preocupar com um número de germes encontrados fora da instalação, e que algumas das espécies exóticas foram altamente vulneráveis ​​a uma série de doenças humanas, passou ... "
 
Os germes e bactérias que estão em todos os lugares do planeta e que os seres humanos e outros mamíferos têm (em sua maior parte) desenvolvido resistências, pode oferecer grande ameaça para os extraterrestres e suas formas de vida. Poeira da Terra, ou bactérias soprada pelos ventos, pode ser fatal para uma forma de vida que não tem resistência a essas coisas. O que as pessoas se referem como "febre do feno" pode ser tão mortal para uma criatura que está tendo que 'respirar' um momento difícil na rica atmosfera de oxigênio da Terra.
 
Foi percebido rapidamente que, se os filtros usados ​​para produzir 'ar' da Terra mais aceitável para os alienígenas pudessem ser desativados, muitos dos inimigos logo estariam doentes e incapazes de continuar a lutar e uma grande quantidade poderia simplesmente morrer na hora!
 
Mais uma vez, por falta de tempo, o tenente-coronel Onizuka assumiu o dever adicional de liderar uma equipe secundária dentro do principal porto de desembarque, uma vez que o CAT-3 tivesse assegurado a área - para desativar a troca do filtro de ar central que estava próximo à área de desembarque. Ele criou o título de Team de Assalto Filtro (FAT) para o seu grupo, com seu sorriso habitual. Com a coleta de inteligência expandida, foram descobertas uma série de fatos chocantes. Em 1947, o holandês tinha se envolvido com o Almirante Byrd no ataque da última base nazista no pólo sul.
 
Agora, ele e os outros viriam a entender melhor as conexões que os seres humanos da elite tinham desenvolvido com os extraterrestres, desde os dias dos esforços nazistas para os tempos modernos. Isto incluiu a ajudar os extraterrestres a construir bases secretas em toda a Terra (incluindo a base no Pólo Sul e a instalação de Dulce), auxiliando no rapto de mulheres jovens para as necessidades de pesquisa e prazer alienígenas e a adição de mais poluição para a atmosfera do planeta para provocar assim sobre o planeta o aquecimento global e tornar o clima da Terra mais amigável para as formas de vida alienígenas, que são todos seres de sangue frio.
 
Uma das descobertas mais chocantes foi a extensão da rede de bases e transporte subterrâneo alienígena. Enquanto tubo-trens que se esperava, as vastas bases que tinham sido criadas veio como um choque para uniformizar os oficiais mais bem informados...
 
A razão pela qual essas bases se tornaram mais importante agora era que as forças humanas teriam que descobrir rapidamente onde estava cada base e qual poderia reagir a um ataque a Dulce, e quanto tempo levaria antes que eles pudessem enviar forças de resgate. Outra questão é, como é que eles reagiriam de um modo geral? Talvez eles atacassem a humanidade de alguma forma mais mortal do que simplesmente sequestrando alguns milhares de mulheres por ano? No final, ficou claro que por causa de divisões nas intenções e interesses alienígenas, havia pouca organização entre os grupos. Como uma série de colagens que competem em uma ruína, em sua maior parte, eles só estavam interessados ​​em seu próprio pequeno posto avançado de pesquisa e ... Quanto aos homens rank- de - arquivo que participaram da missão, a maioria dos nomes será evitada para proteger aqueles homens que ainda estão vivos (a partir de 2001, não há muitos que ainda vivem) e aqueles que ainda estão envolvidos como agentes militares em um serviço ou outro. Homens do USAFSOC e Delta Force são alguns dos guerreiros mais bem treinados em qualquer lugar do planeta e mais do que prontos para o desafio - mesmo que nada poderia tê-los feito prontos para o que iriam encontrar, uma vez que tenham entrado na base subterrânea. Existem algumas coisas gerais para saber sobre tais homens.
 
Se a auto-estima era frágil e necessário reforço positivo constante, então uma carreira em qualquer uma das organizações não era definitivamente para essa pessoa. Considere um típico exercício de treinamento da Força Delta, realizado na Casa de Tiro, onde os terroristas manequim mantinha um real e vivo refém "voluntário". O objetivo: destruir os terroristas sem prejudicar o refém, que passou a ser um estagiário Delta Force. Claro que, para missões especiais, o manequim "terrorista" poderia ser substituído por um alien 'Grey'.
 
