sexta-feira, 20 de outubro de 2017

CONVITE ESPECIAL: Final de semana de Cura!!! Cure seu Corpo e Espírito com a CURA RECONECTIVA e a IRIDOLOGIA !!!










CONVITE ESPECIAL



As terapêutas MARIÃ JOSÉ e LILIANA AMODEO, da Mariã José & Liliana Amodeo - Terapeutas Reunidas,
convidam a todas as pessoas interessadas, para que venham passar um final de semana junto á natureza, com direito a uma seção da Cura Reconectiva e também uma consulta de iridologia com as profissionais: 
MARIÃ JOSÉ, Terapeuta de Cura Reconectiva, certificada pela The Reconnection;
LILIANA AMODEO, Terapeuta credenciada pela UCBRJ, atuante desde 1996. Também atua na terapia de Florais, Fitoterápicos, Vitaminas, Minerais, Fito energética e Chás de ervas medicinais. Foi aplaudida e laureada pela Câmara dos Deputados do Rio de Janeiro em 2007.

O que é Cura Reconectiva?
Cura Reconectiva é uma frequência de luz, energia e informação, a qual traz o pleno equilíbrio ao nosso ser, o emocional, mental, espiritual e físico. Não é a doença ou a enfermidade que se cura. É a própria pessoa. O método leva-nos além da técnica, para um estado de ser; você é essa energia de cura, e ela é você!!!
A Cura Reconectiva transporta-nos para o campo de todas as possibilidades, ligando-nos a algo superior, que nos reconecta com a nossa essência. É uma forma de cura que os cientistas alegam estar presente no nosso planeta pela primeira vez e que nos permite reconectar com a plenitude do Ser que somos, graças a um novo espectro de frequências curativas palpáveis e mensuráveis. Esta religação reestrutura o ADN (ácido nucleico que contém toda a informação genética de cada indivíduo).

Quem podemos ajudar com a Cura Reconectiva?
Podemos ajudar as pessoas que respondam SIM a uma ou mais das seguintes questões:
1. Vive atormentado pela doença (seja qual for), em sofrimento e sem esperança de melhores dias?
2. Vive em depressão, ansiedade e tristeza sem perspectiva de se libertar para uma vida de amor, paz e alegria?
3. A vida é um mundo de problemas sem fim à vista? Está desorientado(a), não sabe o que fazer?
4. Alguém lhe fez muito mal e não consegue libertar-se da mágoa e/ou do sofrimento que isso continua a causar-lhe?
5. Tudo lhe corre mal na vida? Sente-se fracassado(a)? Não tem ânimo nem energia para continuar a esforçar-se por uma vida melhor?
6. Tem pesadelos com frequência, insónia, ataques de pânico e/ou vive dominado(a) por medos, ansiedade, insegurança, tensão e nervosismo?
7. Sente o seu corpo fraco, sem forças, sem energia? Sente-se sempre cansado(a) e arranja desculpas para não fazer coisas úteis ou actividades de lazer?
8. O seu dia-dia é um sacrifício que carrega como um fardo pesado? Chega ao fim do dia e sente que nada lhe proporcionou prazer, alegria, bem-estar?
9. Os desgostos e amarguras do passado, estão sempre vivos no presente, atormentam-no(a) e retiram-lhe a alegria de viver?
10. Vive na dependência de vícios que o(a) afastam das pessoas que ama, sente-se infeliz por isso, mas não consegue mudar?
11. Tem juízos e sentimentos negativos sobre si próprio (de culpa, de vergonha, não ser suficientemente competente, bonito(a), de ter pouco valor, não ser capaz de, etc.) que lhe retiram a confiança, o(a) fazem retrair-se, sentir-se inferior, impedindo-o(a) de ter uma vida preenchida e feliz?
12. Sente que a sua vida é muito marcada por emoções negativas como egoísmo, ciúme, raiva, agressividade, mágoa, inveja, etc., com propensão para desvalorizar e magoar os outros? Isso o(a) impede de focar-se no seu próprio projecto de vida, em paz e harmonia com os outros e consigo próprio(a)?
13. Acha que nunca consegue alcançar aquilo que deseja? Há sempre um obstáculo, a intromissão de alguém, estranhas circunstâncias que o impedem de avançar e/ou o(a) obrigam a desistir?
14. Os seus relacionamentos não são agradáveis e satisfatórios? São difíceis, conflituosos, com azedume, deslealdade, ingratidão?
15. Tem problemas na sua vida conjugal, de relacionamento pessoal ou sexual, e gostaria de recuperar uma vida a dois satisfatória e feliz?
16. É excessivamente tímido(a), humilde, com tendência para se anular perante os outros, prescindindo sempre de ocupar o seu lugar? Isso o(a) torna infeliz no seu silêncio?
17. O seu desempenho falha nos momentos-chave como em exames, entrevistas ou outras formas de avaliação, ficando aquém do que é capaz, em consequência de excesso de ansiedade e stress?
18. Você faz tudo pelos outros e no final quando precisa não há quem esteja presente para lhe prestar ajuda? Sente-se infeliz com a ingratidão das pessoas e não sabe como mudar isso?
19. Acha que merece uma vida melhor que a que tem? Esforça-se, acha que tem qualidades, mas não consegue dar aquele salto na vida que gostaria de dar?
20. Vive na defensiva, na desconfiança, com medo de tomar iniciativas, de arriscar, de enfrentar desafios e procurar oportunidades na vida?
21. Tem funções de chefia e/ou liderança e vive obcecado(a) com o trabalho, sempre preocupado com as múltiplas responsabilidades, a dificuldade das decisões a tomar, a necessidade de ter tudo sob o seu controlo? Falta-lhe cada vez mais espaço para outras dimensões importantes da vida? O seu cérebro não desliga das preocupações, não pára nunca?
22. Cultiva uma certa imagem de si próprio(a), fazendo os outros acreditarem que é diferente do que realmente é, mas acaba por concluir que a sua vida é uma encenação, que o(a) faz sentir-se vazio(a), distante das pessoas, só e infeliz com essa forma de ser?
23. Acha que está bem, mas gostaria de um upgrade que lhe permita viver com mais entusiasmo, alegria e bem-estar, melhores desempenhos pessoais, sociais, cognitivos e profissionais?                    
Para saber mais, Acesse: www.facebook.com.br/curareconectivadovale                        
O que é Iridologia?                    
É a ciência que estuda a íris do olho, de modo que através desta análise é possível diagnosticar doenças. Esta técnica é usada na medicina natural ou alternativa e sua tradição já esta presente há muito tempo na China e Grécia, e vem se aperfeiçoando cada vez mais. Foi o médico homeopata, o Dr. Ignatz Von Peczely. que no século XIX, criou a iridologia ocidental.
A iridologia irá atuar descobrindo eventuais desequilíbrios no organismo. Esta técnica permite o terapeuta olhar através da íris todo o funcionamento do organismo.
Com a diagnose pode-se verificar se o paciente apresenta alguma doença ou disfunção, ou até se expressa uma inflamação no órgão. Muitos iridologistas afirmam que através da íris é possível detectar a saúde como um todo.
Antes da consulta, o paciente responde algumas perguntas através da anamnese.
O diagnóstico  é feito por um profissional capacitado que irá observar as fibras e a cor da íris. Com isso, ele consegue verificar se há uma alteração em algum órgão do corpo. Os especialistas afirmam que pela íris do olho pode-se notar alterações resultantes de medicamento, depósitos de droga e até os hábitos dos pacientes.
Para chegar aos resultados, os iridologistas fazem uso de gráficos da íris para detectar quais partes do corpo estão saudáveis, doloridas ou doentes. Na íris é possível encontrar as diversas camadas desde o branco até o preto. O branco representa o estado agudo da doença, já o preto o estado crônico.

