quinta-feira, 6 de março de 2014

Diálogo com uma criança índigo













por Vera Helena Tanze



Transcrevo abaixo uma passagem real ocorrida com Pedro, uma criança índigo e sua mãe Sofia (nomes fictícios), cujo desenvolvimento tive oportunidade de acompanhar há alguns anos atrás:
Pedro, como qualquer criança, teve seus altos e baixos com as oscilações próprias de um pré-adolescente sem, contudo, deixar que as fantasias infantis tomassem o lugar de manifestações sutis superiores. Parecia que ele tinha plena consciência da evolução de seu processo de despertar.
Pedro sempre falava à Sofia coisas do tipo:
“Sabe mãe, eu olho nos olhos de alguém e, quando eu vejo, já estou dentro da pessoa, tentando mudar o que ela tem de ruim. Não consigo controlar isto. Às vezes eu volto muito nervoso, porque a pessoa está doente, com coisas ruins”.
“Filho, dizia Sofia, você não tem o direito de entrar em alguém sem o consentimento dele, e muito menos de tentar mudá-lo, pois você fere o livre arbítrio das pessoas, que é uma condição fundamental para a evolução da alma. A pessoa deverá mudar de atitudes e pensamentos por esforço próprio”.
“Mas é tão triste ver pessoas legais fazendo bobagem, mãe”.
Pedro, você é uma criança ainda, e não sabe se proteger. E se carregar um obsessor com você”?
“O que é isso, mãe”?
“Obsessor é um espírito ainda confuso que, deliberadamente ou não, gruda em você e passa a lhe perturbar, podendo chegar a conseqüências fatais”.
“Não se preocupe, mãe, eu sei desviar”.
“Como assim, Pedro”?
“Eu vou até minha luz, me protejo e volto mais forte. É só fazer assim”.
Então Pedro fechava os olhos, dava pulo como se levasse um choque, e voltava sorrindo contando maravilhas do céu, dos anjos, de Jesus etc...
Sofia sentia que aquela criança estava se desvinculando dela, mas não sentia qualquer sensação de perda, pois era como se fosse uma só consciência atuando em corpos distintos e de maneiras diferentes.
“Mãe, não se preocupe comigo, pois eu sei me virar”.
Sofia olhava para aquele ser que parecia um bebezão, e não acreditava muito naquilo que ele estava falando.
“Sabe mãe, eu consegui desviar do “Buraco Negro”, e vi lá dentro muita gente que eu amo, mas não poderei ajudar, porque se entrar lá para salvá-los eu posso ficar preso”.
“O que é Buraco Negro, filho”?
“É uma bola preta no céu que parece uma espiral, onde, quem entra, não sai mais.
Entre o céu e a Terra, existe uma proteção para os seres que vieram ajudar o planeta. É uma energia azul, que nos liga uns aos outros e ao plano superior. Depois tem o quadrado dourado que é um portal por onde passarão em corpo as pessoas que forem para a Nova Terra. Quem não souber ir em corpo, irá em alma. Você, mãe, está quase pronta“. “Eu vou morrer, Pedro”?
“Não mãe! Morte não existe! Você vai “mudar” e ser feliz para sempre, sem doenças, sem brigas. Você vai conseguir, eu vou te ajudar”.
Na verdade, Pedro estava se referindo ao novo código genético a ser inserido nos corpos da Nova Era, que será mais perfeito, não sendo suscetível às doenças que a lei do carma impõe.
Ele tem um ar de inocência e humildade ao mesmo tempo, o que é grandiosamente sublime. Olha para todos com amor, não vendo maldade em ninguém. Ele dizia:
“Mãe, acho que foi um “ditado” que eu ouvi não sei onde, que devemos amar todas as pessoas da mesma forma. Nem você, mãe, eu posso amar mais que os outros. Todos somos um, todos somos iguais. Não se esqueça nunca disto”! (Quando Pedro não sabia explicar de onde “sabia” algo, dizia que era um “ditado” que havia escutado).
E Sofia apertava nos braços aquele ser tão indefeso, tão pequeno (para ela), que falava coisas que ela por vezes não compreendia, mas que ao olhar em seus olhos, percebia o quanto ele estava tranqüilo, e que de alguma forma aquilo era verdade.
Ele dizia:
“Sabe, o Comandante Ashtar incomodou e ainda incomoda muitos seres que queriam estar em seu lugar como líder. Mas Ele está lá por ordem de Jesus, e não porquê ele o queira. Estes revoltados formaram uma “cópia” de todo o Comando, inclusive do próprio Ashtar, e vivem enviando mensagens para as pessoas que ficam envaidecidas em receber uma mensagem do Ashtar. Mas na verdade, Ele só se comunica mentalmente com os poucos por Ele enviados à Terra, e não passaria mensagens enormes e tão comuns. Ele é direto, rápido, sério e amoroso, mesmo estando numa dimensão tão distante, próxima à Fonte. E seria ridículo acreditar que a qualquer hora, e sem motivo concreto, Ele usaria sua energia para mensagens, principalmente estas que passam medo e outros sentimentos negativos. Tome cuidado para não acreditar em tudo que lê!
Porque estas pessoas, simplesmente, não cuidam de suas próprias vidas? Ficam procurando novidades e querem aparecer de qualquer forma, usando coisas sérias como a Missão Comando Ashtar. Eles acabarão pagando por isso de uma maneira ou de outra. Eles não sabem o que fazem”...
Não pensem, caros leitores, em momento algum, que meu intuito seja comparar Pedro a Jesus, ou Sofia a Maria. Nunca!!
Estes personagens únicos criaram arquétipos que se enquadram em toda mãe, em todo filho, seja quem for, pois eles são a tradução do princípio Alpha e Ômega, do masculino e feminino a gerar uma nova consciência planetária.
Somos sim irmãos cósmicos descendentes da mesma Fonte Criadora, o Deus Pai/Mãe, o Grande Sol Central, para onde, num dia infinito, retornaremos vitoriosos de nossas batalhas íntimas.
Mas Pedro, usando e abusando de arquétipos e, com pureza de espírito, afirmava:
”Eu vim antes do primeiro homem a descer à Terra. Vim de minha luz violeta e cheguei em outro corpo, enorme, e desci em uma cruz. Junto comigo vieram Jesus, Gabriel, Miguel, Metatron, e Melkizedeck”.
”Mas filho, disse uma Sofia desconfiada. O que você veio fazer aqui, ser não havia ninguém”?
”Vim ensinar a Terra a ser Terra;
O ar a ser ar;
A água a ser água;
O fogo a ser fogo;
E o chão... Sem o chão o homem não poderia pisar e crescer.
Depois voltei pela mesma luz e desci em sua barriga um dia antes de nascer.
Mas, tempos antes eu ajudei a batizar os homens que seguiram o Mestre dos Mestres.
Eu “estava” em João Batista e vi tudo”.