Comando o sargento Major Eric L. Haney tinha estado lá para a formação do grupo de elite em 1978, estar lá para algumas das primeiras missões e do treinamento extenuante... "Nos próximos dez minutos, a porta seria aberta e quatro de meus colegas de classe fariam assalto a sala, usando as técnicas de batalha que no último trimestre tínhamos aprendido. Bullets iria chover durante todo o quarto e alguém estaria disparando munição real a poucos centímetros da minha cabeça. Se eles perdessem um único terrorista ou me atingido por engano, a equipe teria falhado nesta fase de treinamento... eu sinceramente queria que eles para passassem no exame", Haney iria escrever em seu livro de 2001 dentro de Delta Force: The Story of Elite Unidade Contra-terrorista dos Estados Unidos ( Delacorte Press).
 
Claro, tem que participar nesta sessão prática só se concluiu com êxito a formação torturante , que culminou com um robusto aumento de 40 milhas através das montanhas íngremes da Carolina do Norte, uma mochila de 50 quilos e uma metralhadora amarrada em suas costas . A descrição de Haney de que o teste de 18 horas de sua resistência física e mental foi um dos muitos destaques narrativas excelentes em sua conta.
 
Haney, um Ranger do Exército , quando ele foi escolhido a dedo para experimentar para a unidade de elite , foi um dos 12 homens de 163 que chegou ao nível de operador Delta Force. Os novos membros da Força Delta , em seguida, "desapareceram" das unidades militares mais visíveis. " Operamos como guerrilheiros . Ou terroristas. Porque a realidade era , de forma a tornar-se especialistas em contra- terrorismo , tivemos que primeiro se tornar terroristas especialistas ", escreveu ele .
 
Enquanto Haney não mencionou a missão Dulce, que fez incluir a tentativa frustrada de resgatar americanos mantidos como reféns em Teerã, em que oito militares americanos morreram. Outras missões incluíram alguns dos lugares mais difíceis do mundo , como o devastado pela facção Beirute , em 1981, para proteger a Embaixada dos EUA ; sufocar insurreições rebeldes na América Central , incluindo o combate guerrilheiros cubanos em Granada , e proteger os embaixadores , presidentes, CEOs , prisioneiros de celebridades e da descendência de todos os acima . Isso não foi feito sem matar pessoas , uma tarefa que Haney descrito em detalhes de arrepiar.
 
Como a maioria dos homens envolvidos no ataque Dulce, Haney era o tipo de cara que você queria ao seu lado em uma briga de rua : habilidoso, inteligente e disciplinado , mas desconfiado dos motivos de algumas figuras de autoridade , especialmente coronéis subir de carreira e DC , burocratas ...
 
Com Beckwith, Couros e Donlon levando os três gatos de força da terra , os homens SOC estaria atacando sob o comando de um homem mais nunca tinha lutado ao lado , mas quem mais tinha ouvido falar ...
 
Agora, para a missão contra Dulce, que estavam sob o comando do filho do holandês, que era uma espécie de lenda em seu próprio direito no círculo black ops . Duas coisas estavam fora de questão : os mais jovens Richards havia se provado em combate, e ele nunca pediu a seus homens para fazer qualquer coisa que ele não estava pronto para fazer, ou deixou qualquer trás. Enquanto suas missões quase sempre tão secreto que ninguém sabia detalhes, os rumores e rastro de evidências era mais do que claro para qualquer saber. O único problema para a cadeia de comando era a sua reputação de ser uma espécie de canhão solto quando veio a seguir as ordens que ele não achava que fosse no melhor interesse de seus homens ou a missão - Um fato que só o fez mais popular com seus homens .
 
Em um movimento típico comando de sua parte, enquanto se sentava no X-22 com suas tropas pronto para decolar em o que parecia a muitos para ser a sua última missão, ele recitou a oração / poema : "Eu sou um Commando " ao seu homens - seu lema mais do que o seu -
 
"Como meu irmão Commandos antes de mim, eu tenho orgulho de pisar para a história como um membro do Comando de Operações Especiais da Força Aérea.
 
"Eu vou andar com orgulho com a minha cabeça erguida, meu coração e atitude vai mostrar minha fidelidade a Deus, país e camaradas . Quando incapaz de andar mais um passo , eu vou caminhar mais uma milha . Com liberdade o meu objetivo , eu vou entrar em destino com orgulho e do Comando de Operações especiais da Força Aérea " .
 
Como ele ligado o X- 22, e deu a ordem para os helicópteros a seguir, ele empurrou a aeronave tilt- rotor estranho aos seus limites de voo em um banco de alta velocidade selvagem ao longo da pista para impressionar as tropas ainda no chão - e definir o tom para a missão. Ao longo dos fones de ouvido e alto-falantes veio pela primeira vez a sua voz, então a voz dos membros da equipe com ele no X-22 , cantando o hino da Força Aérea ; "Up and Away , Into the Wild Blue Yonder ... "
 
"Nós não poderia muito bem deixar aquele bando esmagar abrir os portões do inferno sem que o resto de nós estar bem atrás deles ", disse um piloto da USAF helicóptero.
 