Benefícios da iridologia:
O paciente tem uma consciência geral da saúde; 
Sabe quais órgãos estão ativos;
Conhece melhor as condições do seu sistema nervoso e digestivo;
Vai mostrar as partes do seu corpo que podem estar com problemas;
Pode apontar uma inflamação presente no organismo, caso exista.    


Local do Evento: 
Casa Índigo de Caldas (prédio do antigo Itacor Fazenda Hotel)
Rua Capitão Augusto Ribeiro, 200 - Centro (atrás da Santa Casa de Caldas)
Caldas/MG - CEP 37780-000
Fones (35) 3597-0941 / 99735-8718 / 99726-6339

Datas do Evento: 
Dias 02, 03 e 04/11/2017

Recepção dos Participantes:
Dia 02/11 a partir das 14:00hs., com direito a jantar

Alimentação:
Na própria Casa Índigo de Caldas (prédio do antigo Itacor Fazenda Hotel), com café da manhã, almoço, jantar (cardápio ovo-lacto-vegetariano, comida caseira e simples). 

Hospedagem:
Na própria Casa Índigo de Caldas (prédio do antigo Itacor Fazenda Hotel), em apartamentos (tipo Econômico) individual, duplo, triplo ou quadruplo, com Frigobar. 

Programa do Evento:
- Dia 02/11, 20:00h Palestra Expansão da Consciência, com a facilitadora da Cura Reconectiva Mariã José e a iridologa Liliana Amodeo.
- Dia 03 e 04/11: facilitação da Cura Reconectiva e consulta à Iridologa.
- Entre os horários das consultas, passeios nas cachoeiras.



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Investimento:
R$ 468,00 à vista, ou em 3 X R$ 164,00, no cartão (total R$ 492,00)
No valor já estão inclusos a alimentação, a hospedagem, a palestra e os atendimentos.

Maiores Informações:
- Mariã José & Liliana Amodeo - Terapeutas Reunidas
- Facebook: www.facebook.com.br/curareconectivadovale
- E-mails: curareconectivadovale@gmail.com ou
 lilianairidologa@gmail.com                         
- Fones: (12)981432438 (21)988096458 ou (21)78011025

Reservas (VAGAS LIMITADAS): 
Para fazer a reserva os interessados devem primeiramente preencher o formulário eletrônico do google, disponível através do link abaixo, o mais breve possível:

PARA INSCREVER-SE: CLIC AQUÍ

Logo depois de preencher o formulário o interessado receberá um e-mail com as instruções para efetuar o pagamento. A reserva só se concretizará após a comprovação do pagamento.

ATENÇÃO AS VAGAS SÃO LIMITADAS E OS PAGAMENTOS DEVEM SER FEITOS O MAIS BREVE POSSÍVEL.

Formas de Acesso:
A cidade de Caldas, localizada no estado de Minas Gerais, pode ser acessada pela BR 459 - Rodovia Juscelino Kubitscheck de Oliveira e está a distancia de 23 km de Poços de Caldas e 70 km de Pouso Alegre.
Pode se chegar a Caldas através da Viação Gardenia, que sai de Poços de Caldas para Pouso Alegre ou vice-versa, passando por Caldas. 

Distâncias de Outras Cidades:
4 km de Pocinhos do Rio Verde.
177 km de Campinas-SP 
266 km de São Paulo-SP
232 km de Ribeirão Preto-SP 
217 km de São Carlos-SP 
419 km de São José do Rio Preto-SP 
266 km de Sorocaba-SP 
457 km do Rio de Janeiro-RJ 
466 km de Belo Horizonte-MG 
912 km de Brasilia 
646 km de Curitiba-PR 
1508 km de Cuiaba-MT 
998 km de Campo Grande-MS
830 km de Goiania
910 km de Brasilia

Aeroporto Mais Próximo:
Aeroporto Viracopos de Campinas a 177 km. 
Entre Campinas (ou São Paulo) e Poços de Caldas há ônibus da Viação Cometa de hora em hora.