Nos dizeres de Pedro, ele traz a Consciência da Criação de uma forma profunda e singela ao mesmo tempo, o que não significa que Pedro “esteve” lá, mas que, de uma maneira pura e cristalina, ele era parte do Início, como consciência infinita.
Apenas ocorre, que esta nova safra de crianças, é formada por seres mais elevados em vibração e que trazem a lembrança do coletivo, como se fosse individual e por isso não conseguem uma adaptação comum como as demais pessoas.
Desejo, com isto, despertar seus sentidos e sensibilidade para uma realidade maior que bate às suas portas, para que juntos possamos retomar nossas verdadeiras identidades.
Para que este plano se torne real é importantíssimo trabalhar com essas crianças, seja de que cor, raça, credo ou condição social forem. Aliás, seria interessante que todos começassem, realmente, a voltar sua atenção para as crianças, levando o menor carente ou não, ao esporte, à cultura, às artes ao invés de gastar tanto dinheiro com campanhas políticas e outras vergonhas, repassando parte destas verbas para o desenvolvimento infantil, quer de crianças “normais” como das comprometidas física e mentalmente.
Colocar dentro de núcleos de moradias populares quadras esportivas, com professores pagos pela comunidade, incentivo às artes, cursos de meditação, Tai Chi Chuan, enfim, tudo que alimente corpo e mente, transformando esta realidade atual, onde poucas são as perspectivas das crianças carentes e até das mais privilegiadas, pois os pais destas pensam que, dando escolas caras e dinheiro para diversão, se “livram de um problema".
As profecias falam que apenas 1/3 da população mundial, contando com os irmãos desencarnados que estão na crosta terrestre, sobreviverá à nova dimensão, ou seja, quem não conseguir atingir um nível suficiente de desenvolvimento espiritual, retornará a encarnar em mundos de provas e expiações, ou seja, exilados terrestre em outros mundos. Os que tiverem condições mínimas de alcançar a próxima oitava dimensional, serão projetados em corpos e almas
ou só em almas para o “outro lado” ou a 5ª Dimensão, onde serão recebidos pelos seres da luz que estão nos auxiliando.
Estes, após as mudanças no final deste milênio, que ocorrerão de várias formas, terão aproximadamente 1.000 anos para ver se realmente “confirmam” seus esforços evolutivos.
Os que vieram auxiliar, como voluntários de mundos mais desenvolvidos, poderão retornar aos seus planetas, ou ficar para auxiliarem na formação da Nova Civilização na Terra.
Assim, todas as crianças e jovens “especiais” ou índigos, encarnados ou não, pobres ou ricos, estão servindo a um Grande Plano Divino de Evolução e são as almas que habitarão a Nova Terra e por isso necessitam de toda a nossa atenção e respeito.


Muita Luz!
Somos Todos UM


Vera Helena Tanze 









Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/





Um comentário:

  1. É muita informação. Quanto mais leio e busco, mais me sinto flutuando.

    VFilho

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