O tempo era tudo, com o X-22 , tendo a primeira onda de CAT -3 corridas sobre o deserto em mais de 250 milhas por hora, com a parte inferior do mesmo de tubos de rotor faltando as rochas por menos de 20 pés , às vezes. Eles tinham que acertar o principal porto de desembarque como um navio esperado pousou , como CAT -1 e CAT -2 entrou em trens de carga de tubos de vários níveis no subsolo. CAT -4 ia bater com uma equipe SEAL que vem através de uma entrada de água como o principal grupo atingiu uma pequena escotilha apoio que lhes permita abrir outra escotilha para permitir que a equipe SEAL dentro Tudo , no entanto, girava em torno do sucesso do CAT o ataque de -3 no principal porto de desembarque , como eles tiveram que remover a principal sala de controle de segurança e sistemas de armamento dos Sonics que foram controlados a partir de lá.
 
O X-22 entrou como planejado , correndo ao longo do ermo em mais de 200 mph , enquanto menos de 20 pés fora da areia. Cinco milhas atrás dela era a força de assalto principal a ser levado em helicópteros da Força Aérea pesados. O momento tinha que ser perfeito , pendurado na chegada oportuna de um grande veículo de disco , como que era um serviço de transporte de carga conhecido e esperado a partir do espaço .
 
Como se observa , o principal porto de desembarque " cobrindo " projetores holográficos foram desligados , e abriram as portas de entrada ' explosão ' para o transporte de pouso. Testemunhas disseram que Richards trouxe o X-22 com tanta força que ele está perdido trem de pouso tocar a parte superior do disco em movimento por apenas alguns centímetros , diminuindo seu ofício rugindo com o disco até que ele tinha cancelado o sistema de viga de suporte superior . Em seguida, o X-22 tiro ao redor do lado do ônibus , usando-o para bloquear qualquer ataque por parte dos principais suportes de armas do porto de desembarque . O X-22 disparou seus foguetes Hellfire para esmagar duas bolhas de arma no lado mais próximo do porto, que ele pousou no telhado do principal mecanismo de controle da porta.
 
O ataque foi livro , com os CAT- 3 forças soprando uma entrada para a torre de controle e assumir o controle total desse recurso no prazo de 55 segundos após o X-22 que rompe a porta . Pairando , o X-22 continuaram a usar seus foguetes e armas para ajuntar todas as armas inimigas na zona portuária , silenciando -los antes que a Força Aérea começou a entrar as portas de portas abertas.
 
Foi Ted Cochran de San Rafael , CA, que tinha sido um helicóptero de resgate comandante da Força Aérea nos Huskies HH- 43 com base em Saigon , no auge do conflito do Vietnã. Licenciado desde a idade de 18 anos como piloto, Cochran também serviu na Força Aérea na Europa, onde ele participou da recuperação da arma termonuclear perdido em Palomares , na Espanha. Em uma de suas últimas missões de helicóptero antes de sua aposentadoria legal da USAF , fez parte da força de recuperação para a Missão Apollo 9 , após o primeiro pouso na Lua em 1969.
 
Voltando à Califórnia, ele tem um mestrado em comunicação da Universidade de Stanford em 1972, e tornou-se um cineasta bem conhecido. Um marinheiro , outdoorsman e aviador, Cochran combinou suas paixões espirituoso em uma carreira que lhe permitiu compartilhar suas aventuras com o público de cinema. Seu filme mais conhecido foi Ilha do Bounty , sobre uma expedição de vela internacional que traçou a 1789 rota dos famosos amotinados do Bounty HMS a ilha de Pitcairn , no Pacífico Sul ...
 
Aos 39 anos , Cochran estava em seu auge e tinha sido mais do que dispostos a aceitar o pedido de sua ajuda como um piloto de helicóptero em algum evento , como a Missão de Dulce . O fato de que ele era um amigo de longa data da família dos Richards parecia ter algo a ver com o envolvimento dele também. De fato, havia rumores de que ele havia ensinado o holandês como voar grandes HH- 43 Huskies, e havia voado em missões ' black ops com o filho do holandês várias vezes antes . Ele foi um dos primeiros nomes a serem considerados como um piloto.
 
Foi Cochran que liderou os helicópteros USAF AFSOC , trazendo seu pássaro em rápido e colocando -a no piso principal da câmara , onde as tropas teriam a capa de um disco de perto como eles correram para a escotilha de entrada próximo passageiro.
 