Promoção, Organização e Realização: 
Mariã José & Liliana Amodeo - Terapeutas Reunidas
- Facebook: www.facebook.com.br/curareconectivadovale
- E-mails: curareconectivadovale@gmail.com ou
 lilianairidologa@gmail.com                         
- Fones: (12)981432438 / (21)988096458 ou (21)78011025

Colaboração e Coparticipação:
Instituto Mensageiros do Amanhecer 
Casa Índigo de Caldas (prédio do antigo Itacor Fazenda Hotel)
Rua Capitão Augusto Ribeiro, 200 - Centro (atrás da Santa Casa de Caldas)
Caldas/MG - CEP 37780-000
Fones (35) 3597-0941 / 99735-8718 / 99726-6339



ALGUMAS FOTOS DA CASA ÍNDIGO:


























sábado, 30 de setembro de 2017

ENSINAMENTOS PLEIADIANOS - AULA INTRODUTÓRIA (PREFÁCIO E INTRODUÇÃO DO LIVRO)









MENSAGEIROS DO AMANHECER  
Ensinamentos das Plêiades
BÁRBARA MARCINIAK

INTRODUÇÃO

Quando Bárbara Marciniak e eu nos encontramos em 1988, ambas estávamos iniciando uma nova fase de nossas vi­das: eu tinha acabado de me mudar para Michigan para criar uma nova revista, Connecting Link,com os editores Barrie e Susie Konicov, e Bárbara estava iniciando a canalização com as Plêiades. Após anos trabalhando em muitos e variados em­pregos, procurávamos e estudávamos a expansão da cons­ciência criando trabalhos que englobasse quem éramos e no que acreditávamos. Estávamos empolgadíssimas com a nova situação.

Nos dois anos seguintes, Bárbara e eu viajamos para vá­rias exposições, brincamos muito com os ensinamentos dos Pleiadianos e nos divertimos bastante com tudo isso. Conver­sávamos sobre a possibilidade de escrevermos um livro con­tendo os seus ensinamentos, mas nada fizemos para começá-lo; ele viria na hora certa.

O ano de 1990, início da "década inominável", chegou. Connecting Link estava indo bem e Bárbara tinha umas trezen­tas fitas gravadas com os Pleiadianos. Senti que era o momen­to de voltar para Nova York, onde poderia continuar trabalhando em meu computador, com a revista e outras ativi­dades ligadas à informática. Senti também que estava na hora de fazer o livro.

Quando pensava no "livro", imaginava que os Pleia­dianos iriam ditá-lo e que eu iria simplesmente transcrever as fitas, editar o material e pronto! Não tomaria muito tempo de minha agenda apertada com a revista, nem requereria algum esforço especial. Assim, em maio, quando Bárbara e eu nos sentamos para a "canalização do livro", fiquei realmente sur­presa com a idéia que os Pleiadianos tinham de como fazê-lo Eles me asseguraram que não iriam ditar o livro, eu é que teria de elaborá-lo através do processo que eu escolhesse.
Fiquei intrigada. Disseram-me: "Se este livro fosse simples­mente dado a você, você não passaria de uma empregada. Qual seria o esforço de sua parte? Ele será o nascimento de algo para você, o nascimento de um processo interior que consiste em uma forma toda nova de usar a criatividade”.

"OK, e como é esse processo miraculoso?" perguntei. "Por onde começo”?

Eles responderam: "Você vai reunir todo o material usan­do apenas a sua intuição. Este não é, de forma alguma, um projeto de raciocínio lógico. Usando a sua intuição, você será guiada e testada para ver se consegue começar e terminar um projeto sem que a sua mente lógica conheça as etapas sucessi­vas. Será um tremendo exercício para você. Você será trans­portada a um plano de consciência muito mais alto, um local mais elevado de ordem, de confiança. Quando terminar e tudo tiver dado certo, você vai dizer: 'Eu não sei como fiz isso. Não tenho a menor idéia'".

"A história vai mostrar que se você conseguir limpar as pessoas de suas informações pessoais, elas podem tornar-se cósmicas. O processo pelo qual passará nas próximas luas será muito intenso. Você vai viver um processo de iniciação à me­dida que for escrevendo. Vai ter de adquirir conhecimentos em determinadas áreas nas próximas seis luas, e tudo isso está interligado.”
Disseram que eu deveria escutar as fitas e transcrever apenas as partes que sentisse pertencerem ao livro. A irmã de Bárbara, Karen, por intuição, escolheria as fitas que teriam boas informações e as mandaria para mim. Meu amigo Marsha também­ receberia impulsos em relação a que fitas deveriam ser incluídas. Caberia, então, a mim, escolher os trechos a serem usados. Fui instruída a não usar nenhuma espécie de ordem, nem mesmo pensar em como unir os trechos. Eu poderia usar um código de uma a cinco palavras e um pouco de cor em cada página para categorizar a informação, e isso era tudo.

Comecei a captar a idéia. Minha mente lógica tinha mais urna pergunta. Perguntei aos Pleiadianos: "Devemos procurar um editor antes que o livro esteja pronto, ou ao menos avisar que estamos escrevendo o livro"?

Os Pleiadianos responderam: "Em princípio sim, você pode anunciar que está começando o livro". A primeira vez que sentar para trabalhar nele, limpe sua mesa e elimine qualquer vestígio de bagunça ou desorganização à sua volta. Tenha um espaço limpo com os cristais que irão assisti-la em seu trabalho. Aí então você pode fazer uma oração de intenção dizen­do: 'Anuncio que estou começando um livro neste momento. Estou mandando este aviso para quem for editor e para quem quiser participar da publicação destas informações destinadas a servir da melhor maneira possível a quem delas necessitar. É minha intenção que a pessoa que publicar este livro me descu­bra e venha até mim, e prometo estar disponível para este re­conhecimento. Acredito ter muito pouco a ver com isso. Esta parte não cabe a mim. Compreendo que estou enviando uma participação, como se mandasse uma participação de nasci­mento, e que a resposta chegará a mim. Acredito nisto. É isso. Ela será trazida para você.