Vendo que o disco de destino já estava tentando escapar , Richards pousou em sua borda e chutou os adereços do X-22 em pleno baixo projecto , quase lançando o disco. Lutando para recuperar o controle do X-22 , ele foi forçado a fazer um pouso forçado em uma almofada nas proximidades, o envio de mais quatro foguetes contra o ônibus obrigando-o a falhar para os dois estacionado triângulo- ofício que eram conhecidos por serem veículos do tipo lutador .
 
Embora os homens de CAT- 3 foram agora sob fogo de armas pesadas a partir de um número de direções no porto de desembarque , eles haviam desativado as vagens de armas principais , e os sistemas sonoros para toda a instalação , permitindo que as outras equipes para atacar a partir de diferentes direções e locais . Sistemas de imagem holográfica foram desligado, de modo que as portas de entrada, airshafts , e outros sistemas que foram normalmente escondidos agora tornou-se totalmente exposta .
 
Uma equipe de segurança alienígena havia conseguido fechar as portas principais para o HUB central, e os dois primeiros homens que tentaram obter explosivos perto o suficiente para danificar as enormes portas de explosão foram cortadas por fogo inimigo . Tomando pesados ​​danos , o X-22 rolou para a frente, e de menos de 40 metros disparou seus foguetes restantes. A explosão resultante soprou as portas abertas, e eliminou todos os estrangeiros , do outro lado por cem pés.
 
Forçado a pena os motores agora ardentes do X -22, Richards assumiu o comando de uma das equipes de ataque do CAT- 3 , e liderou o ataque com a entrada de fumar ainda na principal HUB central, como outras equipes atacaram de outras direções .
 
A instalação multi- nivelado em Dulce , com o seu eixo central controlado por uma extensa força de segurança de base , mostrou-se muito mais amplo e complexo do que os atacantes humanos estavam prontos para lidar com no plano original . As fontes de informação , como Thomas ( Castello ) tiveram níveis de isenção , que não lhes permitem conhecer o escopo completo da operação. Seu afastamento ULTRA -7 concedeu-lhe conhecimento de sete (conhecidas) sub-níveis - havia mais. A maioria dos estrangeiros supostamente estavam em níveis 5 , 6 e 7 -, mas havia mais . Houve também uma vasta rede de conexões de transporte mais debaixo da terra do que o esperado , estendendo-se de uma rede global que não haviam sido notificados - proporcionando rotas de fuga e as portas de entrada para as forças de segurança adicionais implementadas rapidamente que não tinham sido previstos.
 
Em um relatório apresentado em início de 1980, considerado por um número de fontes da CIA ter sido escritos por Brigadier General Aderholt , o autor afirma:
 
"O que esses jovens fizeram foi nada menos do que uma lenda . Contra números esmagadores e tecnologia, eles lutaram do Nível 1 (contendo as garagens e cabides ) para dentro das entranhas da base inimiga . Partes do combate tomou e realizada , as portas de nível 2 , onde ônibus de túneis e áreas de manutenção de disco teria permitido reforços inimigos para entrar, enquanto a principal força cobrado para a frente para o Nível 6, e ' Pesadelo Hall, " para resgatar os milhares de vítimas humanas mantidos lá. "
 
Eles não estavam preparados para o que encontraram no Nível 6. Relatórios falou de seres humanos multi- armados e multi- patas e gaiolas (e tonéis ) de criaturas morcego humanóides altos como 7- pés. Os estrangeiros tinham aprendido muito sobre a genética, as coisas úteis e assustadores. E mais do que havia sido aprendido com o custo do sofrimento humano e vidas.
 
Vôo Capitão Couros ' alcançou o nível 7 em primeiro lugar, soprando da entrada principal do HUB aberto e neutralizar a força de segurança lá com extremo preconceito em menos de 45 segundo. Ao entrar na estação de segurança , eles perceberam a extensão da instalação pela primeira vez , encontrar sistemas para assistir e controlar , mais de 30.000 cativos que um nível ( sozinho), e os sistemas de controle e segurança para mover os cativos para " teste instalações "e" centros de prazer "em mais de 62 locais diferentes - onde mais de 4.600 prisioneiros foram mantidos atualmente .
 
Relatório Capitão Couros ' para I.S. gostaria de mencionar o momento :
 
"Eu olhei para fora sobre imagens holográficas de cenas de horror que são impossíveis de expressar em palavras , e um zoológico do ser humano em vários estados de saúde e doença mental. Vendo imagens de mulheres jovens sendo torturados naquele exato momento , tudo que eu conseguia pensar de foram minhas próprias filhas por alguns momentos. Então eu coletei meu juízo , e deu a ordem para avançar para liberar o maior número de vítimas que pudemos " .
 