"Lembre-se que o processo do qual participará é uma parte da história, porque você vai descobrir algo sobre você mesma; por isso a história será contada da forma como irá com­binar os dados". Você vai compreender a importância do livro, porque terá uma experiência individual ao criar para outras pessoas um caminho dentro da realidade delas baseado na mudança de sua própria realidade, permitindo que sentenças e contextos diferentes sejam movimentados através de você para formar uma nova ordem. Isto é muito difícil para quem não confia. Confiança é a chave absoluta. Não há nada mais que você possa procurar neste processo. Trata-se de um com­promisso e você vai aprender a se comprometer com quem você é, sabendo que não será forçada, mas protegida, provida, que nada lhe faltará. Tudo acontecerá de acordo com as suas intenções.

"A sua parte nisso é estipular o que deseja e simples­mente deixar as informações fluírem. Este livro fará a sua própria ordem à medida que for aprendendo sobre si mesma durante o processo e conseguir codificar determinadas infor­mações. Você sentirá um sopro na sua mente.”

Quando releio as palavras que eles me disseram, faço um quadro totalmente diferente do que fiz naquela época. En­tendo agora porque eles mencionaram várias vezes que fazer este livro seria uma iniciação para mim, que eu seria testada e que as pessoas precisavam limpar suas informações pessoais para se tornarem cósmicas. Hoje eu sei o que estas palavras significam; naquela época, não tinha a menor idéia.

Meus problemas pessoais começaram a aparecer em grande escala. Eu não acreditava em mim, não gostava de mim. Na verdade, nem sabia realmente quem eu era - não conseguia separar o Eu verdadeiro da fachada. Comecei uma série de sessões de trabalho corporal nos tecidos profundos, que trou­xeram à tona mais material - lembranças da infância que eu havia bloqueado, traumas e sofrimentos guardados em meu corpo. Eu era uma confusão. Não dava para trabalhar como free-lance, pois mal conseguia lançar a revista a cada dois meses, como deveria.

Em outubro fui para o Egito com os Pleiadianos. Eu sa­bia que esta viagem seria uma virada importante em minha vida e achava que iria me empurrar para cima, para que eu conseguisse então trabalhar e fazer o livro. Foi uma viagem maravilhosa, uma viagem muito forte. Abriu meus circuitos e despertou áreas dentro de mim que nem imaginava existirem, muitas delas sombrias, medonhas. Quando voltei para Nova York estava definitivamente incapaz de começar o livro. De fato, não tinha nem certeza se algum dia iria conseguir escrevê-lo.

A única coisa de que tinha certeza naquela época era que tinha que me mudar de Nova York. Lá, não conseguia manter-me centrada nem com a mente clara, era bombardea­da pela energia. Sentia-me nua e exposta quando caminhava pelas ruas e não conseguia mais andar de metrô. Chegara o momento de partir.

Naquele dezembro, mudei-me para Carolina do Norte. Quando a coisa é certa, funciona maravilhosamente. Libby, uma das amigas que conheci no Egito, morava numa área ru­ral ao sul de Raleigh e eu sabia que gostaria de morar lá. An­tes de ir visitá-la, fiz uma intenção de que acharia uma casa para mim. Imaginei como ela seria e como seria a região, e Libby prometeu ficar atenta. Cerca de uma semana antes da minha partida, a dona da minha casa atual foi até a loja de Libbye lamentou-se que sua inquilina estava se mudando sem tê-la avisado. Libby disse: "Porque é a casa de Tera!”

Peguei a estrada na semana seguinte com todos os meus pertences e mudei-me para lá. A casa era exatamente o que eu queria - espaçosa, com muita luz, dentro de um terreno de 7.000m2. Era perfeita! No instante em que cheguei lá, comecei a melhorar. Deitava no chão, ou sentava com a coluna encosta­da em uma árvore e simplesmente deixava a Natureza curar­-me. Estava única e exclusivamente concentrada em meu tratamento.

Em janeiro, quando fui a Michigan imprimir a 13a. edi­ção de Connecting Link, percebi que havia terminado meu ciclo de trabalho com a revista. Eu havia crescido muito com este trabalho, mas chegara a hora de mudar para outra coisa - que outra coisa eu ainda não sabia, sabia apenas que quando rece­besse esse conhecimentoteria que segui-lo.

Quando cheguei em casa, passei alguns dias me pergun­tando se não teria agido como uma idiota desistindo de um emprego para morar no meio do mato, sem nem saber onde arranjar outro. Foi aí que percebi que era perfeito não ter um emprego: teria tempo para fazer o livro. Comecei a ouvir as fitas e a transcrever pequenos trechos delas. O trabalho correu suave e facilmente, tudo parecendo fluir. Eu não procurava uma ordem, nem tentava estabelecer alguma. Apenas deixava tudo fluir através de mim.

Nessa época, os Pleiadianos deram uma série de aulas diurnas para algumas pessoas visando atirar-nos para longe de nossos apegos. Estas aulas eram chamadas "Ativação dos Códigos de Consciência" e era exatamente o que faziam. Che­guei a níveis bastante profundos de problemas que eu achava já ter resolvido em Nova York. Muita bagagem emocional foi eliminada durante as aulas, e uma ligação muito forte estabe­leceu-se entre nós. A série terminou com um renascimento que foi uma das experiências mais significativas de minha vida.

Tive outra "leitura de livro" com os Pleiadianos na qual eles falaram sobre Mensageiros do Amanhecertornando possí­vel o salto evolucionário da conscientização, ancorando pri­meiro a freqüência dentro de seus próprios corpos. Súbito, uma conscientização atingiu-me: eu não havia conseguido escre­ver o livro em 1990, quando tivemos nossa primeira conversa, porque ainda não era capaz de manter a freqüência; ainda não havia me purificado o suficiente para fazê-lo. Perguntei aos Pleiadianos o que eles tinham a dizer sobre isso.