Enquanto o plano de missão original tinha chamado para as equipes de atacar, destruir o máximo de facilidade inimigo que podiam, e retirar-se em menos de meia hora , a introdução de tantas vítimas humanas acrescentou uma nova dimensão para os problemas na mão. Embora nenhum dos oficiais encarregados vai admitir que fez a encomenda, comunicações de rádio gravadas e relatos de testemunhas , parecem sugerir que Aderholt permitiu que os jovens Richards para mudar omissão exige que o número de vítimas " salvávéis " tornou-se mais evidente.
 
I.S. Capitão Couros ' relatório lê-se:
 
" Não foi como nós tivemos escolhas. Nós não poderíamos deixar essas meninas pobres por trás vivo. Sabíamos que qualquer que não evacuar , íamos ter que terminar. Nosso problema era simplesmente números. Milhares de estrangeiros tentando para nos matar. Milhares de fêmeas humanas gritando por ajuda. Milhares de tão longe que nós sabíamos que teríamos que deixá-los para trás. Milhares de tropas inimigas começam a chegar nos trens do metrô. Nós apenas não foram criadas por uma massa evacuação . subtube a volta para Nova York, e um para o México , parecia ainda estar aberta , então começamos a carregar meninas em trens do metrô e atirando -os logo que soube nossas forças estavam no controle das estações de outros fins. Nós explodiu dois poços de ventilação aberta , então um par de esquadrões conseguia meninas dessa forma para o ar livre , onde espero que nosso povo pudesse buscá-las. CAT -4 levou uma surra real como eles lutaram para manter os reforços estrangeiros de entrar no subtube principal estações . não há dúvida em minha mente que o hotel se hospedaram no estabelecimento por muito tempo, mas na época era muito difícil deixar as mulheres jovens pobres para trás. você sabia que todos que você não conseguiu enviar para fora na frente de você ia morrer , e logo. "
 
Exatamente uma hora depois do X-22 tinha atacado primeiro a entrada da porta principal , Aderholt ordenou uma retirada completa. David Griggs e R.E. McNair tinha até então conseguiu duas naves alienígenas no ar - um disco -craft e um do triângulo altamente avançado caça- ofício - e foram correndo para a área 51 . Os homens de Roosa também tinha conseguido obter uma enorme disco de transporte em movimento, em que mais de 3.600 fêmeas humanas tinham sido carregados e agora estavam sendo levados para uma base segura.
 
As equipes de ataque humanos estavam retirando atrás de paredes de fumaça e definir explosões. Um dos bits assustadoras de equipamentos que os homens MAT tinha encontrado , mas foram forçados a deixar para trás , era um tipo de " Cell- eletrostática - Disruption " dispositivo (CED ) - uma arma que poderia ser ajustado para perturbar as células de uma vida criatura em um nível subatômico , matando assim, tudo que vive em uma área enquanto não fazer muito dano a quaisquer estruturas ou equipamentos . Para certificar-se que não haveria sobreviventes deixados na instalação , esse dispositivo foi criado pelos técnicos do MAT para sair logo após a retirada total das equipes de ataque.
 
O tenente-coronel E.S. Onizuka , que liderou a equipe de Ataque Filter, conseguiu reparar danos de batalha do X-22 , antes de assumir o comando de um triângulo alienígena lutador -craft capturado. Como o Richards feridos lutou uma retirada em execução com o último dos resgatados fêmeas e os sobreviventes do CAT -4 e CAT -3 , Ontzuka fornecido fogo de cobertura do alienígena caça- ofício. Isso deu Richards o tempo para atingir e reiniciar o X-22 como o coronel Donlon carregado a última vítima , enquanto ele e dois de seus homens lutaram contra atacar tropas de choque alienígenas.
 
Quase sobrecarregado , os lutadores humanos no X-22 teria , provavelmente, não conseguiu entrar no ar, se , naquele momento, vários battlecraft não correu para a instalação portuária e começou a estabelecer um padrão de fogo brutal contra os outros estrangeiros .
 
Enquanto só se pode adivinhar as razões para esta súbita ajuda , ele tem sido relatado que o holandês , e seu filho, teve altamente questionáveis ​​contatos fora do mundo. De relatos de testemunhas oculares do battlecraft , um tinha os símbolos em suas asas do que especialistas humanos na área sugerem marcou o ofício como pertencente a algo como um "príncipe" de uma " casa real " . Seja qual for o caso, o réptil Battlecraft lutaram ao lado dos humanos (na verdade, duas das suas embarcações foram perdidos na batalha ) , e deu o X -22 e caças- ofício do Ontzuka e os dois últimos helicópteros a chance de escapar .
 
Setenta e dois minutos e 14 segundos, após o ataque começou , o X-22 eo battlecraft Reptile com marcações principescos apuradas portas anti-explosão do porto de desembarque e correu para a segurança. Explosões de dezenas de conjuntos de bombas começaram a explodir naves inimigas como eles decolaram , e 35 segundo depois de apuradas as portas , o CED explodiu , causando todas as formas de vida - humano e alienígena - esquerda dentro da instalação , para demolecularize em um nível subatômico . Apenas alguns dos mais baixos níveis de abrigo pesadamente blindados sobreviveu.
 
As mulheres sobreviventes humanas foram levados para vários bases militares
top secretas onde elas eram "desprogramadas" e "reabilitadas", para que pudessem ser levadas lentamente de volta à sociedade sem memória do que haviam sofrido.
 
À medida que o misterioso "Comandante X" afirmou:
 
" ... Do meu próprio trabalho de inteligência dentro das forças armadas, eu posso dizer com toda a certeza de que uma das principais razões pelas quais o público tem sido mantido na escuridão total sobre a realidade dos UFOs e aliens, é que a verdade sobre o assunto existe realmente muito perto de casa se para fazer qualquer coisa. Como poderia um porta-voz do Pentágono ousar admitir que
existe num subterrâneo de cinco ou 10 mil pés TODO UM MUNDO QUE É "estranho" para uma estrutura de crença que tivemos por séculos? Como poderia, por exemplo, o nosso bombardeiro mais rápido ser um desafio qualquer para aqueles invasores aéreos quando só podemos adivinhar sobre as rotas que levam à superfície? iludindo radar como eles voam tão baixo, voltou para seu covil subterrâneo ... os 'Greys' ou os 'EBEs' estabeleceram uma fortaleza, espalhando-se para outras partes dos EUA por meio de um vasto sistema de túneis subterrâneos que tem praticamente EXISTIDO desde a pré-história... "
 
Todos os homens envolvidos em qualquer das equipas de ataque eram ou ' mindwiped ' ou jurar segredo , sob pena de morte, ou rescindido ( ... por insiders de nível superior Após a batalha , os políticos de auto-serviço e "elite" que tinham nada a ver com o início do ataque, mas que tinha tudo a ver com a supressão de qualquer informação sobre ele após o fato - . BRANTON) . Porque os oficiais encarregados eram vistos como heróis por muitos da direita política, que assumiu o controle , em Washington , em 1981 , a maioria foram protegidos pela elite política em mudança. Muitos daqueles que haviam apoiado abertamente a causa ou estrangeira, ou tinha lucrado com isso de uma forma ou de outra, foram forçados a recuar de sua posição por quase dez anos. Somente quando George Bush pai se tornou presidente foram os alienígenas capazes de voltar, e apenas em números muito menores.
 
A batalha de Dulce terminou a esperança alienígena para usar a Terra como um tanque de criação de uma subespécie , ou para a sua tomada de controlo do planeta , em qualquer momento no futuro próximo . Enquanto o Grey reiniciado um programa de reprodução em 1993, e alguns dos níveis mais baixos da Facilidade de Dulce foram reabertos em 1998 , os números são em dezenas ou centenas ' ao invés de milhares. E USAF Comando Espacial segue agora ofício todos alienígena, com a ameaça constante de que Top Secret " Voos " pode reagir e atacar um inimigo outro mundo , em qualquer momento, com resultados dramáticos ...
 
Mais de 50 anos de intenso interesse UFO, investigação, pesquisa, avaliação e teorização por inúmeros aficionados UFO permitiram investigadores de campo modernos para melhor examinar , avaliar e identificar muitos dos objetos no ar incomuns que estão sendo relatados. No entanto, uma pequena percentagem dos relatórios continuar a iludir a identificação positiva. Rumores do que aconteceu em Dulce, em 1979, já foram reduzidos a lenda, no final do século 20. Na verdade, têm ajuda dos vigaristas que continuam envolvidos com tais relatórios para a USAF encobrir a verdade dos acontecimentos que tiveram lugar em Dulce e continuar a ajudar no esforço para esconder a facilidade em ruínas e aqueles que participaram de eventos lá.
 