"Você não acreditava em si mesma, Tera". Dizia a todo mundo que tinha confiança em si, mas na verdade você nem sequer gostava de si mesma. Ficava se comparando, não era honesta com o que realmente estava ocorrendo e as pessoas muito próximas espelhavam isso para você. Precisou ir muito fundo, como aliás, todos devem ir, camada por camada, pois todos possuem camadas de ódio e ressentimento contra si mesmos. Você precisou explorar certos comportamentos seus que não funcionavam, descobrir as razões que a levavam a comportar-se daquela maneira, e a descoberta levou-a a ser uma Portadora de Freqüência. Esta foi a razão de o livro lhe ter sido dado desta forma - porque você precisava passar por uma ruptura total de consciência. Receber e traduzir tanto material que nem precisaria usar a fez passar por um processo de relacionamento direto conosco. Ouviu, muitas e muitas ve­zes de uma forma neutra, todas as coisas que precisava aplicar diretamente em você, se não quisesse ser deixada para trás. E conseguiu.

Eles então me disseram que eu já havia transcrito mate­rial suficiente e que o livro estava pronto para ser montado. Eu não tinha a mais remota idéia de como isso seria feito. Será que eu teria de ler todas as páginas e ver onde elas se encaixa­vam? Havia páginas com poucas sentenças e trechos longos com várias páginas. Como eu poderia ordená-las?

Os Pleiadianos disseram 'que todas as noites, antes de dormir, eu deveria conceder-lhes um minuto e visualizar a capa de Mensageiros do Amanhecer. Eu deveria brincar com isso e mudar a capa cada noite se eu quisesse. Só precisava olhar a capa, abrir o livro e começar a ler as páginas, depois podia dormir. As informações me seriam mostradas em estado de sonho. Disseram que eu começaria a concretizar a existência do livro, lendo-o já existente no futuro e que eu não teria tra­balho - eles fariam tudo. Bem, por que não?

A primeira semana não correu muito bem. Eu fazia a visualização antes de dormir, mas quando acordava entrava em pânico ao olhar todas aquelas páginas que minha mente lógica tentava desesperadamente ler, para fazer alguma espécie de ordem. Era completamente frustrante. Finalmente, uma tarde, eu estava sentada no chão, no meio do meu escritório cercada por papéis e quase começando a chorar, quando disse "Ei, Pleiadianos! Vocês disseram que fariam esse trabalho Desisto! Podem fazer!”

Comecei a pegar os papéis, um por um, como se fosse juntá-los para depois jogar fora. Fui pegando um do meu lado direito e um do esquerdo, depois talvez um que estivesse atrás de mim, e outro de novo à esquerda. Não havia ritmo, nem razão para pegá-los daquela forma - nenhuma ordem. Eu nem estava pensando nisso, só os estava juntando. Depois de pegar cerca de trinta páginas, parei de repente olhando o maço em minha mão. Fiquei toda arrepiada e disse a mim mesma: "Meu Deus, acho que este é o primeiro capítulo!" Levei as páginas para minha mesa, sentei e comecei a ler.


 Elas encaixavam como um quebra-cabeça! Estava chocada! Eu já acreditava em tudo aquilo, mas quando esse tipo de coisa começa a acontecer é realmente assombroso. O resto do livro começou a juntar-se sem esforço, para usar uma das palavras favoritas dos Pleiadianos.


Tive outra "leitura de livro" e disse aos Pleiadianos como estava satisfeita com esse novo processo e o quanto era diver­tido. Eles disseram: "É assim que se começa a receber orienta­ção direta sobre como fazer as coisas”. Quanto mais você disser 'não tenho controle, não sei como fazer isso', mais energia che­gará. Se você abandonar a sua maneira de fazer, será cada vez mais fácil. Tudo o que precisa fazer é estabelecer a intenção Quanto mais intenção você tiver, mais fácil será. Quando o livro estiver pronto e perguntarem como foi que você fez, que­remos que conte que foi esse o processo que usou.


 Queremos que verifique nossos ensinamentos à medida que for capaz de recebê-los, demonstrando que acredita no que dizemos.
"Lembre-se do tempo que demorou para absorver o pro­cesso plenamente. Não a estamos doutrinando - mas guian­do-a através disso, puxando você, refletindo de volta, muitas e muitas vezes, para que consiga entender onde reside a força operacional. Ela vem através da intenção clara - através de agir como se já fosse, e então, simplesmente, ir recebendo sem parar.”

O resto do livro foi simplesmente se encaixando e, fiéis a sua palavra, os Pleiadianos encontraram-nos um editor sem que Bárbara ou eu movêssemos uma palha. Claro, eles nos aproximaram de Bárbara Hand Clow - quem melhor para fazer o livro chegar ao público? Sua orientação excelente le­vou-me a uma re-escrita e a um polimento do livro, que o trans­formou, de mais uma obra psicografada, em algo realmente maravilhoso.

Os Pleiadianos estavam certos. Quando olho para este livro, não sei como ele aconteceu. Eu não o projetei grafica­mente, nem o planejei, concebi ou ordenei. Tudo o que fiz foi confiar e deixá-los trabalhar através de mim. Foi uma expe­riência maravilhosa que mudou minha vida. Aprendi a traba­lhar com entidades não-físicas e nunca mais trabalharei sozinha em qualquer projeto. Estou escrevendo uma peça de teatro neste momento e chamei um grupo de peritos para tra­balhar comigo enquanto escrevo e um grupo de peritos para vendê-la. É impressionante como está funcionando. Realmen­te sem esforço.

Os Pleiadianos agradeceram-me pelo meu trabalho, pela minha confiança, e disseram que gostariam de me compensar. Pagaram-me com vários cheques Espirituais (cheques Espiri­tuais não são como cheques normais, que você troca por di­nheiro). Eles me presentearam com muitas coisas. O presente mais importante que ganhei por fazer este livro fui eu mesma. Agora confio em mim, me amo, dependo de mim e abri meu coração. Devido a esse novo amor por mim mesma, atraí ami­gos maravilhosos para minha vida, que se tornaram a minha família. Reatei os laços com minha família de sangue e tive uma linda surpresa: há vinte e quatro anos tive uma filha que dei para ser adotada e agora ela me encontrou. Ela mora a duas horas de distância de minha casa e estamos estabelecendo um relacionamento carinhoso e íntimo. Eu agradeço tê-la de volta em minha vida.