Homens como oficial de inteligência William Cooper, que se tornaram muito soltos com o seu conhecimento da verdade, podem ser desacreditados em qualquer número de formas, ou assassinados, se eles se tornam uma grande ameaça. Deve ficar claro a partir de suas ações, e sua vontade de desafiar a autoridade, que estes homens nunca deve ser permitido em tal posição de poder ou autoridade de novo (ou melhor, como é a mentalidade do ser humano - ou metamorfose - ? Elite). Enquanto o "holandês  foi assassinado em 1996 e seu filho vai estar na prisão para o resto de sua vida, a própria mentalidade que criou esses homens devem ser esmagada se a raça humana quer conhecer a paz com os estrangeiros (mas, novamente, a versão elite e alien cinzentos de "paz" é mais semelhante a "assimilação" - BRANTON ). A ilusão de liberdade que pode ser perdida por aqueles poucos que sabem o que realmente está acontecendo será uma troca digna para a tecnologia incrível que virá para as mãos da elite humana (assim que razão) que participa na nova transferência. Isso não pode acontecer facilmente, é claro, até que toda a resistência humana seja removida através de reciclagem ou através da conquista. (Este é o raciocínio distorcido da "elite" que ela está vendendo o nosso planeta
para fora para seu próprio ganho físico pessoal egoísta - BRANTON )
 
Uma das principais lições a serem aprendidas com a Batalha
de Dulce é tão longa como existem, forças humanos altamente treinadas, que pode ser pequenas e bem equipadas, ou vai entrar em ação em seu próprio acordo para proteger o povo da Terra, fácil conquista do planeta torna-se difícil. Um militar departamentalizada, com alguns ramos de modo Top Secret que mesmo a elite política que governam o país não está muito certo do que está lá fora, é uma ameaça para qualquer inimigo. Neste momento, existem braços da USAF Space Command tão Top Secret que ninguém no Pentágono sabe que eles existem em qualquer coisa, mas lenda.
 
Se a humanidade esta a sobreviver o tempo suficiente para que ela tenha um lugar histórico nas estruturas sociais civilizadas do universo, eles devem defender-se de qualquer forma de vida que iria prejudicá-los ou o seu planeta, ou entregar-se a uma espécie de polícia interplanetária força que irá protegê-los. Neste momento, apenas rumores de uma tal força policial atingiram aqueles que a conhecem, deixando a auto-defesa como a única opção real. Os homens que atacaram o Mecanismo de Dulce em 1979 compreenderam a realidade e assumiram a tarefa de defender a humanidade com suas próprias mãos. Só podemos fazer suposições subjetivas no que poderia ter acontecido se não tivessem feito o que fizeram .

 
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JOGADORES
 
Brigadeiro General H.C. Aderholt : Mission Commander .
 
Coronel Charles BECKWITH : Comandante da Força Delta e CAT- 1.
 
J.V. CÂMARAS : engenheiro para Bechtel.
 
WILLIAM COOPER : Intelligence Officer.
 
CORONEL R.H.C. DONLON : Comandante CAT -4 .
 
DAVID GRIGGS : Astronauta , liberado UFO .
 
SGT COMANDO . MAJOR E.L. HANEY : Delta Force Commander / Escritor
 
GENERAL R.T. Herres : Comandante do Comando da USAF Communications na Base Aérea de Scott , Illinois
 
Equipes de vôo missão organizada : KARL GORDON Henize .
 
GENERAL DC JONES : Presidente Maior das Forças Armadas .
 
CAPITÃO W. R. LEATHERS : Comandante CAT- 2.
 
R.E. McNair : Perito Laser , liberado UFO .
 
O tenente-coronel E.S. Onizuka : Comandante da FAT, liberado UFO .
 
Ross Perot : ajudou a financiar a missão.
 
MAJOR E.L. RICHARDS , JR : ' O holandês ' - Comandante-em- Chefe da Missão de Dulce , Chefe de SI.
 
CAPITÃO M. Richards: Comandante da CAT- 3.
 
CORONEL S.A Roosa : Comandante MAT .
 
EDWIN WILSON : ajudou a financiar a missão.

 
TERMOS
 
CAT = assalto do combate Team.
 
FAT = Attack Team Filter.
 
MAT = Material de Aquisição Team.
 
IS = Segurança Internacional
 
IVA = Equipe de Assistência às Vítimas .
 
CUT = Limpe Team.'A DULCE BATALHA'Áudio-Vídeo ENTREVISTAS - Com base nos relatórios dosELLIS LLOYD & Mark Richards'The Edge ' Radio Entrevista com Jo Ann Richards'LÁ FORA' TV Vídeo Entrevista com Jo Ann Richards - Episódio 238Mais informações sobre Ellis L. Richards