Outro presente importante foi a confiança. Eu disse que era uma escritora há muitos anos. Realmente, escrevo há anos.
Contudo, recentemente acordei certa manhã e, lendo as pági­nas da peça que havia escrito na noite anterior, tive repentina­mente a consciência - eu sou uma escritora! Não que vá ser uma escritora - eu sou uma escritora!

Aprender a me comunicar com não-físicos foi outra dá­diva inestimável que abriu diversas áreas novas para mim. Es­tou começando a me comunicar com animais, tanto domésticos quanto selvagens. Tem sido uma experiência maravilhosa e percebo que avenidas de comunicação foram abertas, das quais eu ainda nem tenho consciência. Elas são ilimitadas.

Existem muitos, muitos outros presentes. Os Pleiadianos disseram-me que o processo deste livro seria o ensinamento mais importante de minha vida, e eu concordo. Sinto-me grata por haver escolhido fazer este trabalho, e sinto-me gratificada por todo o amor e apoio que recebi de minha família de ami­gos durante o processo. Mas, minha gratidão especial dedico aos Pleiadianos por seu amor, sua amizade, seu incentivo, seu apoio e, principalmente, por me induzirem a seguir minha pró­pria evolução.

TERA THOMAS
(Escritora do Livro)
Pittsboro, North Carolina Março de 1992 

(Tera Thomas foi editora da revista Connecting Link e atualmente é escritora free-lance.
Ela é na verdade a escritora do livro Mensageiros, sendo que a Bábara Marciniak foi a canalizadora do livro)
PREFÁCIO DO LIVRO

Prisioneira em Bali! Era exatamente assim que me sentia ao me perguntar por que a necessidade burocrática de um vis­to para a Austrália não havia sido mencionado até agora. Com a passagem e o passaporte na mão e a bagagem na balança, fui avisada de que precisava de um documento para embarcar no vôo para Darwin. Minha cabeça maquinava para descobrir a lógica do acontecimento e um método imediato para resolvê­-lo. Eu ia conseguir mais uma vez! Não era uma principiante nesse jogo e havia sido testada inúmeras vezes nos últimos quatro anos quanto à minha capacidade de transmutar obstá­culos em mensagens e efetuar mudanças, através dos símbo­los vivos, para uma visão nova da experiência. Telexes foram enviados ao consulado em Sidney e, depois da primeira hora de espera, estava certa de que seria liberada, autorizada, e es­taria a caminho do início de uma viagem de ensinamentos Pleiadianos pela Terra. Havia saído da Carolina do Norte uma semana antes, parado no Havaí para uma visita rápida e ago­ra, depois de uma estadia de três dias em Bali, estava descan­sada e pronta para começar a etapa seguinte de uma odisséia de dois meses.

Olhei o relógio do aeroporto, os minutos escoavam-se lentamente. Eu esperava pacientemente que intenções e even­tos não tardassem a se manifestar. À medida que o tempo pas­sava, comecei a sentir dentro de mim uma possibilidade, bem remota, de que talvez não fosse embarcar. Talvez esta fosse uma das ocasiões em que, apesar da intenção, eu não iria a lugar nenhum. Sentia meu corpo resistindo a essa nova possi­bilidade e aos planos que teriam de ser mudados pela impossibilidade de embarcar no avião e atender às datas da viagem. Tudo muito sinistro. Droga!

Chegou a hora da partida, onze da noite, e com passa­gem, passaporte e programa da excursão, fui avisada de que deveria comparecer ao consulado da Austrália na terça-feira. Estávamos na noite de sábado, e domingo e segunda eram fe­riados. O próximo vôo para Darwin estava programado para um dia depois daquele em que eu deveria estar lá.

Capitulei, peguei um táxi e, bagagem a bordo, dirigi-me para o recolhimento e solidão do charmoso hotel balinês à beira-mar que havia deixado algumas horas antes. Meu quarto estava esperando. Eu não tinha nenhuma solução imediata para este dilema potencialmente agravante e, sabendo disso, abandonei-o. Mudei o raciocínio para minha criação pessoal de conforto e confiança, achando que tudo ia acabar dando certo e, já que eu deveria ficar prisioneira, Bali certamente era o lugar ideal.

No dia seguinte, sentada à janela de meu quarto sobre a copa das árvores, uma segunda revelação me ocorreu: eu havia me comprometido a escrever o prefácio de Mensageiros do Amanhecer, não viajaria para a Austrália antes de executar esta tarefa! Bebericando café balinês, sentia-me protegida pelo ­ambiente e pela vegetação luxuriante que emoldurava minha vista. Comecei a pensar por onde começar e como inserir ­tempo e espaço a minha pessoa e este processo fenomenal chamado "os Pleiadianos" que, através de mim, criaram vida própria.

Como assombrada por um sonho recorrente, pergunta­va-me muitas e muitas vezes, "como tudo isso começou?", logo iria responder apenas delineando os impulsos e a seqüência de acontecimentos que me levaram à minha verdadeira cana­lização com os Pleiadianos e parava aí. Através da aparente­ e interminável repetição desta pergunta, contudo, uma energia inquieta rodopiava para a minha realidade e, enquanto repetia a história, comecei a ter lampejos de uma visão maior onde acontecimentos e inícios chegavam de várias direções e múltiplos "tempos" para serem tecidos, agora, criando uma tapeçaria de propósitos.

Na minha infância, sentia-me diferente e marcada a dis­tinguir-me das outras crianças por haver herdado um irmão mais velho que era retardado mental. Sua presença ofereceu grandes desafios à minha mente jovem e minha família teve muitas lições a aprender. Apenas recentemente, impulsionada pelos P's, como eu carinhosamente passei a chamá-los, resolvi re-examinar antigas fotos de criança e reconsiderar a interpre­tação de quem eu achava que era. Adotando este enfoque, per­cebi naquele momento o amor celestial irradiando do rosto de meu querido irmão mais velho Donald e, uma foto após a ou­tra, a luz parecia sempre dirigir-se para ele, iluminando-o. Eu não havia considerado ter sido, talvez, abençoada pela sua presença.