NOTA:
É muito importante que todos leiam esta matéria para que tenham uma noção da realidade oculta e de quem são os deuses de nossa elite. Isto não é ficção científica e nem enredo de um filme de terror embora pareça com tal. O que está narrado aqui são fatos verídicos que já nos haviam sido mostrados pelos irmãos Pleiadianos em projeção astral. Não estamos querendo criar pânico mas apenas desperta-los para a verdade que esta dentro de cada um de nós. Procure-a e a encontrará.
Há muita gente iludida querendo estabelecer "contatos" com os ETs, sem ter a mínima ideia de quem realmente são eles. Muitos fazem "vigília" para tal, sem saber o risco que correm. Muitas são as fotos e vídeos de naves postados na internet e agora tb na nossa mídia (quase toda dos extraterrestre) e os governos (fantoches dos extraterrestres) que antes escondiam de todas as formas, usando para isto até de assassinatos, agora começam a liberar os arquivos secretos sobre UFOS. E os ufólogos estão eufóricos diante da possibilidade de dentro em breve haver uma divulgação mundial pelos governos da existência dos extraterrestres e de que eles estão entre nós. E todos estão ansiosos para que estes extraterrestres apareçam logo com suas naves para nos salvar do caos deste mundo, com suas naves através do que se convencionou chamar de "Operação Resgate". Mas o que todos não percebem é que tudo isto é uma manipulação dos extraterrestres do mal (satânicos), que já estão a milhares de anos aqui entre nós, tudo pura desinformação, pura ilusão criadas por eles para nos distrair e nos afastar do nosso processo de despertar de nossa consciência, que é o único caminho que nos leva aos verdadeiros extraterrestres, ou melhor ultraterrestres da luz, que não são seres materiais, mas de pura energia. Estes seres interdimensionais da luz não se apresentam fisicamente ou materialmente para nós e suas naves não são materiais, são de pura energia e por isso elas não são vistas em nossos céus, não são filmadas ou fotografadas. Estas naves físicas fotografadas e filmadas são naves dos extraterrestres satânicos que fazem abduções para usar seres humanos como alimentos ou como cobaias para experiências em laboratórios, ou ainda para serem usados como escravos deles. Estes seres interdimensionais da luz não estão aqui para fazer as coisas por nós, mas sim para nos ajudarem a despertar a nossa consciência, para nos ajudarem a despertar para quem somos nós verdadeiramente, para despertarmos para os poderes que está dentro de nós e para a verdade de que esta na hora de descobrir e desenvolver estes poderes. Os seres da Luz estão aqui entre nós, mas não fisicamente, e o nosso encontro com estes seres não se fará fisicamente na 3ª dimensão (somente na 5ª dimensão). O nosso encontro com eles aqui na 3ª D se faz dentro de nós, nos nossos momentos de meditação, em que nos tornamos unos com a fonte e elevamos a nossa frequência vibratória. Estes encontros já ocorrem em todas as noites, durante o nosso sono, quando nos projetamos em outras dimensões e vamos para as naves do comando estelar receber treinamento, participar de reuniões e realizar nossas tarefas. Só não temos consciência ou memória física disto, no máximo temos leves lembranças que nos chegam como se fossem sonhos.
Nós precisamos nos libertar deste condicionamento religioso de que somos vitimas, de ficar sempre só orando e pedindo ajuda dos céus dentro de um processo de vitimização, de se achar coitadinhos e querer que os céus nos tragam a chupeta e a mamadeira ou que venham trocar a nossa fralda. Esta na hora de crescermos de deixarmos de ser eternas crianças cósmicas, de tomarmos consciência de quem realmente somos, de que somos seres poderosos, que somos deuses criadores e tomarmos o nosso destino em nossas próprias mãos e através do poder do amor e da criação construirmos a nossa própria realidade de paz, de luz e de evolução para a humanidade. Esta na hora de nos tornarmos livres de manipulação e dominação, de nos tornarmos libertos, autosuficientes, independentes, autônomos, conscientes e maduros. Está na hora de aprendermos a andar com a nossas próprias pernas. Esperamos que todos leiam atentamente está matéria que estamos postando aqui, que não é apenas uma fantasia, mas sim um fato histórico e vejam realmente com quem estamos lidando e os riscos que estamos correndo e que finalmente saiam destas ilusões e desta total apatia e que busquem a sua verdade que esta dentro de si. Que parem de buscar fora o que esta dentro.

Estamos providenciando e dentro em breve postaremos a tradução na integra desta matéria e do vídeo, que estamos legendando em português, da primeira entrevista já feita com o Brigadeiro Mark Richards, o militar que comandou esta operação e que esta preso e incomunicável a 31 anos. O vídeo foi feito pelo Projeto Camelot. Aguardem e enquanto isto meditem sobre a gravidade destes acontecimentos aqui narrados. 
Voltamos a repetir isto não é ficção científica, é um fato real que foi abafado por muito tempo e que só agora começa a vir a tona com os seus detalhes, as perseguições e outras consequências que estes destemidos homens sofreram depois por terem ousado enfrentar o governo oculto, as elites e os extraterrestres satânicos.