Nossa família partilhava e explorava a vizinhança sob a influência de minha avó materna, nascida na Polônia. Babci incorporava uma dignidade e um orgulho que transcendiam sua experiência terrena. Pioneira, fruto da vasta imigração eu­ropéia do início do nosso século, ela fora atraída para a terra onde, contaram-lhe, as ruas eram calçadas com ouro. Foi sob a sua influência estabilizadora que meus dois irmãos, minha irmãzinha e eu brincamos na infância, explorando a terra má­gica que constituía os seus domínios. Foi através dela que me senti verdadeiramente amada e aprendi a tratar com reverên­cia o ambiente e com amor a Terra. Ela nos contava que seu nome de solteira significava "Estrela" em polonês. Estes ensinamentos de amor pela Terra iriam mais tarde encontrar eco na voz da minhaconexão estrelar própria, os Pleiadianos.

Na minha adolescência, a tal "diferença" levou-me à ex­ploração de idéias metafísicas e, pela primeira vez, fiquei entusiasmada com a descoberta de que havia diversas interpretações da realidade a serem escolhidas. No fim dos anos 70 eu estava explorando o material de Seth, entre outras coisas e depois disso passei muitos anos recordando minhas aventuras oníricas enquanto absorvia, página após página a doutrina de Seth.

Em agosto de 1987 - o verão da Convergência Harmonia - e novamente sete meses depois, em março de 1988, vivenciei breves lapsos da realidade, quando segmentos e acontecimentos arquivados de um passado aparentemente in­significante surgiram gritando, demandando ansiosamente um reconhecimento. Nestas duas ocasiões separadas, meu cor­po foi impelido para um estado de choque, quando registros de raptos efetuados por extraterrestres foram casualmente citados e partilhados por pessoas à minha volta. A primeira vez que isto ocorreu, de alguma forma disfarcei e deixei pas­sar, mas na segunda vez meu corpo foi ativado de uma ma­neira que extrapolava qualquer coisa que eu já houvesse experimentado - ou quase. Lembranças me esmagavam, a apresentação das informações dos extraterrestres entrava nos meus arquivos de sonhos, expondo uma verdade muito difícil de assimilar.

Anos antes, no início da década de 80, quando eu mora­va em Taos, Novo México, tive um encontro em meu quarto, de madrugada, com três seres de um azul brilhante [os Guerreiros Azuis das Plêiades]. Àquela época, a experiência provocou-me um pânico profundo, senti­mento bastante raro em mim. Para resolver este conflito uma vez que não tinha estrutura de referência na qual pudesse en­quadrar meu próprio relacionamento, nem segurança em relação a este desconhecido, eu arquivei o evento/experiência em meu diário de sonhos inspirados por Seth e deixei-o lá, uma fatia de realidade que certamente não havia sido um sonho, embora por muitos anos encontrasse um local seguro em mi­nha psique com esse título.

Agora, a antiga pergunta ressurgiu: sob que categoria de arquivos da vida reside meu encontro pessoal? Aconteceu de verdade? Um replay de meu encontro surge agora que todas as células de meu corpo sabem que extraterrestres existem. Meu corpo nunca vai esquecer o encontro com os três seres azuis e a forma como eles pairavam acima de mim procurando acalmar-me de algum trauma aparente, embora camuflado. Meu intelecto queria expandir sua visão do mundo - e com­preender. Era para mim um desafio viver com aquela experiên­cia e integrá-la.

Os Pleiadianos e eu oficialmente intersectamos realida­des alguns meses depois em Atenas, na Grécia, em 18 de maio de 1988. Eu estava viajando com um animado grupo metafísico por três semanas, através de templos no Egito e na Grécia. Co­meçando com a Grande Pirâmide, passeamos pelos antigos vórtices, inocentes e ingênuos como crianças, fascinados pelo mistério encerrado nas pedras silenciosas. A viagem terminou com uma visita a Acrópole e a Delfos e, quando nos despedía­mos no bar do hotel, algo me impeliu a começar a canalizar indo para o meu quarto, sentando tranquilamente e imaginan­do-me de volta à Câmara Real da Grande Pirâmide. Lembro ter-me sentido inspirada por essa idéia - senti que era apro­priada, estava dentro do espírito da viagem.

Fui para meu quarto e, quando me senti segura e prote­gida, sentei com a coluna ereta e deixei minha mente voltar para a Câmara Real da Grande Pirâmide, onde ouvi vozes en­toando o sagrado "OM". Disse a mim mesma que desejava ser um canal cristalino agora. Em alguns minutos senti uma ne­cessidade premente de falar e essa urgência começou a expres­sar-se como uma voz sussurrante diferente da outra parte de minha mente - a versão "controladora", racional que come­çou a fazer perguntas, através do pensamento, à voz que fala­va! O empreendimento inicial exigiu grande habilidade mental e mediúnica de minha parte - visto que eu estava falando com um até então desconhecido, dirigindo perguntas em minha mente e ouvindo as respostas para que pudesse continuar a comunicação.

Ao fim do que pareceu ser uma meia hora, o desconhe­cido anunciou sua presença como sendo “os Pleiadianos” e retirou-se assim. A comunicação total não durou mais de que uma hora. As "energias" foram bem distintas e abundantes e de alguma forma, eu havia participado de uma união de conta­to abençoada - as palavras proferidas tranquilizando-me com as respostas - tanto que hoje só consigo lembrar-me de sentimentos de sabedoria e paz. Ao abrir os olhos estava profunda­mente maravilhada! Seria possível? Será que eu havia chegado àquela situação por ter seguido uma necessidade profunda que originalmente me impeliu a juntar-me àquela excursão no ultimo momento, ou teria eu mergulhado muito fundo no mundo da ilusão e sonhado tudo aquilo? Mas qual a diferença? E Pleiadianos! Senti um peso em relação a isso desde o inicio. Quem, em sã consciência, iria acreditar que eu mantinha con­tato e conversava com ET’s? Isso era um pouco forte para meu Eu radicalmente tranqüilo e bem estabelecido aceitar.

Que turbilhão interior todos esses impulsos provocaram!
Desde então, aprendi a confiar e respeitar as energias que me mobilizam e hoje posso ler a história destes impulsos iniciais em meu mapa astrológico, bem como no mapa dos Pleiadianos também. Durante o primeiro mês de nosso relacionamento os ET's sugeriram que começasse a estudar astrologia. Eu conhe­cia muito pouco sobre a complexidade e comprometimento profundos da sabedoria superior com esta ciência antiga, necessários para acessar corretamente a linguagem universal e o código de intencionalidade. Os Pleiadianos, em seu mapa na­tal daquele dia da infusão, tinham o sol a 27 graus e 57 minutos de Touro. A constelação das Plêiades está localizada a 28 graus de Touro. Que astúcia.

Voltando aos estágios iniciais de nossa amizade, eu não percebia seus truques, nem os métodos sutis que empregavam para talhar a minha realidade - estava ocupada demais adap­tando-me à idéia de que tinha contato com ET's. Com a prática, nossos encontros e incorporações foram-se tornando mais le­ves, trazendo confiança e compreensão. Desde o início, minha irmã Karen, que me ajudava nas sessões, esperava ansiosamen­te a hora marcada em que eu iria sentar para canalizar. Ela não tinha dúvidas, mas, para mim, eu continuava indagando se aquilo tudo era mesmo real.

Em meu desejo de cooperar com o que havia criado, ofe­reci-me condicionalmente para usarem meu corpo e minha voz em horas determinadas e, depois, afirmava que, se os Pleiadianos realmente existissem, não custaria muito para eles ajeitarem as coisas como quisessem e fizessem a maior parte do trabalho - meu ser racional vaidoso não aceitava que fosse perder meu tempo com algo que não constituísse uma presença viável. Este comportamento pode parecer o máximo do absur­do para muitas pessoas, contudo, quem possui experiência nestes planos, compreende que é necessário estabelecer limites. Eu levei dois anos para criar um laço profundo com eles, e isso ocorreu durante uma seção de trabalho corporal, quando uma onda de amor Pleiadiano, como nenhuma outra, me envolveu e imprimiu em meu corpo emocional o valor inestimável que eles tinham para mim. Eu me entreguei.

Compreendi depois que os Pleiadianos têm demonstrado sua presença sutil em meu mundo desde então. Tornaram-se os professores e amigos que eu ansiava encontrar. Eles pare­cem ter uma linha direta no jogo de sincronicidade/impulso que proporciona encontros e ocorrências. Como nunca fui uma grande investidora em preocupações, foi bem fácil para mim mudar para o momento Pleiadiano de liberação, à medida que eles criaram uma vida própria através de mim. Pessoas e oportunidades surgem de todas as direções. Meu trabalho é administrar e ser um tripulante físico de suas energias. Tudo o que eles ensinam devo incorporar - para me encontrar e viver.

Hoje vivemos em sintonia perfeita e, realmente, sinto-me mais ET que humana. Eles fizeram vivos seus ensinamentos através de mim e minha vida tornou-se um misterioso brin­quedo Pleiadiano, que me conduziu às pulsações do coração de minha alma multidimensional. Não que eu afirme entender completamente estes encontros; às vezes me pergunto como tantas pessoas se envolveram em minha versão de ilu­são! É profunda minha gratidão pela oportunidade de viver uma vida manifestada livremente nestes tempos de mudanças tão velozes, e por esta expressão criativa ter trazido significado a vida de tantas pessoas. Isto, para mim, é uma dádiva preciosa – a graça  restituída.

P.S. Consegui chegar em Darwin a tempo!
BÁRBARA MARCINIACK
Canal dos Pleiadianos e Autora do Livro.



INSTRUÇÕES PARA OS ESTUDOS:

Amigos(as) e irmãos(ãs) estelares, companheiros de estudos, sejam todos bem vindos!
Abaixo apresentamos algumas instruções para os estudos :

1 - pedimos a todos que leiam, analisem e acima de tudo sintam com o coração cada palavra, do texto.

PERGUNTAS DESTINADAS A FACILITAR A COMPREENSÃO DO TEXTO

1 - A Barbara Marciniak narra neste Prefácio as circunstâncias em que o mesmo foi escrito e o incidente que a obrigou a dar uma pausa em suas viagens e relaxar para conseguir escreve-lo. Que incidente foi este?

2 - Este incidente ocorreu por um simples acaso ou teria sido provocado pelos Pleiadianos?

3 - Diante da dificuldade dela em começar a escrever o prefácio como os Pleiadianos intervieram?

4 - Enquanto se prepara para escrever o prefácio dentre as imagens que começam a ser projetadas em sua mente, referentes ao histórico de sua vida, vem a imagem de duas pessoas e a constatação do quanto elas foram importantes na sua formação e direcionamento, que vieram a culminar nos contatos com os Pleiadianos, quem são estas pessoas e qual a importância delas em sua vida?

5 - Em 1987 lembranças de contatos com extraterrestres ocorridos no início da década de 80, que havia lhe causado um panico profundo vem a tona, quem eram ou como eram estes seres?

6 - Alguns meses depois, ou seja, em maio de 1988 ela tem a primeira canalização com os Pleiadianos, onde ela estava na época e porque eles escolheram aquela cidade?

7 - Ela diz que levou dois anos para criar laços profundos com eles, porem foi uma experiência pessoal que levou-a a se entregar totalmente a esta energia Pleiadiana, que experiência foi esta?

8 - Segundo ela os Pleiadianos mudaram sua vida. De que forma eles mudaram a vida dela?


NOTA: Todas as informações que se encontram entre colchetes [ ] e inclinadas são comentários inseridos por Ibiatan Upadian no texto original , visando facilitar a sua compreensão.